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[Quadrinhos] Um contrato com Deus e outras histórias de cortiço – Will Eisner

Categoria: Devir Livraria, Quadrinhos, Quadrinhos Especiais

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Nos anos 30, um cortiço no bairro nova-iorquino do Bronx é palco dos dramas de seus moradores. O livro é composto por quatro contos:

Um Contrato com Deus narra a história de um bom homem que se sente traído por Deus ao perder sua filha única. Nos anos que se seguirão, ele tentará um ajuste de contas com o Criador.

O Cantor de Rua mostra as desventuras de um náufrago urbano: um alcoólatra que canta nos becos em troca de esmolas e que, ao se deparar com uma carente ex-cantora lírica, pensa ter tirado a sorte grande.

O Zelador conta como um destes profissionais, aparentemente tão insensíveis como um rochedo, acaba sendo dobrado pelo mais improvável dos seres.

Cookalein é um painel dos encontros e desencontros de várias pessoas que se cruzam nos hotéis baratos onde a classe operária passava suas férias.

Positivo/Negativo: A maioria das pessoas chega aos 60 anos pensando em aposentaria. Raros são aqueles que, nessa época de suas vidas, ainda ambicionam grandes realizações. Felizmente para os fãs dos quadrinhos, o consagrado autor Will Eisner nunca se enquadrou na categoria dos conformados.

Nascido William Erwin Eisner, no distante ano de 1917, o desenhista se consagrou nos anos 40 com sua criação mais famosa: The Spirit. Durante mais de uma década, usaria as páginas que produzia para o destemido combatente do crime como laboratório para audaciosas experimentações gráficas, revolucionando a linguagem dos quadrinhos e explorando possibilidades narrativas nunca antes tentadas. Ritmo, enquadramentos, onomatopéias, iluminação: o autor inovou em tudo e imprimiu sua marca na então jovem arte das HQs.

Em 1952, decidiu se afastar dos quadrinhos de entretenimento e dedicar-se a um campo que explorara nos seus anos no exército: a criação de HQs didáticas. Nos 25 anos seguintes, Eisner produziu material educativo para instituições educacionais, órgãos públicos, indústrias e as forças armadas.

Em 1972, se tornou professor de história em quadrinhos da prestigiada School of Visual Arts de Nova York. Consagrado, o mestre poderia muito bem deitar-se sobre os merecidos louros da fama e não se preocupar mais com a produção regular de novas obras.

Entretanto, em 1976, aos 59 anos, Eisner novamente reinventou a si próprio e aos quadrinhos. A inspiração e a visão do autor sobre as possibilidades das HQs o levaram a empreender a obra que sinalizaria o início de sua fase mais autoral.

Um Contrato com Deus e Outras Histórias de Cortiço, lançado em 1978, seria tanto marco inicial quanto síntese do porvir. Afinal, em suas páginas se encontram os temas mais caros ao autor em sua maturidade, que seriam explorados em inúmeras obras que seguiriam ao longo dos anos.

Livre das amarras dos gênero policial e heróico que restringiam seus enredos para The Spirit, Eisner passou a criar literatura de primeira qualidade, na tradição de um Vitor Hugo ou Dostoievski, autores que também se caracterizaram pela crônica de seus tempos. No processo, fez eclodir o conceito de quadrinhos como mídia adulta. Apareceu pela primeira vez o termo graphic novel ou romance gráfico, cunhado por ele para classificar seu trabalho.

Os quatro contos que compõe o livro não tem um protagonista fixo. O único elo de ligação é um velho prédio decadente. As histórias giram em torno de seus habitantes e das pequenas tragédias de seus cotidianos. Seus personagens nada trazem do glamour e do maniqueísmo dos super-heróis dos comics, muito ao contrário, são por vezes mesquinhos, patéticos e perdidos como qualquer ser humano verdadeiro.

Lá se encontram o homem e a mulher comuns, trabalhadores e donas de casa da classe baixa judia nova-iorquina, morando em sórdidos cortiços e sonhando com uma vida melhor. Eisner lança seu olhar sobre os perdedores, os solitários e os desesperados. Porém, o faz sempre cultivando a esperança e a compaixão. Como um bom escritor humanista, sua obra nunca fez o elogio do desespero.

O ambiente retratado é bem conhecido pelo autor, que cresceu em lugares assim nos horríveis anos da grande recessão dos anos 30. No conto Cookalein, que fecha o livro, o personagem Willie é claramente um alter ego de Eisner. Esta veia autobiográfica seria mais tarde desenvolvida no álbum No Coração da Tempestade, publicado aqui pela Abril, em duas partes.

Vários trabalhos se seguiriam, sempre aclamados pela crítica e pelo público: Um Sinal do Espaço, O Edifício, Nova York – A Grande Cidade e outros. Em 1985, lançou Quadrinhos e Arte Seqüencial, obra teórica que procura transmitir sua visão sobre a mídia.

Por qualquer parâmetro que se julgue, Contrato é das raras obras que merece a classificação incontestável de obra-prima dos quadrinhos. Talvez a única outra que se equipare a ela em influência e valor literário seja Maus, de Art Spiegelman. É um divisor de águas e leitura absolutamente indispensável a qualquer um que se interesse por HQs ou simplesmente por boa literatura.

Quanto ao velho mestre Eisner, segue firme do alto de seus 87 anos, produzindo obra após obra com sua habitual qualidade. Um exemplo admirável tanto de autor quanto de ser humano.

Fonte: Universohq

Título: UM CONTRATO COM DEUS E OUTRA HISTÓRIAS DE CORTIÇO (Editora Brasiliense)
Autores: Will Eisner (roteiro e desenhos).
Número de páginas: 192

Tamanho: 18 mb
Servidor: Rapidshare
Scans originais: Farra

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[Leia mais] Livros que não circulam acabam morrendo

Categoria: Ficção, Policial, Terror e Suspense, Informação e Cultura, Leia mais (propagandas de leitura), Literatura Estrangeira

trial [Leia mais] Livros que não circulam acabam morrendo

O Processo > O Veredito > A Sentença > A Execução

perfume [Leia mais] Livros que não circulam acabam morrendo
O Perfume > O Eflúvio > O Fedor > A Putrecência
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O Velho e o Mar > O Velhinho e o mar > O decrépito e  o mar > O mar

Na França também tem sebo, e essa série de anúncios é de um lugar que compra e vende livros. Diz basicamente o seguinte: Livros que não circulam acabam morrendo (Books that don´t get around die).
A idéia é forte e muito ampla. Muitos livros acabam mesmo morrendo completamente porque simplesmente ficam esquecidos em algum canto e nenhuma livraria se interessa em reeditá-los. Daí uma das melhores vantagens dos livros digitais. Por outro lado, qualquer livro, mesmo famoso, que esteja aí parado na sua casa só acumulando poeira, também está morrendo. Por isso, assim como já fizemos antes, aproveitamos a oportunidade para incentivar os visitantes do PDL a fazerem seus livros circularem, só que desta vez de uma forma mais bacana.
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O projeto Livros para Voar é uma iniciativa brasileira para o já mundialmente famoso book crossing. Incentiva você “perder” livros para que outras pessoas possam achar, ler e depois perdê-los novamente. Através de etiquetas coladas nos livros, quem “acha” o livro pode registrar isso no site, e assim é possível acompanhar o trajeto dos livros “libertados” leitor por leitor. É muito legal “libertar” um livro em uma praça qualquer e depois imaginar um desconhecido achando, lendo e soltando o livro novamente.  Experimente!
E como não poderíamos deixar de fazer, finalizamos o tópico deixando para você os livros citados nos anúncios.
O Primeiro chama-se O Processo, do checo Franz Kafka. Trata-se da história de Josef K., personagem que acorda certa manhã, e, sem motivos sabidos, é preso e sujeito a longo e incompreensível processo por um crime não revelado.

O livro seguinte é O Perfume, de Patrick Suskind, que ficou bem conhecido depois do filme, dirigido pelo diretor Tom Tykwer. Para quem não sabe, o livro conta a história de um cara que nasceu com o olfato suspersensível, e depois começou a matar as jovens donzelas para roubar seu cheiro e fazer um perfume irressitível.

O último é O Velho e o Mar, obra máxima do escritor americano Ernest Hemingway que conta a história de um velho pescador cubano que luta sozinho contra um enorme peixe.

Clique nas capas abaixo para baixar os livros

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[Quadrinhos] Turma da Mônica Jovem 06 – Número 06 – O Brilho de um pulsar!

Categoria: Maurício de Sousa

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Hoje o blog do PDL lança com exclusividade a sexta edição (06) de Turma da Mônica Jovem! Aproveite as novas aventuras da turminha, e depois não deixe de comprar os originais!

Sinopse da Revista:

A TURMA NÃO PARA.

DEPOIS DE UMAS HISTORINHAS BEM DO DIA-A-DIA VIVIDAS NO LIMOEIRO, JÁ SE METE NUMA VIAGEM INTERPLANETÁRIA, IMAGINE. E PRA VARIAR, SUCEDEM-SE DESCOBERTAS, EMOÇÕES E PERIGOS. E OLHA QUE ERA PRA SER SOMENTE UMA VIAGEM DE ESTUDOS AO

PLANETA MARTE. MAS A DESCOBERTA DE TECNOLOGIA ALIENÍGENA, ROBÔS E NOVOS PERIGOS MUDA OS RUMOS DA TURMA E OS COLOCA EM CHOQUE COM MINIRROBÔS, UM ROBOZÃO VALENTE E… A HISTORIA MAL COMEÇOU. FALTA ENTRAR A PRINCESINHA MIMI, QUE CHEGA NO PRÓXIMO NÚMERO.

PARA QUEM GOSTA DE AVENTURA, AÇÃO E UM TANTINHO DE FICÇÃO CIENTÍFICA, ESTA SÉRIE É UM PRATO FEITO… E FOMOS BUSCAR NUM ANTIGO FILME DE LONGA-METRAGEM NOSSO – A PRINCESA E O ROBÔ – ELEMENTOS PARA COMPOR ESTA RELEITURA CURIOSA E ELETRIZANTE.

COM ISSO EU PENSO QUE ESTAMOS CONSEGUINDO DOSAR NA REVISTA OS ELEMENTOS QUE MAIS TÊM SIDO SOLICITADOS PELOS LEITORES: AVENTURA COM TONS DE ROMANCE AQUI OU ALI. QUE É O TEMPERO DA VIDA DA TURMA… E PROVAVELMENTE O NOSSO, TAMBÉM. FICO FELIZ POR CHEGAR AO NOSSO 6º NÚMERO COM UM PÚBLICO JÁ SE CONSOLIDANDO, APRECIANDO NOSSO TRABALHO, ENVIANDO SUGESTÕES E CRÍTICAS QUE NOS INDICAM CAMINHOS’. VAMOS CONTINUAR NOSSA VIAGEM.

Maurício

Turma da Mônica Jovem – Sexta Edição (06)
Páginas: 132
Tamanho: 58,1mb
Servidor: Rapidshare
Scans: PDL

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[Dicas de Leitura] A Filosofia de Andy Warhol – De A a B e de volta ao A – Andy Warhol

Categoria: Dicas de Leitura, Informação e Cultura

1626 andy warhol1986 dup [Dicas de Leitura] A Filosofia de Andy Warhol   De A a B e de volta ao A   Andy Warhol

GUIA DE AUTO-AJUDA PARA CORAÇÕES DESESPERADOS
Andy Warhol resume amor, sexo, dinheiro, fama, trabalho, infância na Pensilvânia e revelações diárias na Nova Iorque dos anos 60 e 70
Por Fernando de Albuquerque

A FILOSOFIA DE ANDY WARHOL – DE A A B E DE VOLTA AO A
Andy Warhol

A versão original de A Filosofia de Andy Warhol foi lançada pela primeira vez em 1975 e revirou, como nenhum outro tipo de publicação, os meandros da vida o artista plástico mais icônico dos últimos cinquenta anos. Nas quase trezentas páginas do livro, Warhol teve toda sua vida devassada e revelado os principais medo e calafrios escondidos na pele de um homem cuja personalidade era tida como forte e inabalável. Apesar de ser assinado pelo próprio Warhol, o livro fora escrito por sua secretária, Pat Hackett, uma amiga, Brigid Berlin, e um ex-editor da Interview, Bob Colacello. Este útimo escreveria “barbaridades” sobre Warol no livro Holy Terror lançado no final dos anos noventa.

Já nas primeiras páginas, o leitor flagra uma conversa telefônica nem um pouco convencional entre o artista plástico e uma enigmática pessoa chamada de “B”. No decorrer do bate-papo ele pede conselhos e confidência toda a verve de seu sarcasmo: “minha grande ambição é comandar um shw de televisão”. A insanidade continua quando seu interlocutor defende a idéia dele ser presidente dos EUA e receber convidados sempre com uma peruca diferente. Tal como uma Michele Obama com muito mais senso de humor.

A conversa que pode ser encarada como tola e superficial exala em todas as suas frases a principal visão que Warhol tinha sobre a vida e a própria arte: o comércio. E sua “visão empreendedora” (?) está plenamente refletida em todas as linhas e mostra como ele procurou estudar os mínimos detalhes da indústria do espetáculo. Inventando um personagem para si e permitindo que este engolisse sua própria personalidade original.

E assim Warhol se transformou muito mais numa marca, numa grife, que violentava a cada instânte o próprio pensamento originário da produção artística do que alguém interessado em produção intelectual. Não foi a toa, por exemplo, qe ele trocou seu psicanalista por uma televisão.

13004064 [Dicas de Leitura] A Filosofia de Andy Warhol   De A a B e de volta ao A   Andy WarholE como artista empresarial, como ele mesmo almejou ser definido, Warhol singrou todos os EUA e Europa para se certificar que seus aforismos seriam um pleno sucesso editorial. E foi. O livro se tornou um best seller e rendeu um mar de fofocas sempre que Warhol era questionado sobre a real autoria da publicação.

E se ele defendia o imperativo dos 15 minutos de fama, fez de tudo para que Bob Colacello e sua amiga Brigid Berlin não levassem os louros sobre sua vida. E foi à França, à Itália e Inglaterra imprimir sua mão à crítica especializada. E assim ilustrar como a humanidade saiu da era da contemplação para entrar na da informação.

Cinema
Factory Girl, que chegou ao mercado brasileiro com um título que mais lembra uma comédia romântica de quinta, Uma Garota Irresistível, sintetizou a vida de Warhol exibindo o processo criativo e de imersão que era impresso dentro do estúdio de Warhol.

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TRECHOS DA OBRA

“Sou uma pessoa profundamente superficial.”

“No futuro, todos serão famosos por 15 minutos.”

“Cansei de dizer que todos, no futuro, serão famosos por 15 minutos. Agora, meu novo aforismo é: em 15 minutos, todos serão famosos.”

“Comprar é muito mais americano que pensar e eu sou absolutamente americano. Na Europa e no Oriente, as pessoas gostam de comerciar – comprar e vender, vender e comprar; são basicamente mercadoras. Americanos não estão interessados em vender – na verdade, eles preferem jogar fora a vender. O que eles realmente pensam é em comprar – pessoas, dinheiro, países.”

“Beleza não tem nada a ver com sexo. Beleza tem a ver com beleza, e sexo tem a ver com sexo.”

“Arte Empresarial é uma coisa melhor de se fazer do que Arte Arte, porque Arte Arte não sustenta o espaço que ocupa, enquanto a Arte Empresarial sim. (Se a arte empresarial não sustentar o próprio espaço, ela vai à falência).”

“Sempre gosto de trabalhar com restos, fazer as coisas de restos. É um procedimento econômico e engraçado.”

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[Quadrinhos] Os Irmãos Grimm em quadrinhos – Fábulas recontadas por quadrinistas brasileiros

Categoria: Livros Quadrinizados, Quadrinhos, Quadrinhos Especiais

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Continuando nossas incríveis comemorações pelo Dia do quadrinho nacional, trazemos para o blog mais uma obra, feita a várias mãos. Pelos previews do post você pode notar o altíssimo nível  dos desenhos, mostrando que o quadrinho nacional realmente não deve nada ao lá de fora. Dê uma comparada nos preços, vale a pena comprar o original!

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Dando seqüência à recente onda de adaptações de textos literários para os quadrinhos feitas por artistas brasileiros, a editora Desiderata divulgou o lançamento de Irmãos Grimm em Quadrinhos.

A obra traz 14 contos clássicos em versões criadas por diversos quadrinhistas.

Os contos dos irmãos Grimm (Jacob e Wilhelm), considerados educativos e até certo ponto moralistas, foram colhidos a partir da tradição oral européia, em especial a alemã e a francesa, em volumes publicados entre 1811 e 1863.

As adaptações tentam resgatar os contos como os Grimm os compilaram, sem o conteúdo politicamente correto que surgiu no decorrer dos anos. De acordo com o release da editora, as versões em quadrinhos buscam interpretações para as histórias, com um apelo “pop” e contemporâneo.

O editor de quadrinhos da Desiderata, S. Lobo, com auxílio do animador Levi Luz, convidou novos talentos do gênero no Brasil para a empreitada. Lobo também assina o roteiro de A bela adormecida.

A idéia foi reunir desenhistas que pudessem reinterpretar ícones da cultura ocidental inovando na linguagem. “Os leitores já conhecem as histórias e sabem como elas se desenrolam. O diferencial é contá-las com um apelo visual inusitado, recuperando todo o horror, o sexo e a escatologia dos originais”, afirmou Lobo.

Do ponto de vista estético, a variedade de estilos é outra característica do livro. Entre desenhos barrocos, geométricos, minimalistas e “toscos”, a pluralidade dos traços demonstra a variedade de influências dos desenhistas.

A edição apresenta as histórias Velho Sultão, de Allan Alex; A Gata Borralheira, de Fido Nesti; João Porco Espinho, de Claudio Mor; Os Músicos de Bremen, de Vinicius Mitchell; O Pequeno Polegar, de Daniel Og; Hansel e Gretel (João e Maria), de Carlos Ferreira e Walter Pax; João Sortudo, de Rafael Sica; Branca de Neve, de Rafael Coutinho; O Rei Barbicha, de Eduardo Filipe; Chapeuzinho Vermelho, de Arthuro Uranga; Margarete Esperta, de Roberta Lewis; As três Línguas, de Odyr; Rapunzel, de Fabio Lyra e A Bela Adormecida, de Allan Rabelo, S. Lobo e Sr. Blond.

Clássicos contos reinterpretados para leitores maduros por talentosos quadrinhistas brasileiros. Vale conferir.


Screen Shots:

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Os Irmãos Grimm em quadrinhos

Autores e contos:
Velho Sultão (Allan Alex)
A Gata Borralheira (Fido Nesti)
João Porco Espinho (Claudio Mor)
Os Músicos de Bremen (Vinicius Mitchell)
O Pequeno Polegar (Daniel Og)
João e Maria (Carlos Ferreira e Walter Pax)
João Sortudo (Rafael Sica)
Branca de Neve (Rafael Coutinho)
O Rei Barbicha (Eduardo Filipe, o Sama)
Chapeuzinho Vermelho (Arthuro Uranga)
Margarete Esperta (Roberta Lewis)
As três Línguas e Odyr Rapunzel (Fábio Lyra)
A Bela Adormecida (Allan Rabelo, S. Lobo e Sr. Blond) Pax e Lobo

Páginas: 155
Tamanho: 67,7
Scans: Eudes Honorato, via Farra.

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