[Comunicação] Redes Sociais e Eleições 2010 – Vários autores

Categoria: Ciências Políticas e Sociais, Comunicação, Técnicos e Científicos

midias sociais [Comunicação] Redes Sociais e Eleições 2010   Vários autores

Com 23 artigos de articulistas convidados e selecionados, o ebook “Mídias Sociais e Eleições 2010” é a segunda publicação do tipo lançada pela PaperCliQ. Ano passado o ebook “#MídiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões” movimentou a web brasileira.

Artigos presentes nesse livro:

  1. Redes sociais e eleições em 2010 (Murilllo de Aragão)
  2. De @Candidato para @Eleitor. Enter! (Leandro Mazzini)
  3. Mídias Sociais e as Eleições Brasileiras de 2010 (Carlos Manhanelli)
  4. A influência da campanha Obama nas eleições brasileiras de 2010 (Mariana Oliveira)
  5. Comunidades do Orkut sobre Presidenciáveis nas Eleições Brasileiras de 2010 (Ruan Brito)
  6. O papel da militância através das redes sociais durante as eleições (Gil Castillo)
  7. Democracia, eleições e redes sociais online: uma possibilidade de pluralização do diálogo (Nina Santos)
  8. Branded Content nas Eleições 2010 (Danila Dourado)
  9. Interface entre Jogos Sociais e Política: Oportunidades e Estratégias de Diferenciação(Marcel Ayres e Renata Cerqueira)
  10. Monitoramento de Conversações sobre Políticos: prática, limites e possibilidades (Tarcízio Silva)
  11. Blog do Terra sobre Mídias Sociais e Eleições (Ana Brambilla)
  12. A cobertura da primeira campanha on line na redação de A TARDE (Larissa Oliveira)
  13. Controle e Espetáculo – Privacidade & Transparência na Política e Eleições (Martha Gabriel)
  14. A interação e a mobilização nas redes sociais dos três principais presidenciáveis (Ana Maria Bicca da Silva e Elaine Fronza)
  15. Candidatos Virtuais: O oficial e o oficioso no ciberespaço (Natália de Oliveira Santos, Anna Paula Castro Alves, Carolina Tomaz Batista, Adriana Cristina Omena Dos Santos)
  16. O papel do blogueiro e o engajamento espontâneo nas eleições (Sueli Dantas Bacelar)
  17. O Twitter e as Campanhas Políticas: Uma Análise da Conversação dos Presidenciáveis(Gabriela da Fonseca)
  18. O Uso do Twitter pelos Presidenciáveis (Andréia da Silva Martins)
  19. Participação política na Era Digital: um estudo de caso das #Eleições2010 (Patrícia Gonçaves Rossini)
  20. Midias sociais e a aproximação do eleitor com o candidato (Claudiana Santos Silva)
  21. A campanha virtual pode ser igual para todos os candidatos? (Fernanda Fabian)
  22. Política? “E eu com isso?” (Samantha Shiraisi)
  23. A relação entre redes sociais na internet e o certame eleitoral no Brasil (Luiz Marcos Ferreira Júnior)

Redes Sociais e Eleições 2010

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[Comunicação] #MídiasSociais: Perspectivas, tendências e reflexões

Categoria: Comunicação, Técnicos e Científicos

midiassociais [Comunicação] #MídiasSociais: Perspectivas,  tendências e reflexões

Com o intuito de fomentar o debate sobre a comunicação digital, acaba de ser lançado o ebook #MidiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões. O material busca sistematizar conhecimentos sobre a área, discutindo temas como Monitoramento Online, Transmídia, Assessoria Política, Geolocalização, Novos Modelos de Negócios, CoolHunting etc.

Seção Primeiros Passos
Ações de Marketing com grupos de referência e influenciadores no contexto das mídias sociais – Patrícia Moura
Redes sociais, um negócio feito por pessoas – Ivan Botero
Construindo uma rede social especializada – Antônio Novaes
Planejar é mais que preciso! – Rosário Pompéia

Seção Inteligência Coletiva
Coolhunting: utilizando as mídias sociais para identificar tendências – Renata Cerqueira
Monitoramento de Marcas e Conversações: alguns pontos para discussão – Tarcízio Silva

Redes sociais e inteligência de mercado – Henrique Puccini

Seção Política
Criação e manutenção de perfis políticos online: uma experiência prática – Nina Santos
Netizens e prosumers: novas mídias, co-criação e consumerismo político – Izabela Domingues

Seção Educação
Extrapolando as barreiras das salas de aula: utilização das redes sociais como ferramenta estratégica para produtos educacionais: o caso da #posmktdig – Nino Carvalho
Mídias sociais e educação: foco na informação e na interação – Mirna Tonus e Marlon Costa
Redes Sociais e Aprendizagem Informal: empregando as perspectivas dos sites de redes sociais para compreender a aprendizagem informal – Ana Terse Soares

Seção Novas Mídias
Sociogeolocalização no Marketing Digital: o caso Foursquare – Marcel Ayres
Branding Transmídia – Marcela Costa

Seção Economia
Modelos de negócio nas mídias sociais: Todos os holofotes são para os usuários – Danila Dourado
Coletivos Criativos e Voluntariado: novas abordagens de mídia e inovação na era dos Prosumers – Gilber Machado

Seção Ambiente Corporativo
Comunicação organizacional em tempos de mídias sociais – Carol Terra
Redes sociais corporativas: as possibilidades de relacionamento e gestão de conhecimento na web – Mariana Oliveira

#MídiasSociais: Perspectivas,  tendências e reflexões

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[Papo Cabeça] Por que não apostar em qualquer número que se vende por aí?

Categoria: Informação e Cultura, Papo Cabeça

numbers [Papo Cabeça] Por que não apostar em qualquer número que se vende por aí?

Durante esta semana, a E-Life publicou um estudo sobre os hábitos dos internautas brasileiros em relação às Mídias Sociais. Uma das coisas interessantes de se ver é que o Twitter é bastante expressivo em lembrança entre a parcela mais heavy user de Internet, sendo o primeiro serviço lembrado por 38,5% dos entrevistados, sendo que pouco mais de 80% dos respondentes já possuem cadastro nele e 86% destes usuários fazem uso quase diário da ferramenta.

Conclusão interessante? Sim, se levarmos em consideração que outros serviços como o Orkut, YouTube, Facebook e afins têm espaço entre os internautas entrevistados, mas, apesar de já serem conhecidos até há mais tempo do que o Twitter, não possuem a mesma freqüência de uso.

Daí a considerarmos o Twitter a mídia social mais utilizada no Brasil, como ousaram afirmar o blog do Portal Exame (com o qual fiz contato) e a Época Negócios, existe uma grande diferença.

Como eu disse, eu entrei em contato com a repórter do Portal Exame via comentário, porque a reportagem continha dados errados: o texto original de Luiza Dalmazo fazia uma grosseira comparação entre o costume de uso entre Twitter e o Orkut. Afirmava o texto que a maior parte dos usuários do Twitter o utilizavam de 5 a 7 vezes por semana, enquanto os de Orkut utilizavam de 2 a 4 vezes. Eu chamo de grosseiro porque o gráfico que ilustra o post já desmentia de cara o parágrafo, apontando que mais de 72% dos usuários do Orkut o acessavam quase diariamente.

Então a repórter trocou o texto e respondeu-me via e-mail que passaria a utilizar estas porcentagens. Tendo em vista que o título continuava a querer mostrar que o Twitter havia passado o Orkut como “mídia social mais usada do Brasil”, respondi ao e-mail dela com mais alguns questionamentos, que agora trago ao leitor do Brainstorm #9.

O estudo aponta uma ligeira “liderança” na questão de uso diário do Twitter, mas é ligeira. Se considerarmos que o estudo deve ter uma margem de erro, podemos até chamar de empate técnico. Como? 86 contra 72 pontos percentuais? Não: 86% dos 80% que responderam ter Twitter contra 72% dos quase 90% que responderam ter Orkut.

Mas a anomalia da manchete da notícia não pára aqui. Uma outra pesquisa, um pouco mais abrangente, feita pelo Comitê Gestor de Internet do Brasil serviria para acabarmos de vez com esta brincadeira. Ao compararmos o perfil socioeconômico e a distribuição da população pelo território brasileiro da amostra da pesquisa da E-Life com a amostra da pesquisa TIC Domicílios 2008, fiel à real distribuição existente no Brasil, temos um choque: o público majoritário da pesquisa da E-Life corresponde a 1% da amostra de pesquisa do Comitê Gestor de Internet do Brasil.

Aí é só começar a pegar uns números por lá para continuar a surra nesta manchete surreal: ninguém perguntou ao pessoal da classe C (51% dos entrevistados da TIC Domicílios, sendo que 46% deles acessam diariamente a Internet e, segundo dados da Telefônica, já formam mais de 30% da base de Speedy e 80% das vendas atuais do serviço de banda larga) qual é o serviço que eles usam mais. Aí fica difícil.

É preocupante ver como anda a interpretação de dados por aí…

Mais sensato foi o G1 em apontar o Twitter como o queridinho da classe A ou a própria E-Life, em tirar como conclusão que 4 serviços podem ser destacados como os preferidos pela amostra.

Eu me pergunto se estariam todos os profissionais especializados em Internet dispostos a relatar dados sem maquiar um numerozinho sequer e se estariam todos os clientes de agências, ávidos por esta “novidade” chamada Mídias Sociais, preparados para filtrar montagens tendenciosas de gente querendo empurrar engodos como planos estratégicos ou querendo dar o furo do ano. Estariam?

A existência de tantos gurus de Mídias Sociais neste Brasilzão de Deus, a tentativa eloqüente da imprensa de tornar o Twitter o serviço mais popular do país e o número de retweets que a notícia com manchete equivocada teve dão dicas da resposta…

Via Brainstorm9

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