[Revista] The Economist – Brazil Takes Off (O Brasil Decola)
Postado por: PDL / Categoria: Revistas Semanais e Mensais![[Revista] The Economist Brazil Takes Off (O Brasil Decola) theeconomistbraziltakes [Revista] The Economist Brazil Takes Off (O Brasil Decola)](http://img4.imageshack.us/img4/549/theeconomistbraziltakes.jpg)
A edição desta quinta-feira (12) da revista The Economist traz artigo de capa sob o título “O Brasil decola”. Em editorial, a publicação fez elogios ao desenvolvimento recente do País, mas afirma que o maior risco para o grande sucesso da América Latina é a prepotência.
O artigo começa com a história da formação do acrônimo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China, que em inglês também pode significar tijolo) pelo Goldman Sachs. No começo, muitos foram críticos à presença da letra B. Agora, “o ceticismo parece fora de lugar”, descreve a publicação.
Segundo as previsões, em algum lugar na década após o ano de 2014 – muito antes do que o Goldman foi capaz de prever, acrescenta a revista – o Brasil deve passar a ocupar o lugar de quinta maior economia mundial, ultrapassando Inglaterra e França.
O Brasil já fez sua entrada no palco mundial, conclui, mencionando como símbolo a campanha vitoriosa do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016, apenas dois anos após a realização da Copa do Mundo de futebol no País.
China
A Economist também aproveitou pra fazer críticas sutis à China. Em determinado momento, a publicação cita que, em muitos aspectos, o Brasil ultrapassou os outros BRICs. “Ao contrário da China, o País é uma democracia”, declara. Em sua conclusão, diz que a “decolagem é ainda mais admirável porque foi alcançada através de reformas e decisões democráticas. Se ao menos a China pudesse dizer o mesmo.”
Virtude e Defeitos
Em resumo, o crescimento brasileiro foi considerado não repentino, mas contínuo. A matéria cita que os primeiros passos foram dados quando um novo plano econômico foi capaz de domar a inflação, o Banco Central ganhou autonomia, houve a privatização de indústrias e a economia se abriu à entrada de capital externo.
A revista cita Vale, Petrobras, Gerdau e JBS como exemplos de multinacionais que foram capazes de florescer neste ambiente. Mas, “assim como seria um erro subestimar o Brasil, também seria errado ignorar suas fraquezas”. E aí a revista cita o aumento da folha de pagamento do governo em 13% desde setembro de 2008, os problemas com educação e infraestrutura (que já inclui o apagão da última terça-feira) e a violência.
“O importante é que o país não seja tão orgulhoso a ponto de achar que não é necessário resolver suas pendências, diz a revista. O desafio para o sucessor de Lula é encarar os problemas que ele sentiu ser capaz de ignorar. Um deles é a excessiva burocracia no País. “O resultado da eleição pode determinar a velocidade com que o Brasil vai avançar na era pós-Lula. De qualquer maneira, o país parece estar no rumo certo”. Infomoney.
The Economist – Brazil Takes Off (O Brasil Decola)
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Tags: Economia, The Economist










novembro 14th, 2009 at 17:18
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dezembro 20th, 2009 at 9:58
YES, WE CAN…
dezembro 21st, 2009 at 18:47
É preciso notícias como essa para q nos brasileiros reconheçamos o q existe de bom no Brasil, incluindo nosso presidente, frequentemente ridicularizado pela facção intelectualóide.
abril 1st, 2010 at 17:40
Oh glória a Deus. Nossa tava querendo mesmo dar uma olhada nesse especial do The Economist. Muito bom, valeu por ter postado.
Viva a democratização da informação
\o/ \o/
maio 8th, 2010 at 18:58
Vale a pena complementar que os motivos citados pela revista para o desenvolvimento do país foram o contrle da inflação, as privatizações etc…
Detalhe, todos essas mudanças ocorreram no governo Fernando Henrique. Não que eu esteja protejendo o PSDB, mas muita gente acha que o Lula é o carro-chefe dessa coisa toda…mitificou-se um presidente por um processo que vem sendo feito à anos.
Nosso país ainda tem muito o que aprender…
julho 10th, 2010 at 18:47
Mesmo assim, a diferença chega a ser grotesca, o FHC teve 4 anos pra colher os frutos do Real e das privatizações (que no caso não concordo muito com a revista não) e só levou o Brasil pro buraco!
julho 11th, 2010 at 22:40
Julgar é sempre difícil,cada Presidente agiu de uma maneira, mais acho que um completou o trabalho do outro, estamos no caminho, precisamos nos unir e exigir atenção a saúde e educação e claro ficha limpa neles. Vamos ficar de olho.
julho 16th, 2010 at 20:54
A revista The Economist não passa de um panfleto liberal, cujas posições refletem tão-só os interesses anglo-saxões. Evidentemente ela falou bem do Brasil, já que o país segue à risca o modelo macroeconômico liberal que tanto lhes interessa. É uma ingenuidade debater a quem se deve a atual conjuntura brasileira, se a FHC ou a Lula, porque ambos defendem o mesmo programa, com uma variação programática tão sutil quanto a que dintingue republicanos de democratas nos EUA. Condeno FHC por aceitado esse modelo de (sub)desenvolvimento e Lula por ter-lhe dado continuidade; elogiar o Brasil pelos parcos e efêmeros ganhos econômicos que vem tendo é desconhecer a que se devem e a quem beneficiam.
julho 24th, 2010 at 16:27
E o Brasil só nao é bem maior por causa do nosso amiguinho Collor