[Notícias] Ferreira Gullar vence o Prêmio Jabuti de 2011

Categoria: Informação e Cultura, Notícias

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O Poeta Ferreira Gullar – com seu livro “Em alguma parte alguma” – foi o grande vencedor do 53º Prêmio Jabuti, na categoria “Livro do ano – Ficção”, anunciado na noite desta quarta-feira (30 de novembro), em cerimônia realizada em São Paulo. Em seu agradecimento, o poeta afirmou:  “Eu só vou dizer: não sei se poesia é literatura, fora isso, a gente faz poesia porque a vida não basta.”

Em entrevista concedida à revista Veja em 2010, ele discorre brevemente sobre seu novo livro:

“O livro tem três partes sem nome, que podem ser separadas pelo conteúdo. Uma delas fala do cosmos, do problema da galáxia e da Terra e da vida e da luz, uma série de coisas. Outra tem poemas mais ligados ao meu livro anterior, como um sobre (José Maria) Rilke e a morte, que é um texto longo. A terceira parte tem um jogo entre a ordem e a desordem. Esse é um dos temas básicos do livro. Vários poemas tratam disso. A linguagem é ordem. Fora da linguagem, a emoção e a vivência são desordem, porque ainda não estão organizadas em linguagem. A poesia se realiza num jogo dialético entre a ordem e a desordem. O título do poema que abre o livro já diz tudo, Fica o não dito por dito. Não tem a expressão “Fica o dito por não dito”? O título do poema é o contrário. Porque a poesia a gente não consegue dizer, o poeta tenta dizer o que não é possível. Então, faz de conta que eu disse (risos).”

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Em homenagem ao poeta, compartilhamos aqui um trecho do novo livro:

Anoitecer em Outubro

A noite cai, chove manso lá fora
meu gato dorme
enrodilhado
na cadeira
Num dia qualquer
não existirá mais
nenhum de nós dois
para ouvir
nesta sala
a chuva que eventualmente caia
sobre as calçadas da rua Duvivier

(Ferreira Gullar)

O E-books Grátis parabeniza Ferreira Gullar e todos os vencedores nas demais categorias!

Lista completa dos ganhadores do 53º Jabuti:

O primeiro colocado em cada categoria recebeu um troféu e um prêmio em dinheiro no valor bruto de R$ 3 mil. Os vencedores de livro do ano levam R$ 30 mil.

Livro do ano de ficção
“Em alguma parte alguma”, de Ferreira Gullar

Livro do ano de não-ficção
“1822″, de Laurentino Gomes

Categorias de ficção:
Romance

“Ribamar”, de José Castello

Contos e Crônicas
“Desgracida”, de Dalton Trevisan

Poesia
“Em alguma parte alguma”, de Ferreira Gullar

Infantil

“Obax”, de André Neves

Juvenil
“Antes de virar gigante e outras histórias”, Marina Colasanti

Categorias de não-ficção:
Teoria Crítica / Literária

“Câmara Cascudo e Mário de Andrade – Cartas, 1924-1944”, de Marcos Antonio de Moraes (organizador)

Reportagem
“1822”, de Laurentino Gomes

Ciências Exatas
“Teoria Quântica: estudos históricos e implicações culturais”, de Olival Freire Jr., Osvaldo Pessoa Jr., Joan Lisa Bromberg (organizadores)

Tecnologia e Informática

“Aprendizagem a distância”, de Fredric M. Litto

Economia, Administração e Negócios
“Multinacionais brasileiras: internacionalização, inovação e estratégia global”, de Moacir de Miranda Oliveira Junior e colaboradores

Direito
“Fundamentos constitucionais do direito ambiental brasileiro”, de Norma Sueli Padilha

Biografia
“O Teatro & Eu – Memórias”, de Sergio Britto

Ciências Naturais
“Bioetanol de cana-de-açúcar – P&D para produtividade e sustentabilidade”, de Luís Augusto Barbosa Cortez (coordenador)

Ciências da Saúde
“Atlas de endoscopia digestiva da SOBED – Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva”, de Marcelo Averbach, Adriana Vaz Safatle Ribeiro, Agnelo Paulo Ferrari Junior, Ciro Garcia Montes, Flávio Hayato Ejima, Kleber Bianchetti de Faria e Marco Aur

Ciências Humanas
“Manejo do Mundo: conhecimentos e práticas dos povos indígenas do Rio Negro”, de Aloisio Cabalzar

Didático e Paradidático
“Coleção Pessoinhas”, de Ruth Rocha e Anna Flora

Educação
“Impactos da violência na escola: um diálogo com professores”, de Simone Gonçalves de Assis, Patrícia Constantino e Joviana Quintes Avanci (organizadoras)

Psicologia e Psicanálise
“Coração… É emoção: a influência das emoções sobre o coração”, de Elias Knobel, Ana Lúcia Martins da Silva, Paola Bruno de Araújo Andreoli

Arquitetura e Urbanismo
“Dois séculos de projetos no Estado de São Paulo – Grandes obras e urbanização VL 1, 2 e 3”, de Nestor Goulart Reis e Monica Silveira Brito (colaboração)

Fotografia
“Fotografia de Natureza: Teoria e Prática”, de Luiz Claudio Marigo

Comunicação
“Impresso no Brasil – Dois séculos de livros brasileiros”, de Aníbal Bragança e Marcia Abreu (organizadores)

Artes
“Os Satyros”, de Germano Pereira e Aimar Labaki

Turismo e Hotelaria
“Hospitalidade – A inovação na gestão das organizações prestadoras de serviços”, de Geraldo Castelli

Gastronomia
“Machado de Assis: Relíquias Culinárias”, de Rosa Belluzzo

 

[Papo Cabeça] Brasileiro não gosta de ler brasileiro

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maisvendidos [Papo Cabeça] Brasileiro não gosta de ler brasileiro

Brasileiro não gosta de ler escritor brasileiro. Basta conferir nas listas “dos mais vendidos” que saem nos cadernos culturais e nas revistas semanais. Pegue as listas da Veja, por exemplo. Se for obra de ficção o cara só vai encontrar “best-seller” de escritor estrangeiro, norte-americano de preferência. Na  da Veja desta semana dos dez livros de ficção mais vendidos, 8 são de autores norte-americanos, 1 canadense e 1 (viva!) brasileiro. Só que o patrício, de nome Augusto Cury, psiquiatra, joga mais no time de escritores tipo autoajuda e não entendi como chegou à categoria de ficção.

A campeoníssima é a escritora Stephanie Meyer, dos Estados Unidos. Está no placar com quatro livros, sendo que um deles, “Crepúsculo”, tem lugar cativo na lista há 85 semanas. Outra norte-americana, L.S. Smith, comparece com dois livros. Os outros gringos são Dan Brown e Rick Riordan, americanos, e William Young, canadense, que fala muito do amor de Deus em sua literatura. Europa toda de fora; escritor latino-americano nem pensar. Africano faz muito tempo que não é citado e olhe, cara, que tem muita gente boa, alguns com o Nobel brilhando no peito, isso sem falar em Mia Couto, Pepetela, Manoel Lopes, José Craverinha, Helder Macedo, José Eduardo Agualusa, Ondjaki, Agostinho Neto, Gonçalo M. Tavares, africanos que falam e escrevem em língua portuguesa.

Entre os  leitores natalenses, claro, acontece o mesmo “fenômeno”. Confiro na lista da Siciliano, que sai colada à coluna de Carlos Souza, “Toque – Livros & Cultura”, todas as quartas-feiras nesta brava Tribuna do Norte, às vésperas (será em março) de comemorar 60 anos. Um detalhe: no placar dos livros de ficção mais vendidos na Siciliano de Natal não há nenhum autor brasileiro. Só a danada da americana Stephanie Meyer ocupa a metade da lista dos “10 mais”.

Se for livro de Poesia, aí, então, é uma verdadeira catástrofe. Em lista nenhuma encontra-se um livro de poema, um só. Nem de poeta de além mar, nem de nativo das praias de cá. Nem um Fernando Pessoa, nem um Carlos Drummond de Andrade. Nem na Veja nem na Siciliano. Bom, na lista da Siciliano, abre-se,  aqui e acolá uma exceção, mormente dias após o lançamento para livro de poeta desta aldeia de Poti mais esquecida. Olhe lá.

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Nem os premiados

Nem entre os autores brasileiros premiados, em cujos céus flutua a nata de nossa literatura, são encontrados nas listas dos “10 mais lidos”. Brasileiro também não gosta de ler escritor premiado. Estou aqui com a relação dos premiados nos três mais importantes prêmios literários do país, ano passado, e não vejo nenhum deles em lista nenhuma. Os prêmios são o Jabuti – o mais antigo dos três -, o Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa e o Prêmio São Paulo de Literatura, este pagando uma nota de 200 mil reais ao vencedor.

O Jabuti de 2009, categoria Romance, foi para o escritor gaúcho Moacyr Scliar, com Manual da Paixão Solitária. O segundo lugar ficou com o amazonense Milton Hatoum, Órfãos do Eldorado. Na categoria Poesia, venceu Alice Ruiz S. com Dois em um. Ela é paranaense e tem mais de vinte livros publicados. Os três estão ausentes.

O vencedor do Prêmio Telecom foi o escritor e artista plástico paulista Nuno Ramos, com o romance Ó, que eu não vi ainda em nenhuma lista. Nem daqui e nem de fora. O cara enfrentou feras, entre eles um verdadeiro escrete de escritores portugueses começando por José Saramago (A viagem do elefante), António Lobo Antunes (Ontem não te vi em Babilônia), Inês Pedrosa (A eternidade e o desejo), Gonçalo M. Tavares (Aprender a rezar na era da técnica) e Miguel de Souza Tavares (Rio das Flores).

O romance de Nuno Ramos foi um dos livros que mais me encantou em minhas leituras do ano passado. O poeta Alex Nascimento, que o leu numa noitada só, anda dizendo loas para o livro. Também não está na lista da Siciliano, mas foi lá onde eu peguei.

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Nem Galiléia

O prêmio literário brasileiro de maior valor em dinheiro, o São Paulo de Literatura de 2009,  coube a um escritor nordestino: Ronaldo Correia de Brito. Excelente contista, estreava no romance com Galiléia, escolhido como o “Livro do Ano de 2008”. Não me lembro de ter visto Galiléia nas listas dos 10 livros mais vendidos no Recife, onde vive o escritor, nem na lista dos jornais do Ceará, onde ele nasceu. Na revista Veja, nem pensar. Mas ler Ronaldo Correia de Brito, que andou por aqui ano passado na Festa Literária de Pipa, é uma delícia. Conversar com ele, também.

O gancho que me levou a essas notas partiu de uma leitura de revistas e jornais que o Marechal Porpa (Luiz Antônio Porpino) me trouxe de Portugal, por onde andou recentemente depois de escorregar nas neves da Alemanha e Holanda. Conferi em “NS”, revista semanal que sai na edição de sábado do Diário de Notícias, de Lisboa, as novidades literárias de Portugal. Fui à lista dos “mais vendidos”. Ficção. Lá são cinco.  Quatro são portugueses e um norte-americano. O gringo é o Dan Brown, que aparece nas listas brasileiras (Veja). É o mesmo autor de “O Código da Vinci” e que agora reina nos best-selers com “Símbolo Perdido”. Lá e cá.

Os portugueses são: José Rodrigues dos Santos (Fúria Divina), nascido em Moçambique e que também integra o time dos mais importantes jornalistas de Portugal, Margarida Rebelo Pinto (O dia em que te esquecerei), José Saramago (Caim) e Ricardo Araújo Pereira (Novas Crônicas da Boca do Inferno). A revista do DN, edição de 2 a 8 de janeiro, abre ainda espaços para Garcia Lorca e Albert Camus

O número de 26 de dezembro de 2009 a 1 de janeiro traz textos de Inês Pedrosa, Gonçalo M. Tavares, Irene Pimentel, José Luís Peixoto, José Tolentino Mendonça, Lídia Jorge, Margarida Rebelo Pinto, Nuno Júdice, Rita Ferro e Vasco Graça Moura sobre fotos de alguns dos principais fatos ocorridos no mundo. Faz resenhas também dos últimos livros de Saramago (Caim) e Antônio Lobo Antunes (Que cavalos são aqueles que fazem sobra no mar), apontando-o como “candidato ao melhor romance do ano”.

Fernando Pessoa

Na secção de Livros do Jornal de Negócios tem o registro do lançamento do livro de Fernando Pessoa. Livro de Viagem, afirmando que é “sempre agradável viajar à boleia de seus poemas”. Tem uns versos que eu destaco: O comboio abranda, é o Cais de Sodré. / Cheguei a Lisboa, mas não a uma conclusão.

Fonte: Tribuna do Norte, de Natal

[Notícias] Saiu os vencedores do 51° Prêmio Jabuti

Categoria: Informação e Cultura, Notícias

premiojabutinoticia [Notícias] Saiu os vencedores do 51° Prêmio Jabuti

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou nesta terça-feira (29) os vencedores da 51ª edição do Prêmio Jabuti. São três vencedores para cada uma das 21 categorias concorrentes.  “Manual da paixão solitária”, de Moacyr Scliar, foi o primeiro colocado na categoria romance. Já “Canalha! – crônicas”, de Fabricio Carpinejar, venceu na categoria contos.

O primeiro lugar em cada categoria recebe um prêmio de R$ 3 mil, e os melhores do ano em ficção e não-ficção – que só serão revelados em uma cerimônia de entrega no dia 4 de novembro – recebem R$ 30 mil cada. Parte das homenagens do Ano da França no Brasil, foi criada neste ano uma categoria para tradução de obra literária francês-português, com prêmio de R$ 6 mil para o primeiro lugar.

Veja a seguir a lista de vencedores:

Tradução

1º lugar — “A Morte de Empédocles / Friedrich Hölderlin”, Marise Moassaba Curioni (Iluminuras).
2º lugar —“Satíricon”, Cláudio Aquati (Cosac Naify).
3º lugar —“Os irmãos Karamázov – 2 volumes”, Paulo Bezerra (Editora 34).

Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes

1º lugar — “Coleção Princesa Isabel – Fotografia do século XIX”, Bia e Pedro Corrêa Lago (Capivara Editora)
2º lugar — “Árvores notáveis – 200 anos do Jardim Botânico do Rio de Janeiro” (livro e guia de bolsa), Andréa Jakobsson Estúdio Editorial (Andréa Jakobsson Estúdio Editorial)
3º lugar — “Tarsila do Amaral”, Lygia Eluf (Imprensa Oficial do Estado)

Teoria/Crítica Literária

1º lugar —“Monteiro Lobato: livro a livro”, Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini (Editora Unesp / Imprensa Oficial)
2º lugar —“Pensamento e ‘lirismo puro’ na poesia de Cecília Meireles”, Leila V. B. Gouvêa (Editora Universidade de São Paulo)
3º lugar —“Literatura da urgência Lima Barreto no domínio da loucura”, Luciana Hidalgo (Annablume Editora)

Projeto Gráfico

1º lugar —“Fazendas mineiras”, Marcelo Drummond & Marconi Drummond (Cemig)
2º lugar —“A história do Brazil de Frei Vicente de Salvador”, Maria Lêda Oliveira (Versal Editores)
3º lugar —“Isay Weinfeld”, Roberto Cipolla (Bei Editora)

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil

1º lugar —“O matador”, Odilon Moraes (Editora Leitura) – BH
2º lugar —“De passagem”, Marcelo Cipis (Schwarcz)
3º lugar — “Alfabeto de histórias”, Gilles Eduar (Editora Ática)

Ciências Exatas, Tecnologia e Informática

1º lugar — “Introdução à quimica da atmosfera – ciência, vida e sobrevivência”, Ervim Lenzi e Luzia Otilia Bortotti Favero (LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora)
2º lugar — “Fundamentos de metrologia científica e industrial”, Armando Albertazzi G. Jr. e André R. de Souza (Manole)
3º lugar — “Mapa do jogo”, Lucia Santaella e Mirna Feitoza (Cengage Learning Edições)

Educação, Psicologia e Psicanálise

1º lugar —“A voz e o tempo”, Roberto Gambini (Ateliê Editorial)
2º lugar —“Religiosidade e psicoterapia”, Claudia Bruscagin, Adriana Sávio, Fátima Fontes e Denise Mendes Gomes (Editora Roca)
3º lugar — “Educação à distância: o estado da arte”, Fredric Michael Litto (Pearson Education do Brasil)

Reportagem

1º lugar —“O livro amarelo do terminal”, Vanessa Bárbara (Cosac Naify)
2º lugar —“O sequestro dos uruguaios – uma reportagem dos tempos da ditadura”, Luiz Cláudio Cunha (L&P Editores)
3º lugar —“1968 – o que fizemos de nós”, Zuenir Ventura (Editora Planeta do Brasil)

Didático e Paradidático

1º lugar — “História e cultura africana e afro-brasileira”, Nei Lopes (Barsa Planeta Internacional)
2º lugar — “Meu primeiro álbum de piano solo”, Dulce Auriemo (D.A. Produções Artísticas)
2º lugar – “Coleção cidade educadora – diário de bordo do aluno 1 – volume amarelo”, Áureo Gomes Monteiro Júnior, Célia Cris Silva e Júlia Scandiuci Figueiredo (Aymará Edições e Tecnologia)
3º lugar — “Literatura infantil brasileira: um guia para professores e promotores de leitura”, Vera Maria Tietzmann Silva (Cânone Editorial)

Economia, Administração e Negócios

1º lugar — “Valores humanos & gestão. Novas perspectivas”, Maria Luisa Mendes Teixeira (organizadora) (Senac São Paulo)
2º lugar —“Estratégia e competitividade empresarial – inovação e criação de valor”, Luiz Carlos Di Serio e Marcos Augusto de Vasconcelos (Saraiva)
3º lugar — “Meio ambiente e crescimento econômico: tensões estruturais”, Gilberto Dupas (Unesp)

Direito

1º lugar — “Introdução ao pensamento jurídico e à Teoria Geral do Direito Privado”, Rosa Maria de Andrade Nery (Editora Revista dos Tribunais)
2º lugar — “Execução”, José Miguel Garcia Medina (Editora Revista dos Tribunais)
3º lugar — “Código de Processo Civil – comentado artigo por artigo”, Daniel Mitidiero e Luiz Guilherme Marinoni (Editora Revista dos Tribunais)
3ºlugar – “Atual panorama da Constituição Federal”, Carlos Marcelo Gouveia (Saraiva)

Biografia

1º lugar — “O sol do Brasil”, Lilia Moritz Schwarcz (Schwarcz)
2º lugar —“José Olympio, o editor e sua casa”, José Mario Pereira (GMT Editores)
3º lugar —“O santo sujo: a vida de Jayme Ovalle”, Humberto Werneck (Cosac Naify)

Capa

1º lugar — “Moby Dick”, Luciana Facchini (Cosac Naify)
2º lugar —“Jovem Stálin”, João Baptista da Costa Aguiar (Schwarcz)
3º lugar —“Introdução à filosofia”, Rex Design (Editora WMF Martins Fontes)

Poesia

1º lugar —“Dois em um”, Alice Ruiz S. (Editora Iluminuras)
2º lugar —“Antigos e soltos: poemas e prosas da pasta rosa”, Instituto Moreira Salles (Instituto Moreira Salles)
3º lugar —“Cinemateca”, Eucanaã Ferraz (Schwarcz)
3ºlugar – “Outros barulhos”, Reynaldo Bessa (edição do autor)

Ciências Humanas

1º lugar – “História do Brasil – uma interpretação”, Adriana Lopez e Carlos Guilherme Mota (Senac São Paulo)
2º lugar — “Veneno remédio”, José Miguel Wisnik (Schwarcz)
3º lugar — “A aparição do demônio na fábrica”, José de Souza Martins (Editora 34)

Ciências Naturais e Ciências da Saúde

1º lugar — “Fundamentos de dermatologia”, Marcia Ramos-e-Silva e Maria Cristina Ribeiro de Castro (Atheneu)
2º lugar —“Oftalmogeriatria”, Marcela Cypel e Rubens Belfort Jr. (Editora Roca)
3º lugar — “Guia de propágulos & plântulas da Amazônia”, José Luís Campana Camargo et al (Inpa)

Contos e Crônicas

1º lugar — “Canalha! – crônicas”, Fabricio Carpinejar (Bertrand Brasil)
2º lugar —“Ostra feliz não faz pérola”, Rubem Alves (Planeta do Brasil)
3º lugar —“Os comes e bebes nos velórios das gerais e outras histórias”, Déa Rodrigues da Cunha Rocha (Auana Editora)

Infantil

1º lugar — “A invenção do mundo pelo Deus-Curumim”, Braulio Tavares (Editora 34)
2º lugar —“No risco do caracol”, Maria Valéria Rezende e Marlette Menezes (Editora)
3º lugar — “Era outra vez um gato xadrez”, Leticia Wierzchowski (Record)

Juvenil

1º lugar —“O fazedor de velhos”, Rodrigo Lacerda (Cosac Naify)
2º lugar —“Cidade dos deitados”, Heloisa Prieto (Cosac Naify)
3º lugar —“A distância das coisas”, Flávio Carneiro (Edições SM)

Romance

1º lugar — “Manual da paixão solitária”, Moacyr Scliar (Schwarcz)
2º lugar — “Órfãos do Eldorado”, Milton Hatoum (Schwarcz)
3º lugar — “Cordilheira”, Daniel Galera (Schwarcz)

Tradução de obra literária Francês-Português

1º lugar — “O conde de Monte Cristo”, André Telles e Rodrigo Lacerda (Jorge Zahar Editor)
2º lugar — “Topografia ideal para uma agressão caracterizada”, Flávia Nascimento (Estação Liberdade)
3º lugar — “A elegância do ouriço”, Rosa Freire D’aguiar (Schwarcz)

G1

[Notícias] Câmara Brasileira do Livro divulga finalistas do 51º Prêmio Jabuti

Categoria: Comunicados e Notícias, Informação e Cultura

premiojabutinoticia [Notícias] Câmara Brasileira do Livro divulga finalistas do 51º Prêmio Jabuti

Maior concurso literário do país premiará 21 categorias. Premiados em cada uma delas serão conhecidos em 29 de setembro.

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou nesta quinta-feira (19) os finalistas do 51º Prêmio Jabuti, um dos mais importantes da literatura no Brasil. Neste ano, o maior concurso literário do país premiará 21 categorias. Confira a lista completa no site www.premiojabuti.org.br

Entre os romances classificados estão “Flores azuis”, de Carola Saavedra, “Cordilheira”, de Daniel Galera, “Satolep”, de Vitor Ramil, e “Manual da paixão solitária”, de Moacyr Scliar.

Na categoria livro-reportagem foram selecionadas as obras “1968 – O que fizemos de nós”, de Zuenir Ventura, “Casadas com o crime”, de Josmar Jozino, “O olho da rua”, de Eliane Brum, entre outras.

Os três premiados em cada categoria serão conhecidos no dia 29 de setembro.   Os melhores livros do ano em ficção e não-ficção somente serão conhecidos na cerimônia de premiação, marcada para o dia 4 de novembro, na Sala São Paulo.

Fonte: G1

Conheça as categorias:

01. Tradução
02. Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes
03. Teoria/Crítica Literária
04. Projeto Gráfico
05. Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil
06. Ciências Exatas, Tecnologia e Informática
07. Educação, Psicologia e Psicanálise
08. Reportagem
09. Didático e Paradidático
10. Economia, Administração e Negócios
11. Direito
12. Biografia
13. Capa
14. Poesia
15. Ciências Humanas
16. Ciências Naturais e Ciências da Saúde
17. Contos e Crônicas
18. Infantil
19. Juvenil
20. Romance
21. Tradução de obra literária Francês-Português

[Literatura] Livro 50 anos do Prêmio Jabuti – Câmara Brasileira do Livro

Categoria: Letras, Técnicos e Científicos

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Após o árduo e difícil trabalho dos jurados, ano a ano, por cinco décadas ininterruptas, foram cinqüenta noites iluminadas de glamour promovendo o encontro de escritores, escritoras, editores, jornalistas, leitores.

Convidamos agora todos os apreciadores do Jabuti a penetrarem nesta história tão incrível através deste revelador livro, que também se constitui num álbum fotográfico do nosso querido Jabuti. Participe você também da festa dos 50 anos. Conheça os livros vencedores, seus autores e autoras, seus editores… Delicie-se com as letras oferecidas tão graciosa e gentilmente. Deixe que uma viagem livre no espaço-tempo do Jabuti permita a experiência da rica e agitada história do nosso país em cinco décadas.

Mudaram as roupas, penteados, bigodes, óculos, posturas… Permanece a caminhada do Jabuti nestes 50 anos tão decisivos do Brasil, promovendo a excelência literária, o vigor do mercado editorial. Anos dourados, anos de chumbo, redemocratização… O Jabuti acompanha a história nacional, o Jabuti fez e faz a história do livro no Brasil. Centenas de faces fazem a história dos 50 anos do Jabuti… Milhares de letras que engrandecem leitores e educam gerações. O Prêmio projeta nossa língua-mãe, o português, com arte, criatividade, inspiração. O Jabuti recolhe Jabuti 50 Anos ano a ano o ‘biscoito fino’ de nossa produção editorial, para que mais brasileiros e brasileiras descubram que não ‘só de pão vive o homem’. Revela riqueza infinita a ser distribuída. A cbl, entre tantas ações, quer realizar o sonho de um país de leitores através do Jabuti que há 50 anos inicia sua caminhada e apresenta ano a ano o melhor da produção editorial nacional. A cbl cumprindo sua missão, promovendo o livro, a literatura e a leitura. Bem vindos à festa do Jabuti e que nas próximas cinco décadas, o prêmio possa crescer ainda mais, num país de muito futebol, mas também, muitas letras e cultura.

José Luiz Goldfarb
Curador do Prêmio Jabuti

Livro 50 anos do Prêmio Jabuti – Câmara Brasileira do Livro

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