[Quadrinhos] Planetary – Warren Ellise e John Cassaday – Série Completa!

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Planetary é uma revista em quadrinhos (comic book) criada por Warren Ellis (roteiro) e John Cassaday (desenhos), publicada nos Estados Unidos pelos Estúdios WildStorm, hoje propriedade da DC Comics (uma empresa do grupo Aol Time-Warner). No Brasil, a série em português já foi publicada pelas editoras Pandora Books, Devir e atualmente na revista Pixel Magazine, da editora Pixel Media.
O principal tema da série é uma homenagem a cultura pop do século XX: histórias em quadrinhos, literatura popular, cinema, televisão, enfim, não importa como se manifeste, o século XX foi pródigo em criar entretenimento para as massas e notabilizar personagens fictícios de tal forma que muitos deles são mais conhecidos no planeta do que pessoas reais que viveram realmente.
Cada número de Planetary traz em geral uma história fechada (ou seja, que não continua no próximo número, como a maioria das séries em quadrinhos norte-americanas) que aborda um tema específico da cultura popular. Já foram homenageados Superman, Capitão Marvel, Quarteto Fantástico, Tarzan, Sherlock Holmes, Frankenstein, Arthur C. Clark, Issac Asimov, Robert Wise, Filmes B de ficção cientifica dos anos 50, Marilyn Monroe, Cinema de Hong Kong, Kung Fu, Cavaleiro Solitário, Doc Savage, Fu Manchu, entre inúmeros outros.
Esses temas são abordados nas aventuras de um grupo que se autodenomina “arqueólogos do impossível”, em busca da “história secreta do século XX”. A equipe do Planetary tem sempre três membros, dos quais atualmente estão: Jakita Wagner, que tem superforça, velocidade e é praticamente invulnerável; O Baterista, que pode se comunicar diretamente com qualquer tipo de equipamento elétrico ou eletrônico, e assim comandá-los; e Elijah Snow, que pode congelar tudo que quiser, e é mais do que aparenta ser.
A fundação “Planetary” é comandada pelo misterioso Quarto Homem, cuja identidade inicialmente é secreta, e pode ser tanto Bill Gates quanto Adolf Hitler ou Jim Morrison, entre inúmeros outros suspeitos. Os maiores inimigos do Planetary são um grupo chamado “Os Quatro” que também investiga a história secreta da Terra, mas por objetivos próprios, como ocultar da humanidade qualquer conhecimento secreto afim de poder lucrar com eles.
Planetary também é uma história com começo, meio e fim, ou seja, não uma revista sem data pra acabar. Warren Ellis anunciou que a série termina na edição 27, e ao longo dos anos ela vem tendo diversos problemas de periodicidade, graças em parte aos inúmeros compromissos da dupla criativa com títulos mais comerciais, na Marvel Comics (Homem-de-Ferro, Ultimate Fantastic Four, Astonishing X-Men, New Thunderbolts, New Wave, entre inúmeros outros).

A despeito disso, Planetary já ganhou inúmeros prêmios pela crítica especializada em histórias em quadrinhos, como Eisner Awards (considerado o mais importante, tendo para os criadores de histórias em quadrinhos o mesmo peso que o Oscar tem para o Cinema); Harvey Awards; e Yellow Kid, entre outros. John Cassady já ganhou duas vezes como melhor desenhista o Eisner Awards, principalmente por causa de Planetary. A série também foi indicada inúmeras vezes (sem nem sempre ganhar) nas categorias melhor série, melhor história fechada, melhor personagem (Elijah Snow), melhor colorista (Laura Depuy), melhores capas (John Cassady), e, claro, melhor escritor (Warren Ellis).

Planetary – Warren Ellise John Cassaday – Série Completa!

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[Notícias] Vale-Cultura pode beneficiar 12 milhões de trabalhadores

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A gente não quer só comida?

O Vale-cultura, uma das propostas que compõem a reformulação da Lei Rouanet, em consulta pública, fará com que pelo menos 12 milhões de trabalhadores disponham de R$ 50 mensais para consumir cultura. Quanto isso pode ajudar na valorização da cultura?

Por Anna Carolina Raposo

Entre as propostas apresentadas pelo Ministério da Cultura na reformulação da Lei Rouanet, em consulta pública na internet até meados de maio, uma iniciativa anima o mercado cultural: o Vale-Cultura. O novo subsídio integrará a cesta de benefícios da qual usufruem trabalhadores registrados, funcionários das empresas de lucro real, ou tributável. Eles receberão, além dos vales refeição e transporte, o montante extra de R$50 para ser gasto exclusivamente com alimento para a mente. Se sair do papel, o Vale-Cultura poderá gerar um aumento estimado em 12 milhões de pessoas entre consumidores de livros, teatro, cinema, exposições.

O ministro Juca Ferreira, quando apresentou o projeto, comparou seu funcionamento ao do “tíquete-refeição”. No salário do trabalhador, a dedução será de R$10, ou 20% do valor estabelecido para o benefício. O governo arcaria com 30%, e os outros 50% seriam assumidos pelas empresas. A expectativa do MinC é que de o mercado cultural seja impactado de forma similar ao setor alimentar depois de instituído o vale-alimentação. Se for aprovado pelo Congresso, o vale-cultura representará uma preocupação, até então inédita, com o investimento no consumo, e não apenas na produção cultural, dizem os especialistas consultados.

Mais que comida

“Existe um aspecto muito positivo, que é ajudar na formação de um público para cultura. Não é só o aumento do público que consome cultura, mas o incentivo a uma mentalidade de procura pela cultura, proporcionar o acesso a pessoas que antes não tinham”, afirma Fábio Fabio Maciel, presidente do Instituto Pensarte, organização cultural de interesse público que promove debates e ações sobre os avanços das políticas culturais no Brasil.

Para Maciel, o benefício auxilia na conscientização sobre a relevância da cultura para a formação individual, intelectual. “É um primeiro passo para uma revisão de valores. Mas será necessária a divulgação da importância em participar da cultura. O trabalhador tem que ver que aquilo vale a pena, afinal, ele também está pagando por isso”. Segundo o MinC, apenas 14% da população brasileira vai ao cinema ao menos uma vez por mês, 92% não frequenta museus, 93% nunca vai à exposições de arte, e 78% nunca assiste a espetáculos de dança.

João Leiva, presidente da J. Leiva Cultura e Esporte, consultoria especializada no desenvolvimento de políticas culturais e esportivas para empresas, acredita que, independentemente da aprovação, uma proposta como a do Vale-Cultura gera uma discussão positiva sobre a importância dada à cultura. “É uma boa iniciativa e pode ter sucesso. Existe o benefício econômico direto de aumentar bilheteria, mas há um benefício maior, o de aumentar o acesso do trabalhador à cultura e a educação. As grandes dificuldades, no entanto, são um reconhecimento interno na empresa sobre o valor disso, e o sentimento do trabalhador de que o benefício realmente agrega”.

Fábio Maciel crê que não haverá resistência por parte dos empregadores em aderir ao Vale-Cultura. “No que diz respeito à imagem, pode ‘pegar muito bem’. Por conta disso, várias empresas vão aderir”, acredita.

Democratização

O presidente do Pensarte prevê ainda mudanças na abordagem dos produtores de cultura com relação à divulgação de seus eventos e conteúdos. “Deve haver uma propaganda mais dirigida, em contato com as empregadoras. Vão ser criadas parcerias com essas empresas para fazer a divulgação de uma maneira direta para os próprios funcionários”, considera.

Para Maciel, o Vale-Cultura é a parte inicial de um longo processo de democratização da cultura. “No princípio, os R$50 não vão garantir acesso às produções culturais mais caras, mas vai possibilitar uma difusão maior da produção artística. A possibilidade de escolha aumenta. E, se pensarmos em ações conjuntas atreladas ao fomento à produção, espetáculos caros podem se tornar bastante acessíveis ao público. As pessoas às quais o vale beneficia já têm suas necessidades básicas atendidas. Depois que garante-se a sobrevivência, valoriza-se o humano. E investir em cultura é valorizar o Humano”.

E para você, o vale auxiliaria na promoção da cultura?

Via Bravo

[Curiosidades] Leitores de e-books para cegos próximos da realidade

Postado por: PDL  /  Category: Curiosidades, Papo Cabeça

brailleebook2 [Curiosidades] Leitores de e books para cegos próximos da realidade

Foi graças aos grupos de apoio aos deficientes visuais e à legislação específica sobre direitos autorais para cegos que surgiram boa parte dos primeiros e-books na internet. Com eles os cegos podiam imprimir obras através de impressoras em braile, e também escutar os livros através de sintetizadores de voz. Hoje o mercado de audiolivros evoluiu bastante, a quantidade de e-books que circulam na rede cresce a cada dia, mas para a maioria das pessoas com deficiência visual ter acesso a livros de forma democrática e autônoma ainda é um grande problema. No entanto, é possível que estejamos próximos à uma alternativa capaz de devolver a este público o prazer da leitura: o leitor de e-books para cegos.

Quem faz a promessa é um grupo de designers chineses, que afirma que é possível mudar de forma dinâmica a estrutura da superfície da tela através de impulsos eletromagnéticos, simulando desta forma os pontos da linguagem braile. Trata-se de um produto-conceito, ou seja, um protótipo sem data prevista de lançamento ou comercialização. Por outro lado, uma empresa espanhola afirma que já é capaz de comercializar produto similar.

Inventado por Sergio Trujillo, o bbook (braile book) possuiria bluetooth e seria capaz de armazenar centenas de livros. Através de células que se movimentam para cima e para baixo, o aparelho formaria dinamicamente os seis pontos de cada letra braile. Parece mais simples de realizar que a proposta chinesa. Esperamos realmente ver esses produtos no mercado em breve. No vídeo abaixo é possível ver uma demonstação do bbook. Nele há um email e telefones de contato (da Espanha). Tentamos obter mais informações no site da empresa, mas no momento do post várias páginas estavam com seus links defeituosos.

Links que usamos para escrever este post: LibrosGratis, Andalux, Yankodesign

[Revista] Veja – 15 de Abril de 2009 – Mudou, E agora? – Vestibular

Postado por: PDL  /  Category: Revistas Semanais e Mensais, Veja

capa380 [Revista] Veja   15 de Abril de 2009   Mudou, E agora?   Vestibular

Brasil
CPI dos Grampos Protógenes se cala e a PF volta a investigar Daniel Dantas
Senado A bandalheira continua
Petróleo MP vai investigar o escândalo dos royalties
Rio de Janeiro A amizade do atacante Adriano com os traficantes da favela onde nasceu

Economia
Debate Quatro visões da crise e como sair dela
Governo Juro alto derruba presidente do Banco do Brasil

Internacional
Tragédia O terremoto que devastou o centro da Itália
Armas nucleares Barack Obama propõe a erradicação dos arsenais

Especial
Vestibular Como vencer no novo exame de admissão às universidades

Geral
Cigarro A guerra total contra o fumo
Medicina Os tratamentos para desobstruir as artérias coronárias
Ideias O Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, leva o liberalismo aos jovens
Vicente Fox, ex-presidente do México, expõe desafios do país
Comportamento Os filhos que não querem sair da casa dos pais
Autorretrato Jaime Lerner
Moda O renascimento da bolsa Chanel

Guia
Limpeza As vantagens do uso de produtos naturais
Como resolver problemas domésticos com ingredientes simples
As plantas que purificam o ar

Artes e Espetáculos
Cultura Presságio explora o fascínio humano com o apocalipse
Livros A Cabeça de Steve Jobs, de Leander Kahney
Música Zii e Zie, de Caetano Veloso
Televisão O médium por trás da série Ghost Whisperer
Os filhos problemáticos e os pais mais ainda de Caminho das Índias

Veja – 15 de Abril de 2009 – Mudou, E agora? – Vestibular

Edição: 2108 – 15 de abril 2009
Tamanho: 37 mb
Formato: pdf

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[Quadrinhos] Zé Carioca – Edições 621, 1253, 1569 e 1581 – Disney

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Mais quatro edições antigas da revista Zé Carioca. A mais nova já tem 27 anos e a mais velha 45 anos! As capas abaixo foram restauradas por nós, mas dentro dos arquivos algumas páginas apresentam sinais de desgaste pelo tempo.

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Zé Carioca – Edição 621 (Outubro de 1963)

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Zé Carioca – Edição 1253 (Novembro de 1975)

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Zé Carioca – Edição 1569 (Novembro de 1981)

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Zé Carioca – Edição 1581 (Fevereiro de 1982)

[Papo Cabeça] The Pirate Bay perde processo na justiça

Postado por: PDL  /  Category: Informação e Cultura, Papo Cabeça

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Não adiantou nada Pete Sunde e cia terem mostrado que a promotoria nem sabia do que estava falando e quem estava acusando. Num ambiente com alta pressão política e cartas marcadas, dificilmente quatro transgressores subversivos conseguiriam vencer gigantes que representam dinossauros endinheirados a beira da extinção… mas que ainda têm muito dinheiro no bolso, e colocam a cabeça de qualquer um na guilhotina para protege-lo. Somente pelo espetáculo de transformar um julgamento em algo pop – coisa que John Grisham consegue com muito esforço – a coisa toda foi válida. Mas, mesmo assim, os três fundadores do Pirate Bay, Peter Sunde, Frederik Neij, Gottfrid Svartholm Warg, juntamente com seu investidor, Carl Lundstrom, foram condenados quase com a pena máxima por facilitarem a disponibilização de conteúdos com copyright.

Foi um ano de grade para cada um, e uma multa de 2,7 milhões de euros (R$ 7,8 milhões), para ser paga entre eles. É muito? Os dinossauros queriam mais… US$ 12 milhões (usei três moedas diferentes). E para provar que a coisa toda tinha ares de farsa, Peter Sunde twittou que os piratas estavam condenados uma hora antes do ocorrido, numa clara alusão que o veredicto já estava vazado antes da hora. E mesmo com a ameaça de ver o sol quadrado em breve, Peter ainda despejou mais do seu humor, dizendo que além de filmes e músicas para baixar, agora era a vez do processo. Ele aproveitou também para dizer que nada muda no Pirate Bay; o processo era contra seus fundadores e não contra o site em si.

O que mudou com essa condenação (parcial)? Muito pouco. Para a decisão ainda cabe recurso, o que pode fazer uma decisão definitiva demorar anos para sair. Na verdade, a curto prazo o Pirate Bay ganhou bastante coisa. Muito mais do que perdeu (se é que perdeu alguma coisa). Foram 22 milhões de usuários novos durante o período do julgamento, além de milhares de usuários suecos terem aderido ao seu serviço pago  que torna sua navegação na internet anônima, o IPREDATOR. Além disso, seu partido, o Partido Pirata Sueco, ganhou 50% mais integrantes nesse período e já é um dos maiores do país (1600 adesões em um único dia), e já está de olho nas eleições parlamentares suecas. Ou seja, cada vez mais o Pirate Bay ultrapassa o universo dos torrents e vira uma grife poderosa (quem ainda quiser me dar uma camisa deles, eu aceito).

Logo depois do resultado, Peter Sunde iniciou uma conferência e afirmou que prefere queimar tudo que tem do que pagar a indenização. Ele ainda deu seguimento a conferência citando o Google, e com razão, argumentando que ele fornece tantos links supostamente ilegais quanto eles. É só digitar Nine Inch Nails (ou o artista, filme, música a seu gosto) no Grande Oráculo da Internet e milhares de links aparecem. Você ainda pode refinar sua pesquisa para apenas procurar torrents, ou algo assim.

As duas perguntas que surgem com essa vitória parcial dos dinossauros são a)para onde vai o dinheiro da indenização? Para os artistas supostamente lesados, ou para os bolsos de tubarões que só pensam em dinheiro e não no incentivo da arte? b) será que os apoiadores de uma causa tão idiota e já perdida não vêem que isso abrirá procedência para processos de dezenas de milhares de sites? Por que eles acham que somente os sites mais conhecidos são processados?

Enfim, não vou dizer que tempos negros se aproximam, como falaram alguns por aí, porque realmente eles não estão se aproximando. A não ser que a MPAA, a FIAA e todas essas siglas idiotas tenham gente para mover processos pelo resto da vida… mesmo assim inutilmente.

nerdsomosnozes [Papo Cabeça] The Pirate Bay perde processo na justiça

Artigo original do Nerds Somos Nozes. Visite!

[Revista] Computer Arts Brasil – Edições 09, 10, 11, 12

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computerarts9 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 09, 10, 11, 12

Computer Arts Brasil – Inspiração. Técnica. Design de ponta – Edição 09

Tamanho: 29,18 mb – Formato: jpg

Lançamento PDL/EbooksGrátis

Ilustração _hoje e amanhã
Como artistas estão explorando os limites da criatividade em trabalhos cada vez mais impactantes.

Design argentino
Depois de anos de crise, os ‘hermanos’ voltam à cena com trabalhos incríveis.

Entrevista
Stefan Sagmeister

Um dos mais aclamados designers da atualidade foi o responsável pela volta do design à mão.

26 páginas de Técnica:
Photoshop – efeitos de luz
Illustrator – padrões de camuflagem
Flash – efeitos de partículas

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computerarts10 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 09, 10, 11, 12

Computer Arts Brasil – Design Gigante – Edição 10

Tamanho: 29,18 mb – Formato: pdf

Conheça o trabalho de designers que criam identidades visuais para aviões, edifícios e grandes ambientes.

De designer para designer
Confira portfólios incríveis em livros.

28 páginas de Técnica
Photoshop – Crie pôsteres gigantes
Illustrator – Personagens de papel-cartão
Falsh – Controles de vídeos online
Briefing – Padrões para estampas em gravatas

Perfil
Gringo
– A agência brazuca que conquistou a Coca-Cola

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computerarts11 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 09, 10, 11, 12

Computer Arts Brasil – A Arte da Direção de Arte – Edição 11

Tamanho: 22,45 mb – Formato: pdf

10 diretores de agências top de linha revelam segredos de como liderar projetos criativos

Design engajado
Veja como o seu trabalho pode ajudar a melhorar o mundo

29 páginas de Técnica
Illustrator e Photoshop – Fotografia, desenho e pintura
Lightwave 3D – Criação de efeito enferrujado
Flash – Curtas-metragens em seu site
Briefing – Logo para revista radical

Perfil
Autor de oito livros, ilustrador do Clarín… Conheça o vigor criativo de Pablo Bernasconi

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computerarts12 [Revista] Computer Arts Brasil   Edições 09, 10, 11, 12

Computer Arts Brasil – Design Radical – Edição 12

Tamanho: 12,58 mb – Formato: pdf

Snowboard, skate, surf, e BMX. Conheça artistas que criam trabalhos muito ousados e com estética diferenciada.

Entrevista: Nando Costa
O artista brasileiro conta como caiu nas graças da Nike e da Fox e conquistou os EUA.

Técnica
Illustrator e FontLab: Criação de fontes a partir de rascunhos no papel
Briefing: Design de interiores para um restaurante típico mexicano
Illustrator: Domine as curvas Bézier

E muito mais

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