[Comunicação] #MídiasSociais: Perspectivas, tendências e reflexões

Postado por: PDL  /  Categoria: Comunicação, Técnicos e Científicos

Com o intuito de fomentar o debate sobre a comunicação digital, acaba de ser lançado o ebook #MidiasSociais: Perspectivas, Tendências e Reflexões. O material busca sistematizar conhecimentos sobre a área, discutindo temas como Monitoramento Online, Transmídia, Assessoria Política, Geolocalização, Novos Modelos de Negócios, CoolHunting etc.

Seção Primeiros Passos
Ações de Marketing com grupos de referência e influenciadores no contexto das mídias sociais – Patrícia Moura
Redes sociais, um negócio feito por pessoas – Ivan Botero
Construindo uma rede social especializada – Antônio Novaes
Planejar é mais que preciso! – Rosário Pompéia

Seção Inteligência Coletiva
Coolhunting: utilizando as mídias sociais para identificar tendências – Renata Cerqueira
Monitoramento de Marcas e Conversações: alguns pontos para discussão – Tarcízio Silva

Redes sociais e inteligência de mercado – Henrique Puccini

Seção Política
Criação e manutenção de perfis políticos online: uma experiência prática – Nina Santos
Netizens e prosumers: novas mídias, co-criação e consumerismo político – Izabela Domingues

Seção Educação
Extrapolando as barreiras das salas de aula: utilização das redes sociais como ferramenta estratégica para produtos educacionais: o caso da #posmktdig – Nino Carvalho
Mídias sociais e educação: foco na informação e na interação – Mirna Tonus e Marlon Costa
Redes Sociais e Aprendizagem Informal: empregando as perspectivas dos sites de redes sociais para compreender a aprendizagem informal – Ana Terse Soares

Seção Novas Mídias
Sociogeolocalização no Marketing Digital: o caso Foursquare – Marcel Ayres
Branding Transmídia – Marcela Costa

Seção Economia
Modelos de negócio nas mídias sociais: Todos os holofotes são para os usuários – Danila Dourado
Coletivos Criativos e Voluntariado: novas abordagens de mídia e inovação na era dos Prosumers – Gilber Machado

Seção Ambiente Corporativo
Comunicação organizacional em tempos de mídias sociais – Carol Terra
Redes sociais corporativas: as possibilidades de relacionamento e gestão de conhecimento na web – Mariana Oliveira

#MídiasSociais: Perspectivas,  tendências e reflexões

Tamanho: 2.98mb | Formato: pdf | Distribuído livremente por PaperCliQ

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[Suspense] O Livro de Jó – André Vianco – Lançamento PDL

Postado por: PDL  /  Categoria: Ficção, Policial, Terror e Suspense

Um lançamento com exclusividade e qualidade PDL

No terceiro volume dessa empolgante trilogia, André Vianco emprega toda sua criatividade envolvendo história, ação e mistério de uma maneira tão instigante que é impossível não ter o gosto pela leitura aumentado.

Quatro vampiros recém-trazidos para a vida noturna são atraídos por um vampiro ancião que vive em São Paulo. Ignácio oferece proteção e ensinamentos para os novatos em troca de suas habilidades para lutar contra o crime organizado. Uma mistura explosiva que vai sacudir a cidade e mergulhar o leitor em suspense, ação e mistério. Vampiros, lobisomens e anjos se misturam num conflito onde não sabemos ao certo quem é herói e quem é bandido.

“Raul, capturado por aquele momento mágico, de soberba e alegria por ter dado fim num tão falado guardião de Jó, hipnotizado por aquele ritual sombrio e inescapável a qualquer ser vivente que era o desenlace do mundo vivo para a escuridão, acocorou-se perto do réptil, anfíbio, guardião do raio que o parta, e, inebriado, ficou a absorver aquela sensação. A morte deveria estar ali, bem ao lado da criatura, descendo seus dedos esqueléticos, igual para humanos, igual para guardiões, igual para tartarugas, joaninhas e pelicanos. Ela, com o rosto de caveira, desprovida de carne, parecendo sempre a rir e zombar dos viventes, tocaria no animal moribundo e engoliria sua alma, para cuspi-la no Aqueronte…”

O Turno da noite surgiu para agitar o submundo. Compre seu bilhete e tome seu lugar para mais uma viagem inesquecível.

CarimboPDL100PX [Romance] O Verão de Katya   Trevanian

O Livro de Jó – André Vianco – Série Turno da Noite

Tamanho: 5,52mb | Formato: PDF, DOC, TXT | Créditos: PDL/Ebooks Grátis

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[Comunicação] Comunicação e Mobilidade – André Lemos e Fábio Josgrilberg

Postado por: PDL  /  Categoria: Comunicação, Técnicos e Científicos

O livro Comunicação e Mobilidade – Aspectos Socioculturais das Tecnologias Móveis no Brasil, organizado por André Lemos (UFBA/CNPq) e por Fábio Josgrilberg (Metodista, SP), oferece ao leitor uma coleção de artigos que traçam um panorama completo e atual da comunicação móvel no Brasil. Os artigos abordam diversas temáticas relevantes para a compreensão complexa do fenômeno, como a relação das tecnologias móveis de comunicação com o corpo, a cidade, a vigilância, a arte, o jornalismo, as mídias locativas e a inclusão digital. Os artigos foram originalmente publicados em inglês na revista eletrônica canadense “Wi – Journal of Mobile Media” (http://wi.hexagram.ca), em julho de 2009, e é a primeira contribuição brasileira no campo a ter uma projeção internacional.

A obra está inserida no contexto atual da computação móvel e ubíqua, oferecendo ao leitor uma visão geral do impacto das redes sem fio e dos telefones celulares no Brasil. Escrito pelos mais importantes pesquisadores do tema na área das ciências sociais aplicadas no país, o livro faz uma radiografia das múltiplas apropriações dos dispositivos móveis mostrando a sua influência nas relações sociais, econômicas, políticas e culturais. Comunicação e Mobilidade é leitura obrigatória para pesquisadores, estudantes de graduação e interessados em compreender os rumos e as perspectivas das tecnologias de comunicação móvel e seus usos no Brasil.

Comunicação e Mobilidade – André Lemos e Fábio Josgrilberg (orgs)

Tamanho: 475kb | Formato: pdf | Livro cedido pelos autores

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[Comunicação] Televisão e Realidade – Itania Maria Mota Gomes

Postado por: PDL  /  Categoria: Comunicação, Técnicos e Científicos

A partir de perspectivas teóricas e metodológicas muito distintas, e da análise de produtos televisivos dos mais diversos, Televisão e realidade problematiza as concepções que circulam no campo de estudos, seja sobre o real ou sobre a televisão. No entanto, recusa o caráter essencialmente evidente da relação entre TV e real, se perguntando sobre o que significa falar de realidade quando se fala em televisão.

Televisão e Realidade – Itania Maria Mota Gomes (Org.)

Tamanho: 2.2mb | Formato: pdf | Livro cedido pelos autores

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[Papo Cabeça] R$ 3 para downloads ilimitados. Como seria?

Postado por: PDL  /  Categoria: Informação e Cultura, Papo Cabeça

Para pesquisadores, faltou na proposta de reforma da Lei de Direitos Autorais a regulamentação do ambiente digital. Por que não aproveitar o momento de revisão para fazer uma lei que descriminalize o P2P e garanta a remuneração dos autores?

Essa é a proposta de pesquisadores da UFRJ e do Gpopai (USP), que lançaram um site com uma petição online pela inclusão do artigo 88-B na reforma. O Link de segunda-feira, 6, falou disso — mas, aqui, o pesquisador alemão Volker Ralf Grassmuck, que adaptou a proposta internacional à realidade brasileira, explica como funcionaria o modelo.

O modelo de pagamento mensal por compartilhamento de arquivos já existe em outros lugares do mundo. Você cita alguns no seu artigo. Mas qual se aproxima mais do proposto por vocês?

Existe o modelo de uma taxa fixa sobre os dispositivos de cópia e mídias graváveis. Este é um pagamento único por parte do consumidor para os criadores em troca da liberdade de fazer cópias privadas. Criado na Alemanha em 1965, este modelo foi adotado em muitos países. Como sou alemão, este é o modelo — com todas as suas vantagens e problemas — que eu tenho diante de mim, ao pensar sobre o compartilhamento de arquivos online.

Outro modelo que é muitas vezes mencionado é o rádio. Quando as estações de rádio começaram, eles simplesmente tocavam música sem pedir permissão ou pagar por isso. Rádios pirateavam gravadoras, que tinham pirateado editores de música. A solução foi uma licença concedida por lei para a radiodifusão de qualquer gravação de música em troca de uma taxa paga aos criadores.

O modelo de pagamento mensal por compartilhamento online foi a primeira sugerida por estudiosos de lei de direitos autorais. William Fisher, do Berkman Centre para Internet e Sociedade da Harvard Law School foi um dos primeiros a discutir o assunto em seu livro de 2004, Promises to Keep. Technology, Law, and the Future of Entertainment.

Na França, em 2005, uma aliança de organizações de música, artes visuais, sociedades de gestão coletiva, consumidores e usuários de internet promoveram este modelo no Alliance Public-Artistes. Deputados socialistas e conservadores do Parlamento apoiaram o modelo, propondo alterações à lei de direitos autorais. Elas foram transformadas em lei em dezembro do 2006, mas foram rapidamente revertidas depois que a indústria do copyright proclamou “guerra total” na “licence globale”, como o modelo foi chamado lá. Desde então, uma nova coalizão se formou na França: Création Public Internet.

Na Itália, houve projetos de lei para introduzir o modelo. Na Bélgica, existe atualmente um. Na Alemanha, o Partido Verde tenta promovê-la. No Canadá, é a Songwriter Association.

Portanto, a resposta é não. O modelo ainda não existe. O Brasil seria o primeiro a implementar na legislação nacional.

No modelo proposto, vocês afirmam que é fundamental a existência de uma entidade de gestão coletiva de direitos para arrecadar o valor pago pelos provedores. Por que?

Quando eu sou um autor e você é um editor, podemos sentar e negociar um contrato com todos os termos que considerar importantes. Mas, quando meu livro for publicado, será emprestado a partir de bibliotecas, será fotocopiado e talvez parte dele será lido num programa de rádio ou dele será feito em um filme. Não posso negociar contratos individuais com todos os usuários do meu livro. A única forma é a concessão de uma licença pública para fazer essas coisas.

Essas permissões legais podem ser gratuitas, como o “fair use” nos EUA, ou podem ser condicionadas ao pagamento de uma taxa, como na maioria dos países europeus. Sempre que há uma taxa, ela tem de ser distribuída de forma justa com aqueles que criaram as obras. Para isso precisamos da gestão coletiva. É geralmente reconhecido que a importância dessas organizações coletivas dos autores e dos artistas subirão na era digital.

No seu artigo, você fala sobre o modelo alemão do meio do século XX, em que o governo permitiu a cópia privada e exigiu que produtores e importadores de gravadores de fitas adicionassem uma taxa de direito autoral ao preço de seus equipamentos. Dá para criar um paralelo direto entre essa situação e o projeto proposto por vocês?

Sim, em ambos os casos, os meios tecnológicos que foram reservados para as grandes instituições ou corporações tornaram-se disponíveis para todos os cidadãos. Na década de 1950 gravadores de áudio pela primeira vez permitiram aos indivíduos copiarem gravações de som, seguido de gravadores de áudio e vídeo, fotocopiadoras, scanners etc. Os meios de reprodução se democratizaram. A lei de direito autoral não deve tentar bloquear o tsunami das cópias privadas que surgiu, mas permitir que ele e reequilibre a relação entre autores e público por uma pequena taxa.

Com a revolução digital na década de 1990, os meios de distribuição tornaram-se acessíveis a todos. Pense nas frotas de caminhões que transportam jornais, livros, CDs de música para as lojas de todo o país. Pense em todas as infra-estruturas necessárias para manter uma rede de TV nacional. Hoje é mais fácil. Você pode enviar um tweet para milhares de pessoas a partir do seu telefone móvel ou publicar em seu blog ou fazer upload de um vídeo no YouTube. Ou, na verdade, republicar seu filme ou álbum favorito como um torrent ou no RapidShare. Novamente, a mudança no ambiente de conhecimento é tão fundamental, tão grande, que qualquer tentativa de revertê-la, está fadada ao fracasso. Só podemos permitir que ela exista e remunerar isso.

Há também o terceiro turno fundamental provocadas pela revolução digital: não só os meios de distribuição e reprodução, mas igualmente importante, os meios de produção foram democratizadas. O PC é, de fato, a máquina universal de produção de qualquer tipo de bens simbólicos. Como conseqüência, estamos vendo um tsunami de criatividade e de remix. E, novamente, as velhas regras tornaram-se sem sentido. Novamente, a única solução possível é permitir essa prática de massa, como o MinC já está sugerindo em seu anteprojeto de lei de direitos autorais.

O governo brasileiro está preparado para lidar com essa questão? Quais são as principais diferenças, na sua opinião, entre os governos do Brasil e da Alemanha em relação à cultura digital e, mais especificamente, à proposta de legalização do P2P?

Sim, o governo brasileiro sinaliza claramente que está disposta a assumir a liderança no desenvolvimento de uma solução.

Quando cheguei ao Brasil há um ano, os sinais que eu recebi são que o P2P é uma questão controversa e quente. E é uma questão tão grande, que nenhum país pode resolver sozinho. Só as Nações Unidas. Até não muito tempo atrás, você podia ler no site da Consulta Pública sob o título “Dúvidas Frequentes”, como resposta à pergunta sobre “liberando o upload EO download” que “o anteprojeto de revisão da LDA não propõe a liberação na internet de arquivos digitais de obras protegidas sem autorização dos autores.” Mas isso tem mudado claramente. Desde meados de agosto essa questão desapareceu do “Dúvidas Frequentes”.

Na Alemanha, há pessoas individuais nas instituições, no GEMA (o equivalente alemão ao ECAD) e também no Ministério da Justiça (responsável por fazer a lei de direito autoral) que lhe dirão que uma licença do compartilhamento é a única resposta possível. Nas comunidades criativos e públicos e na oposição política, as vozes pedindo a legalização do compartilhamento de arquivos e um fim à guerra da cópia estão ficando mais forte. Mas a política oficial ainda é tímida.

O Brasil é mais corajoso. Ele se levantou contra a indústria farmacêutica e implementou as licenças compulsórias de medicamentos para HIV. Ele levantou-se contra a Agenda do Desenvolvimento na OMPI. Ele se levantou contra a indústria de software, promovendo uma política de software livre abrangente. E o ex-ministro da Cultura de Gilberto Gil estabeleceu uma política de cultura digital livre que muitos em todo o mundo se maravilharam.

Um novo acordo criativo entre artistas e público é claramente necessário. A licença do compartilhamento é um elemento importante deste acordo. O momento é propício e o Brasil é o país para fazê-lo. A vontade política existe. Com o Marco Civil e a nova lei de direitos autorais, o curso é definido no sentido de garantir o acesso à riqueza de nossa cultura coletiva, a sua melhor utilização possível na educação e na inclusão social.

A licença de compartilhamento será um grande passo nessa direção. Irá certamente enfrentar a resistência feroz dos quatro principais empresas de música global e outras corporações de mídia. Mas, quando os artistas do Brasil e o público decidirem pela remuneração coletiva para a liberdade de compartilhamento, nada poderá detê-los.

Mais informações sobre a licença pública para compartilhamento proposta podem ser encontradas aqui: http://www.gpopai.usp.br/compartilhamento/.

Fonte: Blog do Link