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[Administração] Guia de sobrevivência para Micro e Pequenas Empresas – Governo Federal

Categoria: Administração e Negócios, Técnicos e Científicos

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O governo federal lançou o “Guia de Sobrevivência para MPEs“, resultado de uma ação conjunta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), do Fórum Permanente das Micro e Pequenas Empresas, do Ministério da Justiça e do Instituto Recupera Brasil.

O objetivo da publicação é tentar diminuir o número de empresas que fecham as portas no primeiro ano de vida, problema que atinge 27% dos novos empreendimentos no Brasil, segundo pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A cartilha traz dicas de planejamento, saúde financeira, crises e recuperação judicial.

A cartilha lembra que estudo do Sebrae mostra que o Brasil tem aproximadamente seis milhões de microempresas e empresas de pequeno porte e que, por este motivo, está no topo da lista de países mais empreendedores do mundo. “Este total de empresas corresponde a 97% de todas as empresas existentes no país, sendo apenas 3% do total formado por empresas médias e grandes”, diz o documento.

Segundo a cartilha do governo, são as microempresas, e as empresas de pequeno porte, que movimentam a economia nacional, empregando cerca de 52% de todos os trabalhadores urbanos do país (aproximadamente 13 milhões de empregos com carteira assinada) e geram 20% do PIB brasileiro.

Guia de sobrevivência para Micro e Pequenas Empresas – Governo Federal

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[Numismática] Livro das Moedas do Brasil – 12ª Edição – 1643 até o presente

Categoria: Administração e Negócios, História Geral, Técnicos e Científicos

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Em 1978, foi lançada no Brasil a 1ª. edição do então “Catálogo de Moedas do Brasil”, todo elaborado em São Paulo e composto e montado em Portugal, Esse catálogo revolucionou o mercado numismático pela sua ousadia em quebrar o padrão dos catálogos que eram até então editados e, já naquele tempo, pela sua esmerada qualidade gráfica, apresentando as moedas em seu tamanho natural.

O autor dessa façanha foi um filho de imigrantes italianos, que nasceu em São Paulo, no dia 6 de setembro de 1924 e trabalhou durante muito tempo na indústria metalúrgica de sua família.

Colecionador de moedas desde 1962, iniciou-se no comércio numismático na Praça da República, em São Paulo, tendo montado, em 1968, seu primeiro escritório numismático na rua Barão de Paranapia-caba, passando depois para a rua Tabatinguera, até que em 1974 mudou-se para a rua Senador Feijó nº 69, por onde passaram muitas das moedas e cédulas raras que estão nas melhores coleções do Brasil e do Exterior.

Arnaldo Russo, esse homem de modos rudes, mas de coração abençoado, faleceu em São Paulo no dia 8 de abril de 2008 mas deixou, como seu legado, essa sua criação, já com 30 anos de vida e que, nesta 12a. edição, continuará orientando e formando as próximas gerações dos colecionadores brasileiros.

Livro das Moedas do Brasil – 12ª Edição – 1643 até o presente

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[Revista] The Economist – Brazil Takes Off (O Brasil Decola)

Categoria: Revistas Semanais e Mensais

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A edição desta quinta-feira (12) da revista The Economist traz artigo de capa sob o título “O Brasil decola”. Em editorial, a publicação fez elogios ao desenvolvimento recente do País, mas afirma que o maior risco para o grande sucesso da América Latina é a prepotência.

O artigo começa com a história da formação do acrônimo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China, que em inglês também pode significar tijolo) pelo Goldman Sachs. No começo, muitos foram críticos à presença da letra B. Agora, “o ceticismo parece fora de lugar”, descreve a publicação.

Segundo as previsões, em algum lugar na década após o ano de 2014 – muito antes do que o Goldman foi capaz de prever, acrescenta a revista – o Brasil deve passar a ocupar o lugar de quinta maior economia mundial, ultrapassando Inglaterra e França.

O Brasil já fez sua entrada no palco mundial, conclui, mencionando como símbolo a campanha vitoriosa do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016, apenas dois anos após a realização da Copa do Mundo de futebol no País.

China
A Economist também aproveitou pra fazer críticas sutis à China. Em determinado momento, a publicação cita que, em muitos aspectos, o Brasil ultrapassou os outros BRICs. “Ao contrário da China, o País é uma democracia”, declara. Em sua conclusão, diz que a “decolagem é ainda mais admirável porque foi alcançada através de reformas e decisões democráticas. Se ao menos a China pudesse dizer o mesmo.”

Virtude e Defeitos
Em resumo, o crescimento brasileiro foi considerado não repentino, mas contínuo. A matéria cita que os primeiros passos foram dados quando um novo plano econômico foi capaz de domar a inflação, o Banco Central ganhou autonomia, houve a privatização de indústrias e a economia se abriu à entrada de capital externo.

A revista cita Vale, Petrobras, Gerdau e JBS como exemplos de multinacionais que foram capazes de florescer neste ambiente. Mas, “assim como seria um erro subestimar o Brasil, também seria errado ignorar suas fraquezas”. E aí a revista cita o aumento da folha de pagamento do governo em 13% desde setembro de 2008, os problemas com educação e infraestrutura (que já inclui o apagão da última terça-feira) e a violência.

“O importante é que o país não seja tão orgulhoso a ponto de achar que não é necessário resolver suas pendências, diz a revista. O desafio para o sucessor de Lula é encarar os problemas que ele sentiu ser capaz de ignorar. Um deles é a excessiva burocracia no País. “O resultado da eleição pode determinar a velocidade com que o Brasil vai avançar na era pós-Lula. De qualquer maneira, o país parece estar no rumo certo”. Infomoney.

The Economist – Brazil Takes Off (O Brasil Decola)

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[Sociologia] O Ócio Criativo – Domenico de Masi

Categoria: Ciências Políticas e Sociais, Técnicos e Científicos

ocio criativo [Sociologia] O Ócio Criativo   Domenico de Masi


Porque a maioria das pessoas não consegue melhorar o nível de vida com sua profissão? E por que não são felizes com aquilo que fazem profissionalmente?

A resposta pode estar na forma pelo qual a maioria empresas e pessoas são gerenciadas, isto é, por um modelo de negócio do início do século 20, na qual as pessoas não se sentem a vontade. As pessoas precisam de um novo ambiente onde possam ser felizes e produtivas.

Em seu novo livro, De Masi demonstra sua insatisfação com o modelo social centrado na idolatria do trabalho. Para ele, o futuro pertence a quem sabe mesclar trabalho, estudos, atividades lúdicas e tempo livre.

O Ócio Criativo – Domenico de Masi

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[Economia] Novíssimo Dicionário de Economia – Paulo Sandroni

Categoria: Exatas, Técnicos e Científicos

novissimodicionariodeec [Economia] Novíssimo Dicionário de Economia   Paulo Sandroni

Nesta 1.ª edição do Novíssimo Dicionário de Economia, foram incorporados cerca de 1500 verbetes novos, relacionados com as mudanças na economia brasileira depois do Plano Real (mesmo com o risco de rápida obsolescência), com as conseqüências do processo de globalização, as crises do Sudeste Asiático, os ataques especulativos, as análises do risco e da incerteza, o nascimento do Euro, biografias de economistas nacionais e estrangeiros e, também, com a nossa formação histórica, econômica e financeira. Embora já tenhamos ultrapassado os 4mil verbetes, o dicionário é obra aberta, que não comporta ponto final. Como também é obra essencialmente coletiva, esperamos continuar contando com o apoio e as críticas dos leitores, indispensáveis para o aprimoramento futuro de nosso trabalho.

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