Lançamento PDL – Mundo Estranho, Junho de 2010. Exclusivo!

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Uma exclusividade PDL, sempre lançando com qualidade.

Como é feita a Mundo Estranho?
Por que mulheres e crianças têm prioridade em situações de emergência?
Qual é o maior castelo de cartas do mundo?
Como é feito um álbum de figurinhas?
Por que há tanta diferença de sotaques no Brasil?
Há quantas moedas paralelas no Brasil?
Como se traduz um título de filme?
O que é sinestesia?
Por que picada de pernilongo coça?
Por que algumas vezes as mulheres ficam de “farol aceso”?
O sal de fruta, que combate o mal-estar, tem sal e fruta mesmo?
Como seria a batalha entre os dois porta-aviões mais poderosos do mundo?
Matar cachorro é crime?
A caatinga corre risco de sumir?
Por que, nos desertos, faz tanto calor de dia e tanto frio à noite?
Que clube cedeu mais jogadores para a seleção brasileira em Copas?
Como surgiu o muay thai?

CarimboPDL100PX Lançamento PDL – Mundo Estranho, Maio de 2010. Exclusivo!

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Revista Mundo Estranho – Junho de 2010

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[Promoção] Ganhe um Ipad ou 100 livros

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[Papo Cabeça] Mercado Editorial – O incerto caminho dos novos escritores até a publicação

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Em enquete com 60 escritores, levantamos os dilemas enfrentados por autores em busca de editoras

 [Papo Cabeça] Mercado Editorial   O incerto caminho dos novos escritores até a publicação

Anos atrás, o editor Paulo Roberto Pires presenciou uma inflamada discussão acerca do excesso de autores estreantes que as grandes editoras andariam colocando no mercado. Ele sabia que, a qualquer momento, um dos críticos poderia apontá-lo entre os culpados pelo que seria “falta de parcimônia” editorial. Como jornalista cultural, depois um dos organizadores da primeira Flip (2003) e, por fim, editor em duas das maiores casas publicadoras do País, a Planeta e a Ediouro, ele apresentou a um público mais abrangente alguns dos principais nomes da Geração 00, como João Paulo Cuenca, Joca Reiners Terron e Santiago Nazarian.

Pires não considera isso negativo. “Se um escritor é bom ou ruim, o tempo é quem diz. Era preciso sacudir o mercado naquele momento em que era enorme a diferença entre o que se editava e o que se via de interessante na internet.” O fato é que atitudes como a dele ajudaram a estimular a aceitação a novos autores. “A internet alterou o perfil do lançamento de um estreante”, avalia Vivian Wyler, gerente editorial da Rocco. “Está mais fácil ser autor agora do que quando quem badalava sua obra era visto com desconfiança, como se não tivesse a pátina correta de eruditismo. Hoje, ninguém vai criticar quem quer estar onde os leitores estão. As feiras literárias estão aí para provar.”

A exposição só não alterou o fato de que a publicação por uma grande editora marca, em geral, o momento em que tudo muda na trajetória de quem quer viver de literatura – ou se tornar uma pessoa jurídica, como diz Cristovão Tezza, que pôde parar de dar aulas e viver apenas em razão de seus livros desde que O Filho Eterno, publicado pela Record, abocanhou quase todos os prêmios literários de 2008. “É importante a recepção que o livro tem quando vem de uma grande. As pessoas olham diferente para um livro da Companhia das Letras, por exemplo”, diz Antonio Prata, que ingressou nesse olimpo literário em 2003, com As Pernas da Tia Coralina, publicado pela Objetiva.

O Sabático resolveu saber dos próprios autores qual o impacto de uma grande editora em sua carreira, como foi o caminho até ela e como se sentem a respeito numa época em que, cada vez mais, surgem boas casas de pequeno ou médio porte no País – como a 34, a Iluminuras e a Ateliê Editorial, só para ficar em três exemplos. Numa espécie de pesquisa informal, enviamos pequenos questionários a quase 70 escritores de todas as idades, dos quais 60 aceitaram participar. As questões foram feitas em cima do primeiro título lançado com distribuição nacional e grande alcance de divulgação. E que, na maior parte dos casos, não foi o primeiro que tiveram editado – Lya Luft, por exemplo, escreveu o primeiro livro 13 anos antes de chegar à Record, onde virou best-seller com As Parceiras, em 1980; Ana Miranda escreveu dois de poesias por editoras pequenas e ficou 10 anos retrabalhando o mesmo romance até enviar os originais de Boca do Inferno para a Companhia das Letras – foram mais de 200 mil exemplares desde 1989.

É claro, o caminho é bem mais rápido para quem não se dedica a outros trabalhos antes, como Lya, ou não se debruça tanto tempo sobre a mesma obra, como Ana. As duas, que estrearam em grande editora com 40 e 37 anos, respectivamente, estão acima da média de idade que os participantes da enquete tinham quando chegaram lá, 34 anos. Quase um quarto dos escritores (23%) conseguiu fechar um contrato no mesmo ano em que terminou de escrever o primeiro livro – apostas em iniciantes, como no caso dos autores editados por Paulo Pires, ajudam a engrossar esse número; prêmios literários e publicações anteriores de contos em periódicos e antologias também.

Mas um número parecido (20%) esperou mais de uma década desde as primeiras tentativas literárias até receber um convite de uma grande editora. Caso de gente como Affonso Romano de Sant’Anna (que esperou 22 anos até, aos 38, ter Poesia sobre Poesia publicado pela Imago), Cristovão Tezza (17 anos tendo obras recusadas até Traposair pela Brasiliense) e Marcelo Mirisola (15 anos escrevendo livros até ser convidado pela Record a lançar Joana a Contragosto).

Mas Mirisola, assim como Marcelino Freire e outros escritores, já era conhecido quando teve o romance editado pela maior editora do País. O reconhecimento chegou com Fátima Fez os Pés para Mostrar na Choperia, que a Estação Editorial, uma editora de médio porte, publicou em 1998. “No meu caso, não mudou nada”, diz o paulistano sobre o título que saiu pela Record. Tanto que, depois disso, voltou para uma editora média, a 34, e em breve terá um infantil (a quatro mãos com Furio Lonza) pela Barcarolla.

Indicações

Só quatro dos 60 autores (Mirisola, Ana Miranda, João Almino e Tiago Melo Andrade) disseram que recomendações feitas por outros escritores ou pessoas próximas não facilitam o caminho para um iniciante. Tirando um ou outro que preferiu não emitir opinião a respeito, a grande maioria respondeu ao Sabático que a indicação abre portas, sim – mas todos ressalvaram que apenas permite aos manuscritos uma mãozinha para chegar logo ao topo da pilha de originais. Vinte e um dos autores disseram que escreveram a convite – está certo que boa parte deles já era algo conhecida por textos em antologias, periódicos ou editoras pequenas. Outros 38 afirmaram que enviaram originais; desses, 24 conheciam o editor ou tiveram a tal recomendação, e os 14 restantes afirmaram só ter oferecido os originais nas editoras. E uma única, dentre os 60, recorreu a um agente – Ana Maria Machado, publicada pela Francisco Alves, uma das grandes em 1983. “Nos EUA, é mais comum iniciantes contratarem agentes. Por aqui é raro o autor se arriscar a pagar um agente sem a certeza da publicação; isso só costuma acontecer quando eles já estão com carreira mais estabelecida”, diz a editora Izabel Aleixo.

Por curiosidade, metade dos 38 autores que foram bem-sucedidos após enviar originais preferiram fazê-lo para uma só editora – uma espécie de ética que as casas publicadoras não exigem e que pode acabar sendo um problema para quem aspira ser editado. Luciana Villas Boas, diretora editorial da Record, por exemplo, diz que não vê mais originais em papel não solicitados. “Não há como. Se vem um e-mail, a gente até se situa. Se achar que a carta está bem feita e que existe um mínimo de potencial, vai para leitura. Recebo uns 25 emails por mês, sem falar nos que recebem todos os outros editores, e uma quantidade absurda de papel que não serve para nada.”

Vivian Wyler, gerente editorial da Rocco, diz que passam de 150 os originais que chegam por mês à editora. A Rocco não veta os que chegam em papel, mas exige que todos venham gravados em CD – se o autor quiser mandar a impressão em anexo, fica por conta dele. “E, vou te dizer uma coisa, 98% dos livros. logo nas primeiras páginas, senão na carta de apresentação, você vê que não é um livro de verdade. Não falo nem de regras gramaticais, e sim de um mínimo de estilo, de consciência literária”, diz Izabel Aleixo, ex-diretora editorial da Nova Fronteira, que acaba de assumir cargo na Paz e Terra. Isso faz com que bons livros se percam na montanha de aspirações literárias. E é aí que entra a recomendação. Não porque vá privilegiar alguém, mas porque permite a triagem.

Mas nem todos são adeptos da fidelidade. Elvira Vigna, ao terminar O Assassinato de Bebê Martê, abriu um catálogo do Snel (sindicato dos editores) e mandou uma cópia do romance a cada editora cujos nome reconheceu. Em menos de um mês, recebeu a resposta de uma das melhores do País, a Companhia das Letras. Nelson de Oliveira também mandou seus contos de estreia para cerca de 20 editoras, mas precisou esperar oito anos, ganhar um prêmio, o Casa de Las Americas, e ser recomendado por um dos jurados, Rubem Fonseca, para publicar pela mesma casa Naquela Época Tínhamos um Gato>. Hoje, voltou a publicar por pequenas editoras: “Não há mais muita diferença. Em geral, as pequenas se profissionalizaram.” Ignácio de Loyola Brandão, que mandou cópias de seu Depois do Sol para 13 editoras, recebeu cartas padrões de quase todas e uma que não esqueceu, da Civilização Brasileira: “O autor escreve como quem mija.” “Achei até que era elogio, mijar é um ato natural”, conta. Acabou sendo publicado logo pela Brasiliense – e o editor Caio Graco, lembra Ignácio, aceitou a obra sem nem fazer reparos de edição.

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Autores falam sobre o primeiro livro

“Já na Ateliê (de médio porte), com o Angu de Sangue, em 2000, minha vida literária mudou. Fui bastante resenhado, divulgado. Não sou desses que ficam com a bunda na cadeira, reclamando de editor”

Marcelino Freire

“As pessoas olham diferente para um livro da Companhia das Letras, por exemplo. Se fica mais fácil? Creio que sim. Mas não acho que no Brasil publicar seja problema. Isso é fácil. Difícil é vender”

Antonio Prata

“Aprendi que as pessoas não querem palpite nem sugestões, querem endosso e apadrinhamento. Qualquer restrição ou dica, por mínima que seja, é vista como ofensa e se ganha um desafeto”

Ana Maria Machado

“A passagem da Revan (de pequeno porte) para a Nova Fronteira não significou nada. Meu desempenho de público até piorou. Tanto que a Nova Fronteira não quis um segundo livro meu”

Alberto Mussa

“Aquele era o meu livro, era o livro possível, e se o editor fosse mais invasivo a obra não seria tão autêntica. Prefiro caminhar com as minhas próprias pernas e aprender com os meus próprios erros”

Adriana Lisboa

“A gente também passa a fazer outros trabalhos: textos de prosa e ficção para jornais, orelhas de livros, palestras. Para isso, é imprescindível ser publicado por uma grande editora, é evidente”

Cintia Moscovich

“Editoras grandes ajudam sobretudo em distribuição e divulgação, mas é precipitado dizer que necessariamente trazem mais público. Nada impede que isso seja alcançado em publicação independente”

Daniel Galera

“Quem leu (o primeiro livro que escrevi) achou péssimo e tive de concordar antes de enviar a qualquer editora. Mas todo livro é o primeiro. Já tive livros recusados depois de publicar o primeiro”

Bernardo Carvalho

“(A indicação) facilita o acesso à editora, mas não garante a publicação. É lenda achar que, por conhecer o autor ou ser amigo de alguém de seu círculo, o editor vai publicar o livro”

Cristovão Tezza

Fonte: Estadão

[Notícia] Flip 2010 inaugura nesta quarta-feira sua edição mais disputada

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blog flip2010 [Notícia] Flip 2010 inaugura nesta quarta feira sua edição mais disputada

A edição de 2010 da Festa Literária Internacional de Paraty, que começa nesta quarta-feira (4) na cidade do litoral fluminense, é uma das mais populares dos quase dez anos do evento. Em julho, durante os dois primeiros dias de vendas, mais de 24 mil ingressos foram adquiridos para as mesas da Flip, e as entradas para debates de autores como Robert Crumb e Isabel Allende esgotaram em poucas horas.

A corrida por ingressos não é o único indício do caráter pop da Flip, que mesmo com a falta de um de seus nomes mais populares – o roqueiro Lou Reed, que cancelou sua vinda no meio de julho – ainda espera atrair mais de 20 mil pessoas à Parati.

Um dos principais destaques da edição 2010 é o quadrinista Robert Crumb. Papa das HQs undergrounds norte-americanas, o recluso artista vem ao Brasil pela primeira vez, acompanhado do colega e também quadrinista Gilbert Shelton – autor dos “Freak Brothers” -, para debater sobre seu último lançamento, uma versão em quadrinhos do livro do “Gênesis”, no sábado (7).

Outro nome importante é o escritor indo-britânico Salman Rushdie, que vem ao país para falar sobre seu novo livro, “Luka e o fogo da vida”, escrito para o seu filho e inspirado no mundo dos videogames, na sexta-feira (6).

Autora do best-seller “A casa dos espíritos”, a chilena Isabel Allende, sobrinha do presidente deposto após o golpe militar de 1973 no Chile Salvador Allende, vai lançar seu novo livro, “A ilha sob o mar” e conversar sobre literatura latino-americana na quinta-feira (5).

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Casa grande, iPad e senzala

Além dos escritores-celebridades, dois temas estão orientando as discussões na Flip deste ano: o futuro do livro e o legado de Gilberto Freyre. Duas mesas com a presença do historiador e diretor da biblioteca da Universidade de Harvard Robert Darnton vão debater os novos formatos digitais para a distribuição e venda de livros e como a criação de leitores eletrônicos como o Kindle e o iPad vão influenciar a maneira como lemos.

Já o sociólogo pernambucano, homenageado do evento neste ano, será tema da palestra de abertura da Flip, que será feita pelo ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que vai abordar “Casa grande & senzala”, uma das principais obras de Freyre.

A Flip contará ainda com uma exposição com material inédito do acervo do sociólogo, cedido pela Fundação Gilberto Freyre, e também com mesas como “Gilberto Freyre e o século 21”, onde José de Souza Martins, Hermano Vianna e Peter Burke debatem o futuro das ideias do antropólogo.

Além da programação principal, a Flip também conta com atrações paralelas como a jovem FlipZona, a Casa da Cultura e a tradicional Flipinha, voltada para o público infantil, trazendo leituras, conversas com autores, peças de teatro e musicais.

A Flip vai de quarta-feira (4) até domingo (8) em Parati, com diversas atividades espalhadas pelo Centro Histórico da cidade. Confira a programação completa do evento em www.flip.org.br.

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Lançamento PDL – SuperInteressante, Agosto de 2010. Exclusivo!

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capaj Lançamento PDL – SuperInteressante, Agosto de 2010. Exclusivo!

Mais uma exclusividade PDL, lançamentos com qualidade!

CAPA
Como Pensam os Bebês.

REPORTAGENS
Os Bastidores dos Simpsons.
O Brasil na Copa.
O Preço da Beleza.
Antes do Big Bang.

ESSENCIAL
Por que todo mundo odeia a imprensa?

CONEXÕES
Da tarantela ao Tarantino.

CIÊNCIA MALUCA
Ter filhos homens faz mal à saúde.

RESPOSTAS
Verdades sobre Fernando Pessoa.

E SE…
Ninguém morresse?

MANUAL
Como cantar bem.

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Revista SuperInteressante – Agosto de 2010

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[Dicas] Editora distribui e-books grátis de seus livros esgotados

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new home autentica [Dicas] Editora distribui e books grátis de seus livros esgotados

A reforma da lei de direitos autorais tem como objetivo melhorar algumas deficiências de nossa legislação. Uma das mais graves é o que acontece nos casos em que uma obra se esgota, e por algum motivo a editora já não tem mais interesse de reeditá-la. Nesses casos, ficamos reféns da disponibilidade em sebos e bibliotecas, e não é raro que um livro importante simplesmente desapareça sem que se possa fazer nada a respeito.

Uma solução para esse problema são os livros digitais. Eles já estão entre nós há um bom tempo, mas só recentemente as empresas despertaram para as possibilidades desse negócio. Pouca gente ainda duvida que dá para ganhar dinheiro lançando versões digitais de livros esgotados. Por isso foi com agradável surpresa que encontramos no site da Editora Autêntica uma boa quantidade de livros esgotados de seu acervo sendo distribuídos gratuitamente. São obras de interesse acadêmico, que ainda podem ajudar muita gente, mas que estavam inacessíveis até agora.

Vamos torcer para que o acervo disponível aumente, e que a iniciativa seja imitada por outras empresas. Em um setor que recebe tantos incentivos fiscais, e que tem no governo um de seus principais clientes, é bom ver atitudes que devolvam um pouco mais à sociedade.

Visite o site da editora e confira

nunca fomos z [Dicas] Editora distribui e books grátis de seus livros esgotados palavra inquieta z [Dicas] Editora distribui e books grátis de seus livros esgotados

Obras já disponíveis:

Cartografias dos estudos culturais – Uma versão latino-americana – Ana Carolina D. Escosteguy

Corpo, identidade e bom-mocismo – Cotidiano de uma adolescência bem-comportada – Alex Branco Fraga

Os Deuses e os monstros – Euclídes Guimarães (Orgs.)

Currículo e políticas públicas – Luiz Alberto Oliveira Gonçalves

O Livro e ausência de livro em Tutaméia, de Guimarães Rosa -  Daisy Turrer

Nunca fomos humanos – Nos rastros do sujeito -  Tomaz Tadeu (Org.)

Palavra inquieta, A – Homenagem a Octávio Paz – Maria Esther Maciel (Orgs.)

Pedagogia dos monstros – Os prazeres e os perigos da confusão de fronteiras – José Gil , Ian Hunter , Jeffrey Jerome Cohen

Psicanálise e psiquiatria com crianças – Desenvolvimento ou estrutura – Oscar Cirino

Psicossociologia – Análise social e intervenção – Marília Novais da Mata Machado , Eliana de Moura Castro , José Newton Garcia Araújo , Sonia Roedel

Raízes da modernidade em Minas Gerais – João Antonio de Paula

Os Sete pecados capitais – Euclídes Guimarães (Orgs.)

Teoria cultural e educação – Um vocabulário crítico -  Tomaz Tadeu

[Saúde] O SUS de A a Z: Garantindo Saúde nos Municípios

Postado por: PDL  /  Category: Biológicas, Técnicos e Científicos

susaz [Saúde] O SUS de A a Z: Garantindo Saúde nos Municípios

O  processo de descentralização da gestão do sistema de Saúde em curso no Brasil coloca-nos possibilidades e desafios que devem ser assumidos de forma solidária pelos três entes federados. A pluralidade de contextos vivenciados por nossos municípios e regiões exige que desenhemos políticas públicas capazes de responder adequadamente às diferentes necessidades advindas dessa diversidade. Nessa perspectiva, o papel de cada gestor é determinante na superação dos desafios e na consolidação de um sistema de saúde comprometido com as necessidades específicas da população, presente em cada localidade brasileira.

A gestão pública, como instrumento de ação política, deve buscar sempre a construção de uma sociedade mais eqüitativa e democrática. É fundamental que empenhemos esforços na qualificação dos processos de gestão, melhorando o rendimento e a efetividade da administração pública, de forma a conseguir implementar políticas que impactem positivamente o perfil da Saúde e a qualidade de vida das populações. É preciso, aqui, considerar a complexidade da tarefa de governar no mundo contemporâneo, global e de poderes compartilhados, em que a realidade se apresenta de forma múltipla e cada vez mais dinâmica, assim como as especificidades do setor Saúde, no que se refere aos processos de decisão, programação, execução e avaliação das ações.

As duas edições anteriores desta publicação – construída conjuntamente pelo Ministério da Saúde (MS) e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) – obtiveram tão boa aceitação que chegamos a esta terceira edição.

Avançamos, assim, no esforço de qualificar a gestão da saúde brasileira, propiciando aos dirigentes do SUS informações essenciais à condução de questões ligadas ao cotidiano da gestão. Informar é reduzir as incertezas e oferecer ferramentas que auxiliem na identificação e superação dos problemas. Esperamos que esta publicação seja uma aliada permanente dos gestores, na importante tarefa de consolidar o SUS.

O SUS de A a Z: Garantindo Saúde nos Municípios

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