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[Quadrinhos] Sherlock Holmes – Edição 02 – Arthur Conan Doyle, por Leah Moore e John Reppion

Categoria: Livros Quadrinizados, Quadrinhos

sherlockholmes2 [Quadrinhos] Sherlock Holmes   Edição 02   Arthur Conan Doyle, por Leah Moore e John Reppion

Continuando sua exploração em personagens icônicos, a Dynamite Entertainment apresenta um grande mistério de Sherlock Holmes! Com roteiros de Leah Moore (filha do mago Alan Moore) e seu marido John Reppion, a história traz o tom Vitoriano no começo de “Trial of Sherlock Holmes” (O Julgamento de Sherlock Holmes), que apresenta o grande detetive em um dilema pessoal e explora a natureza do homem e seu mundo, numa refinada união de mistério e suspense! A arte interna é de Aaron Campbell, com belíssimas capas do talentoso John Cassaday.

Criado por Sir Arthur Conan Doyle em 1887, no livro Um Estudo em Vermelho, Sherlock Holmes é considerado o pai das histórias de detetives modernas. Sempre acompanhado por seu companheiro e arquivista, o médico e ex-militar John Watson, Holmes tem uma mente infalível para o raciocínio lógico e dedutivo. Uma parceria Ndrangheta & DecK’Arte e The Centurions.

Sherlock Holmes – Edição 02 – Arthur Conan Doyle, por Leah Moore e John Reppion

Tamanho: 17,2 mb | Formato: cbr (comic book reader) | Tradução: Ndrangheta e The Centurions

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Veja o número 01 de Sherlock Holmes aqui

[Notícias] Começa hoje a XIV Bienal do Rio

Categoria: Informação e Cultura, Notícias

bienal do rio [Notícias] Começa hoje a XIV Bienal do Rio

Uma programação cultural rica e diversificada espera pelos 600 mil visitantes estimados para a XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que acontece entre 10 e 20 de setembro, no Riocentro. Novos formatos e a presença de importantes escritores brasileiros e autores internacionais conceituados vão formar a grade, que nesta edição homenageia os EUA e contará com um total de 67 sessões de debates e 84 apresentações voltadas para o público infanto – juvenil. Mais uma vez a organização da Bienal do Livro inova, marca registrada do evento, oferecendo ao público uma grade mais dinâmica, diversificada e especialmente desenvolvida para atender a todas as faixas etárias e perfis. A programação cultural desta edição contará com investimento de R$ 1,7 milhão, 30% a mais que em 2007.

De acordo com os organizadores do evento, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros e a Fagga Eventos, a Bienal 2009 foi desenvolvida pensando na qualidade e diversidade do conteúdo. “A cada edição buscamos novas formas para estimular ainda mais o hábito da leitura. Vamos apresentar propostas diferentes, que vão aproximar ainda mais os leitores do universo literário”, conta a presidente do SNEL, Sonia Machado Jardim. A Bienal do Livro do Rio apresentará três novos espaços, uma exposição que retrata o trabalho de décadas de um dos principais editores do país, o já consagrado Café Literário e encontros com escritores estrangeiros.

Uma das principais apostas desta edição é voltada para o público infanto-juvenil. A Floresta de Livros será o maior espaço em metragem da Bienal 2009, oferecerá diariamente uma experiência única de contato com os livros, aliando tecnologia e informação. As outras novidades são: Mulher e Ponto, dedicado ao debate de temas de interesse das leitoras do país; e o Livro em Cena, que será palco de leituras dramatizadas de clássicos da literatura brasileira. “Fizemos um trabalho grande de pesquisa para informar a definição do novo formato da programação cultural. A ideia central foi renovar e qualificar. Apresentar uma programação mais bem elaborada e mais consistente, com novidades para os diferentes tipos de leitores. Escolhemos um time de curadores de talento e experiência e aumentamos o investimento para oferecer um belo programa para todas as faixas de idade e interesse”, afirma o vice-presidente do SNEL, Roberto Feith.

Ao longo dos 11 dias de evento, mais de 100 autores brasileiros, 18 internacionais – sendo 12 da comitiva norte-americana – participarão das sessões, debates e encontros da programação cultural.

[Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias

Categoria: Curiosidades, Informação e Cultura

O Grito! elege as mais importantes histórias da Marvel, na semana em que a editora inaugura uma nova era, agora como parte da Walt Disney

marveluniverse 1280 [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias

Por Gustavo Vícola, blogueiro da Revista O Grito!

Em novembro de 1939 chegavam às bancas norte-americanas as revistas Marvel Comics #1 e Marvel Mystery Comics#1, com as estréias dos primeiros heróis da Timely Comics – futura Marvel Comics –, Namor, o príncipe submarino e Anjo, um milionário combatente do crime. Com essa data por base, a editora está comemorando seus 70 anos de publicações em 2009. A Revista O Grito! inicia nesta edição um especial de três partes sobre uma das principais instituições do entretenimento mundial. Num mês de reviravoltas para a editora, agora parte da Disney, preparamos um Top 10 de melhores histórias.

A Marvel já está lançando várias edições em comemoração, como é o caso da mini-série Marvel Project, na qual aventuras inéditas de antigos heróis como Tocha Humana, Namor e Capitão América durante a 2º Guerra Mundial são narradas ao leitor pelo próprio Anjo. The Torch e Daring Mystery Comics Special são também dois outros projetos em comemoração ao septuagenário da Marvel e que irá revisitar dois de seus antigos personagens, o Tocha Humana original e o Repórter Fantasma.

De lá para cá a editora teve três nomes diferentes – Timely Comics, Atlas Comics e, por fim, Marvel Comics –, trabalhou com outros gêneros além dos super-heróis, como o humor no final dos anos 40 e o terror nos vinte anos seguintes, sofreu com a censura após a repercussão do livro A Sedução do Inocente do psiquiatra Fredric Wertham durante os anos 1970 e declarou falência nos anos 1990. Porém, em meio a tantas adversidades políticas, sociais e comerciais sobreviveu por sete décadas e hoje, em 2009, líder no mercado e tendo como seus a maioria dos títulos da lista de maiores vendas do mês, a Marvel mostra estar mais forte do que nunca. E, após sua aquisição pela Disney nesta semana, ficou ainda mais.

Nesses 70 anos a editora publicou um sem número de histórias e inúmeros jovens fantasiaram – e continuam fantasiando – com as aventuras de seus heróis preferidos, das quais muitas tornaram-se verdadeiros clássicos da história em quadrinhos de super-heróis.

Em meio a tantos clássicos não há como uma lista não ser injusta com os que forem deixados de fora. No entanto, em um ano e em uma semana tão importante para a Marvel, O Grito! não poderia deixar de apresentar sua lista de 10 ótimos momentos da editora.

Idade das Trevas [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias10. “Idade das Trevas” (Hulk) – Em 1994 – ano de publicação da história – a Aids já não era mais o monstro que havia sido nos anos 80. No entanto, ainda se sabia muito pouco sobre a doença e havia muito medo ao seu redor. Nessa história escrita por Peter David e ilustrada por Gary Frank são abordados temas polêmicos como a homossexualidade e a soropositividade, além de mostrar como o medo e a intolerância podem ser piores do que quaisquer sintomas da doença.

Publicada originalmente em The Incredible Hulk #420 (1994); no Brasil, em O Incrível Hulk #164 (ed. Abril, 1997)


Dem%C3%B4nio [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias9. “Demônio” (X-Men) – Nesta história dos X-Men de 1975 a jovem Kitty Pryde havia acabado ingressar na equipe, e ainda estava se acostumando com seus poderes mutantes, os quais, comparados aos de Wolverine, Colossus, Ciclope, Tempestade ou Noturno pareciam bastante inofensivos e quase inúteis. No entanto, é quando toda a equipe vai para o centro da cidade que Kitty se vê sozinha na mansão com um N’Garai, uma raça de demônios ancestrais que fariam Logan suar para ficar vivo em um combate contra eles. Em uma das mais aterrorizantes e emocionantes histórias de quadrinhos já produzidas a jovem Kitty Pryde prova seu valor. A história é da célebre parceria entre Chris Claremont e John Byrne.

Publicada originalmente em The Uncanny X-Men #143 (1975); no Brasil, em Superaventuras Marvel #42 (ed. Abril, 1985).

a saga da encruzilhada [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias8. A saga da Encruzilhada (Hulk) – No auge de sua fúria e irracionalidade o Hulk causou muito mais destruição do que pode ter causado em qualquer uma de suas recentes sagas. Sob a batuta de Bill Mantlo ele foi retratado como um verdadeiro monstro, quase uma força da natureza. Quando todas as tentativas de vários heróis em detê-lo falharam, entra em cena o Dr. Estranho que bane a criatura para o que o “Mago Supremo” chama de Encruzilhada, um nexo dimensional no qual Hulk tem acesso a vários mundos e dimensões diferentes, podendo sempre escolher algum lugar para viver no qual poderá encontrar sua tão desejada paz. Nessa época os leitores puderam conhecer, realmente, o Hulk em seu lado mais selvagem e assustador.

Publicado originalmente em The Incredible Hulk #300 a #313 (1984-85); no Brasil, O Incrível Hulk #52 a #64 (ed. Abril, 1987-88).

guerras secretas 4 [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias7. “Situação: Desesperadora” (Guerras Secretas) – Se alguém tinha dúvidas sobre a força do Hulk, após essa história não há como não dizer que ele não é a criatura mais forte da Marvel. Presos no planeta construído por Beyonder, heróis e vilões enfrentam-se para que a entidade possa conhecer quem é o mais poderoso dentre eles. Quando os vilões arremessam uma montanha inteira sobre os heróis, é o Hulk quem impede que todos sejam esmagados. Escrito por Jim Shooter e desenhado pó Bob Layton esse é um dos melhores momentos da saga Guerras Secretas e um dos mais empolgantes da Marvel.

Publicado originalmente em Secret Wars #4 (1984); no Brasil, Guerras Secretas #4 (ed. Abril, 1986).

morte do caveira vermelha [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias6. A morte do Caveira Vermelha (Capitão América) – Ao perceber que está condenado a morrer devido à idade avançada, visto que o efeito do gás que o mantinha jovem terminou, o Caveira Vermelha arquiteta um de seus mais complexos planos para garantir que seu arquinimigo, o Capitão América, tenha o mesmo fim. Em um arco magistralmente apresentado pelo roteiro de J.M. DeMatteis e com os desenhos de Paul Neary, é apresentada a origem do Caveira Vermelha, sua filha e mostrado porque ele é o maior vilão do Universo Marvel.

Publicado originalmente em Captain America #295 a #301 (1984); no Brasil, Capitão América #96 a #99 (ed. Abril, 1987).


 [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias5. “Capítulo Final” (Homem-Aranha) – Segunda e última parte de uma história do Homem-Aranha na qual, em busca de um remédio para salvar a vida de sua tia o herói enfrenta o Dr. Octopus na base subaquática do vilão. Além do inigualável roteiro de Stan Lee e da fantástica arte de Steve Ditko, a razão por este momento ser um dos melhores da Marvel é devido ao exemplo de superação que o Homem-Aranha mostra quando se dá conta de que ou torna o impossível em possível ou sua tia morrerá. A incrível cena final da superação do herói foi rememorada em Homem-Aranha #137, da editora Abril.

Publicado originalmente em The Amazing Spider-Man #32 e #33 (1966); no Brasil, em Homem-Aranha #22 (ed. Abril, 1985) e Spider-Man Collection #7 (ed. Abril, 1996).

Queda de Murdock [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias4. A Queda de Murdock (Demolidor) – Ao descobrir a identidade secreta de seu adversário, o Rei do Crime conseguiu fazer muito mais estrago na vida do Demolidor do que jamais conseguiriam o Mercenário ou os ninjas do Tentáculo. Da noite para o dia Matt se vê sem dinheiro, sem trabalho, sem amigos ou qualquer outro tipo de suporte que poderia lhe ajudar e, em uma vertiginosa espiral descendente o herói desestrutura-se de uma maneira tal que enfrentar o Rei do Crime torna-se uma tarefa impossível. Neste pesado e tenso arco, escrito por Frank Miller e desenhdo por David Mazzucchelli, o personagem é levado a becos tão escuros da alma humana que a maioria dos heróis da Marvel sequer imaginam que existem.

Publicado originalmente em Daredevil #227 a #233 (1986); no Brasil, Superaventuras Marvel #62 a #68 (ed. Abril, 1987-88), Demolidor Especial #2 (ed. Abril, 1990) e Demolidor – A Queda de Murdock #1 a #3 (ed. Abril, 1999).

a saga da F%C3%AAnix Negra [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias3. A Saga de Fênix (X-Men) – Chris Claremont e John Byrne foram responsáveis pelos melhores momentos dos X-Men, mas nenhum deles foi tão marcante quanto o arco de histórias que ficou conhecido como A Saga de Fênix, que trouxe a primeira aparição de Kitty Pride, a ameaça do Clube do Inferno e a dramática morte de Jean Grey. Em uma história meticulosamente arquiteta os X-Men presenciaram o aterrador poder da Fênix Negra e entraram em uma batalha para salvar sua amiga da qual nunca tiveram chances de saírem vitoriosos. Este seria, sem dúvida, o primeiro item de uma lista de dez melhores momentos da equipe mutante.

Publicado originalmente em The Uncanny X-Men #129 a #138 (1980); no Brasil, Superaventuras Marvel #25 a #34 (ed. Abril, 1984-85), Marvel Especial #7 e #8 (ed. Abril, 1989), X-Men – Edição Histórica #2 (ed. Mythos, 2002) e Maiores Clássicos dos X-Men #4 (ed. Panini, 2006)

morte do capit%C3%A3o marvel [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias2. “A Morte do Capitão Marvel” (Capitão Marvel) – Em uma época em que os heróis não morriam às dúzias – e muito menos ressuscitavam em igual proporção – a Marvel chocou os leitores com a morte de um de seus maiores heróis, o Capitão Marvel. Em uma batalha anterior contra o vilão Nitro o herói havia sido exposto a gases tóxicos que lhe rederam o surgimento de um câncer extremamente agressivo e inoperável. Cercado de heróis em seu leito de morte, o principal personagem cósmico da editora encontrou seu fim não nas mãos de alguma criatura espacial ou pelo estratagema de algum super-vilão, mas sim devido a uma doença que assusta a todos na vida real. A obra foi escrita e desenhada por Jim Starlin, que havia perdido seu pai a pouco tempo vítima de câncer.

Publicado originalmente em Marvel Graphic Novel #1 (1982); no Brasil, Graphic Novel #3 (ed. Abril, 1988).

 [Curiosidades] Especial Marvel 70 anos – As melhores Histórias1. “O menino que colecionava Homem-Aranha” (Homem-Aranha) – Em uma história na qual o Homem-Aranha visita Tim Harrison, um garoto de 9 anos e um dos maiores fãs do herói, o roteirista Roger Stern comoveu inúmeros leitores nessa que é, sem dúvida, a melhor história da Marvel de todos os tempos.

Publicada originalmente em The Amazing Spider-Man #248 (1983); no Brasil, em Homem-Aranha #19 (ed. Abril, 1985) e em Marvel – 40 Anos no Brasil (ed. Panini, 2007

[Letras] O Tupi e o Alaúde – Uma interpretação de Macunaíma – Gilda de Mello e Souza

Categoria: Letras, Técnicos e Científicos

gilda tupi alaude [Letras] O Tupi e o Alaúde   Uma interpretação de Macunaíma   Gilda de Mello e Souza

Este livro, publicado originalmente em 1979, irrompe como uma resposta crítica a ‘Morfologia do Macunaíma’ (1973), de Haroldo de Campos. Destituído de tom polêmico e sem pretensão à verdade, ‘O Tupi e o Alaúde’ deriva, como o próprio subtítulo indica, para ‘uma interpretação de ‘Macunaíma’, romance de Mário de Andrade.

O Tupi e o Alaúde – Uma interpretação de Macunaíma – Gilda de Mello e Souza

Tamanho: 2,95 mb| Formato: PDF | Digitalização: Digital Source

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[Letras] Literatura e Sociedade – Antonio Candido

Categoria: Letras, Técnicos e Científicos

antonio candido literatura sociedade [Letras] Literatura e Sociedade   Antonio Candido

Este livro, publicado em 1965, tem como pressuposto o desejo de compreender a obra literária como resultado da sublimação de dados sociais que, de um lado, fazem dela expressão de uma sociedade e de um momento histórico; mas, de outro lado, perdem a sua natureza de fatores para se transformarem em elementos de uma estrutura que funciona como se fosse independente. Daí uma conseqüência fundamental: a obra literária deve ser estudada pelo crítico como objeto estético, não como documento ou reflexo da realidade, mas sem ignorar as conexões com esta.

Os ensaios deste livro estão, ora mais próximos, ora mais afastados da realidade histórica e social que condiciona as obras e enquadra os autores. Há simples resumos históricos, como LETRAS E IDÉIAS NO BRASIL COLONIAL, e há tentativas de correlacionar produção literária e estrutura social, como A LITERATURA NA EVOLUÇÃO DE UMA COMUNIDADE, no caso a cidade de São Paulo entre o século XVIII e o Modernismo. Já LITERATURA E CULTURA DE 1900 A 1945 focaliza o movimento literário de todo o país, com atenção ao ritmo histórico, podendo dizer-se o mesmo de O ESCRITOR E O PÚBLICO, que destaca no quadro geral da literatura brasileira um dos elementos fundamentais do processo literário (autor, obra, público).

De cunho mais propriamente teórico são outros escritos, como os três da primeira parte, um dos quais, ESTÍMULOS DA CRIAÇÃO LITERÁRIA, investiga de que maneira as necessidades básicas do homem variam enquanto fontes de inspiração nas sociedades primitivas e nas civilizadas. Coroando e de certa maneira procurando justificar concretamente as posições teóricas do livro, o ensaio final, ESTRUTURA LITERÁRIA E FUNÇÃO HISTÓRICA (sobre o Caramuru, de Santa Rita Durão), é uma espécie de demonstração, visando a surgerir que os elementos externos a determinado texto se transformam em elementos internos organicamente integrados, de modo que o estudo destes é que constitui a finalidade específica do trabalho crítico.

Literatura e Sociedade – Antonio Candido

Tamanho: 468kb | Formato: DOC | Digitalização: Digital Source

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