[Juvenil] Circo dos Horrores – A Saga de Darren Shan – Volume 01

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Darren1CP [Juvenil] Circo dos Horrores   A Saga de Darren Shan   Volume 01

Darren shan é apenas um estudante comum até receber um convite para visitar o Circo dos Horrores …… até conhecer Madame Octa… até ficar cara a cara com uma misteriosa criatura de noite.

Logo Darren e seu amigo Lucas são apanhados em uma armadilha mortal. Darren deve fazer um acordo sinistro com a única pessoa que pode salvar Lucas. Mas essa misteriosa criatura só negocia com sangue.

Circo dos Horrores – A Saga de Darren Shan – Volume 01

Tamanho: 1.46mb | Formato | Digitalizado por Toca da Coruja

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[Notícias] Gibi da Turma da Mônica vai ajudar quem está endividado

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educacaofinanceira [Notícias] Gibi da Turma da Mônica vai ajudar quem está endividado

SÃO PAULO – O endividamento faz parte da vida dos brasileiros. Dados do Banco Central revelam que o endividamento da pessoa física cresceu 19,7% em 2009, sendo que os compromissos das famílias com cartão de crédito, cheque especial, empréstimos bancários, Previdência Social e gastos direcionados para habitação e financiamento rural somaram R$ 637,393 bilhões.

Para ajudar na resolução desse problema e comemorar o Dia Mundial de Defesa do Consumidor, em 15 de março, a entidade SOS Consumidor, em parceria com o cartunista Maurício de Souza e o desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Rizzatto Nunes, vão lançar um gibi com a Turma da Mônica em que os personagens se verão envolvidos nessa situação.

Mas o intuito não é, de forma alguma, condenar quem se encontra endividado. Ao contrário, o objetivo é mostrar que o endividamento é comum e que existem formas de agir para que ele não evolua para a inadimplência. Assim, a história começa quando Magali encontra Mônica no supermercado e descobre que o cartão de crédito do pai não passa na hora de efetuar o pagamento. Os personagens, então, tentam ajudar Magali com dicas sobre dívidas e obtenção de crédito.

Falando de dinheiro

Para Mauricio de Souza, o gibi é um bom caminho para disseminar a educação financeira entre crianças e adultos. “Durante muitos anos não coloquei o assunto dinheiro nas minhas histórias. Confesso que achava que esse não era um assunto para crianças. Hoje entendo que uma criança bem educada sabe como lidar com dinheiro e, por isso, a partir de 2010 o assunto estará muito mais presente nas aventuras da Turma”.

O cartunista conta que o ensinamento principal que pretende passar aos seus leitores e sobre como gastar. “Poupar é muito importante, mas acho que esse é um conceito que só pode ser trabalhado por pessoas que aprenderam a gastar. Atualmente a criança está muito exposta a estímulos de consumo e não acho isso errado. Acho que ela realmente precisa receber esses estímulos, até para que entenda as consequencias de uma compra e compreenda que quando se decide comprar algo, abre-se mão de comprar outra coisa”.

Como o assunto é complexo, Maurício garante que vários gibis especiais abordarão o tema e diz que contará com especialistas para orientá-lo sobre a melhor forma de falar de dinheiro. “Temos públicos diversificados. Existem as crianças que leem a Turma da Mônica, os adolescentes que leem a Turma da Tina e adultos que leem as duas. Com cada público quero falar de uma maneira, mas tenho a preocupação de nunca condenar ninguém. Se alguém passar por dificuldade, quero deixar claro que isso pode acontecer com qualquer um, e que há sempre alguém que pode ajudar e dar dicas para resolver o problema”, finaliza.

[Papo Cabeça] Compartilhar não é crime – Don Tapscott

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Artigo publicado na Infoexame de Fevereiro de 2010, escaneado e devidamente compartilhado por nosso blog.

don tapscott 20090808150754 [Papo Cabeça] Compartilhar não é crime   Don Tapscott

Lei inglesa pode levar indústria fonográfica ao colapso

Sinto-me obrigado a comentar a Lei de Economia Digital do governo do Reino Unido. E já vou dizer porque: eu já discutia o termo “economia digital” em 1995, no meu livro que levava esse nome. Essa nova lei é falha, pois pune os internautas que compartilham músicas. Temos de superar a idéia de que compartilhar música é um roubo. A obsessão por controle, o combate à pirataria e os formatos proprietários criados pela indústria apenas enfurecem os fãs de música.

A solução é parar de tentar vender as músicas por um preço definido. A indústria da música tem de pensar como um wiki. A música deve ser um serviço, não um produto. Em vez de comprar faixas, você poderia pagar uma pequena quantia mensal — vamos estimar cerca de 5 dólares — para acessar todas as músicas do mundo. As gravações seriam enviadas para você sob demanda, pela internet, para qualquer equipamento.

Todo consumidor teria seu canal e poderia fazer pesquisas no enorme banco de dados musical do jeito que quisesse — por artista, gênero, popularidade e assim por diante. O seu canal daria sugestões de acordo com seu gosto. Também seria possível ter acesso a uma playlist com as favoritas do Mick Jagger, por exemplo.

Músicos, compositores e gravadoras seriam compensados por meio de sistemas que analisam sua popularidade. O bolo seria dividido entre eles de acordo com o número de vezes que a música fosse transmitida. Isso solucionaria o problema de direitos autorais. Ninguém mais iria “roubar” música. Por que tomar posse de uma música se você pode ouvi-la a qualquer hora, em qualquer equipamento?

Outras propostas poderiam solucionar o problema, mas elas também vêm de um pensamento do mundo wiki, de espirito de colaboração. Os especialistas em propriedade intelectual William Fisher e Neil Netanel
argumentam que os sites P2P deveriam receber autorização para distribuir música gratuitamente. E quem pagaria por isso seriam os provedores de internet e os fabricantes de equipamentos. Outra iniciativa é a da Electronic Frontier Foundation, que propôs uma licença que daria ao comprador a imunidade de processos por compartilhamento de arquivos. Mais uma vez, as taxas cobradas para obter a licença remunerariam os artistas.

Pensamentos como esses têm o apoio de um número crescente de músicos. AAssociação de Compositores do Canadá, por exemplo, está propondo uma taxa de 4 dólares mensais para acessar as músicas por demanda, que seria administrada pelos provedores de internet.

Em vez de criar novas propostas para o entretenimento digital, a legislação do Reino Unido mostra a persistência em um modelo de negócio ultrapassado. Assim, a indústria que nos trouxe os Beatles é odiada por seus consumidores e está entrando em colapso.

DON TAPSCOTT É CANADENSE E AUTOR DOS LIVROS WIKINOMICS E GROWN DP DIGITAL. QUANDO ESTÁ FORA DO COMPUTADOR, ELE CORRE PARA O PIANO

[Comunicados] Fórum em manutenção

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Pessoal, nosso fórum está fechado para manutenção. Estamos fazendo o upgrade do sistema para melhorar a segurança e corrigir bugs, um processo um pouco demorado. Esperamos reabrí-lo em breve! Enquanto isso, vocês continuam a desfrutar de todo o conteúdo de nosso blog.

Abraços,

Equipe PDL.

[Dicas de Leitura] 204 livros para ler dos 2 aos 18 anos

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biblioteca basica [Dicas de Leitura] 204 livros para ler dos 2 aos 18 anos

Pesquisas mostram que um dos principais fatores na formação do hábito de leitura de uma pessoa é o incentivo dos pais, logo nos primeiros anos escolares. Portanto, se você tem um filho nesta idade, vai aí uma ótima dica. Como parte do Projeto Educar para Crescer, iniciativa comandada pela Editora Abril, um grupo de educadores selecionou um conjunto obras indispensáveis para que os alunos cheguem com boas referências à vida adulta. São 204 livros para serem lidos dos dois aos dezoito anos, um por mês.

Na lista, verdadeiras preciosidades da literatura universal, como Crime e Castigo, Madame Bovary, Admirável Mundo Novo e a Metamorfose. O cardápio é saboroso e variado. Os brasileiros convivem lado a lado com os escritores estrangeiros e há espaço para todos os gêneros literários.

Clique na imagem abaixo e comece a aventura. Temos certeza que você vai encontrar ótimas dicas de leitura para você também.

rodape [Dicas de Leitura] 204 livros para ler dos 2 aos 18 anos

[Quadrinhos] Turma da Mônica Jovem – Edição 18 – Surge uma Estrela – Parte 01 de 02

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tmj18 [Quadrinhos] Turma da Mônica Jovem   Edição 18   Surge uma Estrela   Parte 01 de 02

Na primeira parte do arco Surge uma estrela, Mônica e Magali se preparam para seu primeiro show de música ao vivo. Elas estão ansiosas para ver de perto o grupo musical do momento, as Star Stars. Mas… espera aí! Elas estão procurando uma nova estrela! E Mônica aposta tudo nesse grande sonho. Será que ela vai conseguir?

Turma da Mônica Jovem – Edição 18 – Surge uma Estrela – Parte 01 de 02

Tamanho: 10mb | Formato: CBR | Scans: Cibele

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Veja as edições anteriores de Turma da Mônica Jovem

Arquivo em formato CBR, especial para quadrinhos. Leia com o Comic Display!

[Notícias] Salgueiro leva grandes obras da literatura à avenida

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Em busca do segundo título consecutivo, o Salgueiro levou livros que marcam a história mundial e clássicos nacionais para a Marquês de Sapucaí na madrugada desta segunda-feira (15). A escola fez um desfile com 1 hora e 19 minutos e sem registros de incidentes graves.

Na evolução do enredo “História sem fim”, se destacaram acrobatas desfilando nos carros, tripés grandiosos que acompanharam as alas, e um robô gigante de movimentos delicados que fechou o desfile.

A comissão de frente apresentou os monges copistas, que transcreviam os textos em rolos de papiro ou pergaminhos. Empurrando escrivaninhas, eles retiraram placas de dentro dos móveis e anunciaram o enredo da escola: “história sem fim”. Em seguida, se despiram das batinas e, com um figurino dourado, empunharam leques para formar uma espécie de sol.

 O abre-alas, intitulado “primeira impressão”, representou a oficina de Gutemberg com uma prensa de tipos móveis.

A alegoria, vazada e iluminada, levava artistas da Intrépida Trupe pendurados em arcos e brincando em balanços suspensos. Na parte da frente, um grande carimbo do Salgueiro girava para imprimir o nome da escola no chão da Marquês de Sapucaí. 

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Musas e luxo

A escola levou à avenida musas como a apresentadora Sabrina Sato, a ex-BBB Priscila Pires e Viviane Araújo como rainha da bateria. Na bateria, Viviane desfilou como Sherazade, personagem de “As mil e uma noites” que tem o desafio de contar histórias para o sultão para não morrer. Ao lado dela, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), ajudou a ditar o ritmo da escola. A bateria falou da história de Ali Babá e os 40 ladrões.

Tripés luxuosos, que funcionam como uma pequena alegoria, se destacaram entre as alas. Chamaram a atenção a tábua dos dez mandamentos, lustres que simbolizavam o luxo da corte francesa retratada no livro “Ligações perigosas” e uma homenagem à mulher nos cultos africanos. As baianas homenagearam o escritor baiano Jorge Amado

Alas lembraram textos importantes da história: os dez mandamentos, a Divina Comédia, Os Lusíadas, Dom QuixoteOs Três Mosqueteiros e Romeu e Julieta. Clássicos brasileiros também estiveram representados na avenida: Memórias póstumas de Brás Cubas e Navio negreiro. Outras alas retrataram histórias infantis como a dos soldadinhos de chumbo e O pequeno príncipe.

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De bibliotecas a robôs
 
Uma biblioteca desfilou na Sapucaí no segundo carro. O terceiro carro falou da obra “O Guarani”, de José de Alencar, e do romance entre o índio Peri e a portuguesa Ceci.

No quarto carro, o universo das histórias infantis foi mostrado com uma Emília gigante, pendurada por cordas como uma marionete. O bruxinho Harry Potter teve um carro só pra ele. A alegoria, montada como um jogo de xadrez mágico na busca pela pedra filosofal. O desfile foi encerrado com um mundo futurista mostrado por um robô gigante.

G1


Veja os melhores momentos do Salgueiro na Avenida

[Notícias] União da Ilha do Governador passeia pelo universo de Dom Quixote

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0,,36315081,00 [Notícias] União da Ilha do Governador passeia pelo universo de Dom Quixote

Escola que abriu os desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro neste domingo (14), a União da Ilha “materializou” os sonhos de Dom Quixote de La Mancha, um dos mais famosos personagens da literatura mundial, na Marquês de Sapucaí. O desfile durou 1h18.

O enredo, “Dom Quixote de La Mancha, o cavaleiro dos sonhos impossíveis”, foi bem contado na avenida, com alegorias caprichadas da carnavalesca Rosa Magalhães, “veterana” com três décadas de experiência no carnaval carioca e premiada por seus trabalhos.

A União da Ilha voltou este ano à elite do carnaval, após oito anos no Grupo de Acesso. Ao falar dos sonhos impossíveis, a escola fez uma referência também a que abriu os desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro neste domingo (14), a União da Ilha “materializou” os sonhos de Dom Quixote de La Mancha, um dos mais famosos personagens da literatura mundial, na Marquês de Sapucaí. O desfile durou 1h18.

Na busca pelo título, a escola inovou na comissão de frente. Bem coreografados, foliões e bailarinos vestidos de toureiros jogaram rosas para o público e mostraram sincronia ao movimentar os mantos coloridos, simulando uma tourada.

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Em seguida, a ala dos leques, objetos utilizados principalmente no flamenco, preparou a chegada do abre-alas. A coreografia de grandes leques brancos fez um espetáculo bonito para a entrada da escola. Logo atrás, o abre-alas mostrou um Dom Quixote gigante, rodeado de livros que funcionavam como plataformas giratórias sobre as quais os destaques dançavam.

Dulcinéia del Toboso, a mulher do coração do cavaleiro, foi lembrada em alas seguintes. No carro seguinte, um Sancho Pança, o fiel escudeiro de Dom Quixote, pulava em uma cama elástica.

No quarto carro, outra representação dos delírios: os famosos moinhos de vento contra os quais Dom Quixote lutou. Neles, integrantes da escola rodopiavam fazendo acrobacias. A entrada deste carro gerou um imprevisto para a União da Ilha. Um destaque teve dificuldades para subir na alegoria. Com o tempo passando, um “buraco” começou a aparecer na avenida.

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O quinto carro mostrou um teatro de marionetes, em referência a outro trecho da história de Miguel de Cervantes. Os dois últimos carros mostraram o cavaleiro dos espelhos e desenhos de Cândido Portinari sobre o livro Dom Quixote de La Mancha.

A União apresentou sete carros alegóricos, 35 alas e cerca de 3.500 componentes. Bruna Bruno desfilou como rainha de bateria da União da Ilha do Governador. A morena, que pisou na Sapucaí pela primeira vez desfilando pelo Grupo Especial, representou uma integrante da corte espanhola bem ao estilo carnavalesco, mas de forma bastante comportada, com uma fantasia que representa uma espanhola de ’sainha’.

A madrinha de bateria da União foi a atriz Luciana Picorelli. Eriberto Leão e Letícia Spiller representaram Dom Quixote e Dulcinéia, personagens centrais do enredo da escola.

Obra

A obra de Miguel de Cervantes foi publicada em dois volumes, em 1605 e 1615, e é uma paródia sobre os romances de cavalaria espanhóis muito disseminados à época. No livro, um pobre fidalgo perde a razão nas leituras desses romances e decide encarar o mundo imitando seus heróis de cavalaria.

Dom Quixote, nome que elege para si, nomeia seu velho cavalo de Rocinante e elege como sua bela donzela Dulcinea del Toboso – uma simples camponesa, a quem via como dama nobre. Sancho Pança é seu aliado nas diversas aventuras que começa a enxergar pelo mundo.

G1

[Audiobook] Piadas e Pegadinhas do Louro José e da Ana Maria Braga

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anamarialouro [Audiobook] Piadas e Pegadinhas do Louro José e da Ana Maria Braga

Você vai se divertir com as piadas e pegadinhas entre Ana Maria Braga e Louro José. Este simpático papagaio continua a arrancar risadas de todos, sempre com a irreverência que ele nos mostra todo dia nas telas do programa Mais Você.

Aqui, Ana Maria Braga, sua mãezinha, tenta começar a gravação do programa em um dia normal de trabalho, mas acaba cedendo ao bom humor irresistível de Louro José e diverte-se com as piadas e trapalhadas de seu companheiro. Depois de muitas risadas e histórias hilárias, os dois finalmente estão prontos para gravar mais um programa. Parece que mesmo a rotina de trabalho dessa dupla é sempre imprevisível e animada.

Venha fazer parte dessa diversão e siga o exemplo de Ana Maria Braga e Louro José: comece você também seu dia com boas gargalhadas.

Piadas e Pegadinhas do Louro José e da Ana Maria Braga

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[Revista] Mundo Estranho – Fevereiro de 2010 – Avatar e o Mundo do 3D

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mundofeveireiro20106867 [Revista] Mundo Estranho   Fevereiro de 2010   Avatar e o Mundo do 3D

Charada fotográfica
Como surgiu o kung fu?
Como funciona um cassino?
O que é vitiligo?
Como funciona uma mesa de bilhar?
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Como é feito o ritual de encantamento de serpentes?
Como eram os templos maias?
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Como é feito um retrato falado?
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O que são os rios voadores?
Como se faz uma prancha de surfe?
Existem animais que não bebem água?
Quantas pessoas morreram na maior crucificação da história?
Qual é a origem dos símbolos religiosos?
Como é feito o parto normal?

Mundo Estranho – Fevereiro de 2010 – Avatar e o Mundo do 3D

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