[Quadrinhos] The Living and the Dead (Os vivos e os mortos) – Jason

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vivoseosmortos [Quadrinhos] The Living and the Dead (Os vivos e os mortos)   Jason

Um Garoto conhece uma garota. Um meteoro cai. Os mortos voltam à vida. Os mortos comem os vivos. O garoto salva a garota. A garota vira zumbi. O garoto vira zumbi. Os dois começam a viver e comer juntos, felizes para sempre.

Jason usa linhas de arte preta e branca, estilizada e forte, para retratar essa nova versão do filme de George Romero, A noite dos mortos-vivos (1968). Os desenhos frugais que antropomorfizavam animais são reminiscências dos personagens de desenhos animados dos anos 30 como o Gato Félix. Concebido como um filme mudo, a narrativa sequencial através de painéis visuais flui rapidamente com poucas palavras. Os personagens de desenho animado de Jason, juntamente com o livro de sangue, horror e romance, devem apelar para certas sensibilidades de adultos jovens.

A brevidade do livro e os pontos de comparação com filmes Cult e Pulp Fiction adicionam o seu valor em coleções de graphic novels

The Living and the Dead (Os vivos e os mortos) – Jason

Tamanho: 23,9mb | Formato: jpg | Digitalização: SóQuadrinhos

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Dica de post de Aranha Sombrio, do Clã Destino

[Quadrinhos] Pingo de Gente (Charlie Brown) – Edição 01 – Charles Schultz

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charliebrownpingodegent [Quadrinhos] Pingo de Gente (Charlie Brown)   Edição 01   Charles Schultz

No Brasil, as primeiras tiras da Turma do Charlie Brown sairam na revista Pingo de Gente, Editora O Cruzeiro, cuja adaptação e projeto gráfico eram feitos pelo cartunista Ziraldo, que nos brindou com pérolas nas traduções: Charlie Brown virou João Barbosa (uma homenagem ao letrista da revista Pererê), Linus virou Lino, Snoopy ganhou a tradução literal de Xerêta, e Schroeder virou Essenfelder. Do nome original em ingles, Peanuts, também veio o apelido do Charlie: Minduin. Pingo de Gente teve vida curta, mas a primeira edição está aqui para recordar. A edição tem data de 10 de Março de 1963.

Pingo de Gente (Charlie Brown) – Edição 01

Tamanho: 8,26mb
Formato: jpg
Scans: Eudes, Rapadura Açucarada

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turmadocharliebrown [Quadrinhos] Pingo de Gente (Charlie Brown)   Edição 01   Charles Schultz

Mulher Diaba no Rastro de Lampião – Ataíde Braz e Flávio Colin

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mulherdiabacapajpg Mulher Diaba no Rastro de Lampião   Ataíde Braz e Flávio Colin

Lampião é um nome mítico para todos os brasileiros. Justiceiro para uns, bandoleiro para outros, enfim, o mais famoso cangaceiro de nossa história. Suas aventuras foram cantadas em verso e prosa, em livrinhos de cordel e teses universitárias., inspirando dezenas de filmes, seriados de Tv e bons quadrinhos como este Mulher Diaba no Rastro de Lampião. Esta obra enfoca o período crítico da vida do rei do cangaço. Quando perseguido pelas “volantes” se ve cara-a-cara com uma mulher poderosa e possuidora de forças malignas. Uma história exótica que retrata com fidelidade o coronelismo no serão.

Qualquer obra que tenha o nome de Flávio Colin vale o dinheiro investido. Além de ter o melhor traço dos quadrinhos brasileiros (obviamente, um dos melhores do mundo), Colin também é um excelente roteirista. Certamente o grande mestre das HQs nacionais.

Mulher Diaba no Rastro de Lampião é a história de uma mulher que sai a caça do cangaceiro mais temido da região. Para tanto, faz um pacto com o demônio. Uma história de contexto histórico com uma boa dose de terror, gêneros nos quais Colin é mestre. Por fim, uma graphic novel digna de admiração.

Em Mulher Diaba no Rastro de Lampião, Colin junta seu traço ao roteiro de Ataíde Braz. Uma história bruta, violenta e, em alguns pontos, beirando a poesia. O texto de Braz é um prazer à parte. É necessário guardar um tempo para apreciar o texto e outro para a arte. Aqui não serve uma leitura superficial de uma ou de outra. (Review por Quadrinhólatra)

Mulher Diaba no Rastro de Lampião – Ataíde Braz e Flávio Colin

Tamanho: 11,5mb
Scans: sotoveno
Lançamento: Rapadura Açucarada

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graphicbrazil01002rodapz Mulher Diaba no Rastro de Lampião   Ataíde Braz e Flávio Colin

[Quadrinhos] A Volta da Graúna – Henfil

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avoltadagraunahenfil [Quadrinhos] A Volta da Graúna   Henfil

Seleção de diversas charges da personagem Graúna e seus companheiros, o cangaceiro Zeferino e o bode Orelana, sempre usando o sarcasmo e o humor negro para apontar as contradições cotidianas da política brasileira.

Conta ainda com uma introdução do filho do cartunista, além da apresentação do amigo e parceiro de Pasquim, Ziraldo (criador do Menino Maluquinho, do Pererê etc.).

“Não somos um país sério”, diz o bode Orelana, ao fim de uma das mais escrachadas piadas do livro. Talvez seja justamente por isso que o Brasil possa contar com humoristas do calibre de Henfil. Seu traço é cheio de vida, de movimento, de graça e fúria; quiçá “expressionista”, como quer Ziraldo. Alguns diriam “exagerado”, excessivamente dramático, teatral demais.

Isso é perceptível na paranóia caricata de Ubaldo ou na crueldade irreal dos Fradins. As expressões saltam imediatamente à vista do leitor, arrancando-lhe não somente o riso como também certas emoções contidas. Nisso, Henfil lembra muito Don Martin, um dos melhores cartunistas da Mad original. A comparação chega a ser inevitável.

Contudo, o brasileiro vai mais fundo. Seus traços rudimentares penetram com violência surda a consciência da nação. Tudo de Henfil parece ter urgência demais, uma necessidade inadiável de destruir o castelo de erros que era (é?) a política brasileira.

Suas charges tinham a pressa e a vontade de um furacão bem pensado. Henfil parecia ter tanta crença na importância de uma piada gráfica bem colocada que, imerso em sua missão, não deixava entrever a pessoa leve e divertida que percebemos neste livro, principalmente na figura da Graúna.

Com seus traços básicos, seu riso fácil (deboche sempre?), a pequena Graúna se sobrepõe em sua obra, uma figura feminina leve e fina, mas de forte presença; contrapondo-se ao corpulento e ingênuo Zeferino ou ao intelectualizado e cínico Orelana, numa trindade de excepcional apelo cômico.

Nota-se facilmente que a Graúna é a personagem mais humana de Henfil. Não surpreende, portanto, que (e este álbum deixa isso bem claro) suas piadas políticas funcionem tão bem, melhor ainda que com a maioria dos outros personagens.

Este é um livro necessário, embora incompleto. A exemplo de Hiroshima, meu humor, não faria nada mal se a edição fornecesse informações sobre o contexto em que foram concebidas as piadas, embora sejam efetivamente bem menos datadas que as daquele álbum. Porém, o trabalho não compromete significativamente o entendimento da obra. Percebe-se um Henfil sempre presente, em sua urgência demolidora, em sua fúria revolucionária, o sarcasmo contra os tanques.

Sentencia Ziraldo, no ótimo texto de apresentação: “Seu desenho era uma escrita”. Completa o próprio Henfil, na quarta capa: “Morro, mas meu desenho fica”. Amém, camarada. Sempre indispensável, inadiável.

Por Diego Calazans / Universo HQ

anistiahenfilrodape [Quadrinhos] A Volta da Graúna   Henfil

A Volta da Graúna – Henrique de Sousa Filho (Henfil)

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[Quadrinho Erótico] Lanterna Mágica (Linterna Magica) – Guido Crepax

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linternamagica1093557 [Quadrinho Erótico] Lanterna Mágica (Linterna Magica)   Guido Crepax

Crepax nasceu em Milão em 1933. Ele estudou arquitetura, mas depois da formatura, em 1959, começou a desenhar quadrinhos. Na época, contribuiu para uma revista de medicina.

Sua estréia nas HQs de ficção aconteceu em 1965, quando começou a trabalhar com a revista Linus. Para a publicação criou uma história de super-heróis intitulada Neutron. Como coadjuvante na HQ colocou a repórter Valentina, que acabou ganhando espaço e tornando-se a maior criação do artista.

A partir daí, Crepax encontrou a linha pela qual ficaria mundialmente conhecido: Os quadrinhos eróticos/pornográficos, recheados de excitantes aventuras com ousadas cenas de sexo.

Guido Crepax desenhava mulheres delicadas, muitas inspiradas pela atriz do cinema mudo Louise Brooks, adorada por ele.

Lanterna Mágica é uma de suas obras mais maduras. Não possui edição no Brasil, mas como também não tem nenhum balãozinho de texto, não faz mal… :)

Lanterna Mágica (Linterna Magica) – Guido Crepax

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rodapeguidolanterna [Quadrinho Erótico] Lanterna Mágica (Linterna Magica)   Guido Crepax

[Quadrinhos] Spirit Magazine – Número 1 (Metal Pesado Editora) – Will Eisner

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11 1612447395T [Quadrinhos] Spirit Magazine   Número 1 (Metal Pesado Editora)   Will Eisner

Conteúdo da revista:

O Arqueiro Negro (The Black Bow) – publicada originalmente em 05 de janeiro de 1941

Eleja a Miss Rhinemaiden (Elect Miss Rhinemaiden) – publicada originalmente em 30 de outubro de 1949

Vietnã 1950 (Vietnam’50) – publicada originalmente em 05 de novembro de 1950

Halloween (Halloween) – publicada originalmente em 26 de Outubro de 1947

Will Eisner bate papo com Jack Kirby – publicada originalmente em Will Eisner’s Spirit Magazine nº 39, em fevereiro de 1982

O Criminoso (The Criminal) – publicada originalmente em 02 de novembro de 1947.

Guarda-Chuvas (Umbrella Handles) – publicada originalmente em 28 de dezembro de 1947

“Falido” Nerser (“Nickles” Nerse) – publicada originalmente em 05 de fevereiro de 1947.

A Casa Mal-Assombrada (The Haunted House) – publicada originalmente 08 de dezembro de 1940

[Quadrinhos] Spirit Magazine – Número 1 (Metal Pesado Editora) – Will Eisner

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Veja o que já publicados de Will Eisner

[Quadrinhos] Will Eisner´s The Spirit – As novas Aventuras – Alan Moore

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26 1448577477T [Quadrinhos] Will Eisner´s The Spirit   As novas Aventuras   Alan Moore

Conteúdo da Revista:

“A Refeição Mais Importante”

“Força nos Braços”

Fofocas e Gertrude Granch”

Spirit vs. Sam “Escorregadio” Eall
Uma clássica “splash page” de Spirit por Will Eisner, colorida por Chris Shadoian

As Muitas Origens de Spirit por Catherine Garnier

Spirit criado por Will Eisner
História: Alan Moore
Capa: Dave Gibbons
Cores: Angus McKie
Scans: Rapadura Açucarada

The Spirit – As novas Aventuras – Alan Moore

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Veja o que já publicados de Will Eisner

Veja o que ja publicamos de Alan Moore

[Quadrinhos] The Spirit – 50 anos de luta contra o crime – Will Eisner

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11 1616316209T [Quadrinhos] The Spirit   50 anos de luta contra o crime   Will Eisner

“O que mais me fascina em Will Eisner é o humor e a ironia de seu texto e a linguagem absolutamente cinematográfica do seu desenho, com toda aquela perspectiva, angulação e decupagem. Ele é o primeiro desenhista de quadrinhos a usar o close e o super-close-up.” Jo Soares.

Sob a superfície retorcida e coberta de limo do Cemitério Wildwood, o sepulcrário abandonado nos arredores de Central City, existe um lar. Em seu apartamento subterrâneo, construído para ter a durabilidade de um abrigo anti-aéreo e equipado com o que há de mais moderno em combate ao crime, vive Denny Colt, vulgo Spirit, desde junho de 1940.

De seu santuário, durante toda a década que se seguiu, o herói empreendeu, com firme determinação, uma guerra aos fora-da-lei. Sua verdadeira identidade (um segredo obscuro) era conhecida apenas pelo comissário de polícia, Dolan, e sua filha, Ellen.

Poupado das restrições que cerceiam um detetive comum e legalmente constituído, o solitário e nada ortodoxo guerreiro tornou-se uma lenda de seu tempo. Nos anos seguintes, Spirit alcançou enorme sucesso e passou ser altamente respeitado pela sociedade que tentava proteger.

The Spirit – 50 anos de luta contra o crime – Will Eisner

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Confira o que já publicamos de Will Eisner no PDL

[Quadrinhos] The Spirit – Edição LP&M – Will Eisner

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Imagem

O cais do porto é o seu cenário
predileto. As ruas escuras e as casas sombrias são seu lar.
Aventura c perigo são seus inseparáveis companheiros. Apresentamos o
SPIRIT. seus amigos e inimigos que juntos vão introduzi-los
ao submundo de uma metrópole chamada Central City.

Como os grandes personagens da literatura universal, O Spirit é complexo e contraditório. Os amigos que o cercam e os inimigos que o odeiam também. Nesta antologia de histórias, organizada pela L&PM e selecionada e traduzida por Marco Aurélio Poli, estão todos eles presentes: o indefectível comissário Dolan, sua filha e eterna noiva do Spirit, Ellen, o arqui-inimigo Octopus, a fatal e apaixonante “Silk” Satin, os pequenos fãs do Spirit, Sammy e Ebony, as perigosas P’Gell, Skiny Bones e Sand Saref.

Sylvia “Silk” Satin, ladra internacional de jóias, surgiu em 1941 e, ao criá-la, Eisner inspirou-se no papel que Katherine Hepburn representou no fime Sylvia Scarlert, de 1932. Sua primeira estória aparece aqui. Apaixonada pelo Spirit, Satin mais raide se regeneraria, trabalhando pela ONU em defesa de causas humanitárias. Essa nova Satin também está representada na antologia.

No episódio “Carga: Octopus” surge o maior e mais poderoso inimigo do Spirit. Mistura do Dr. Cobra com o Squid (dois dos primeiros arqui-inimigos do Spirit), esse gangster de luvas púrpuras, cuja fisionomia nunca foi vista, é o único criminoso no qual o Spirit jamais conseguiu pôr as mãos. Sua longa carreira de crimes, começou em 1946 e “Carga: Octopus” é a primeira história na qual ele aparece.

Em “Veta Barra” o leitor conhecerá um pouco mais da psicologia do comissário Dolan (que está para o Spirit como o inspetor Lestrade está para Sherlock Holmes ou o coronel Cintra está para Mickey Mouse). Nas demais, verá a bela Ellen, a envolvente P´Gel (inspirada em Lauren Bacall) e a perigosa Magra Magrella. Compreenderá então porque o Spirit faz as delícias de seus leitores e críticos.

Scans by Rapadura Açucarada

The Spirit – Edição LP&M – Will Eisner

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Confira o que já publicamos de Will Eisner no PDL

[Quadrinho Erótico] Sonhar Talvez… as aventuras orientais de Giuseppe Bergman – Milo Manara

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sonhartalvezmilomanaraup8 [Quadrinho Erótico] Sonhar Talvez... as aventuras orientais de Giuseppe Bergman   Milo Manara

Mago Milara entre a ficção e a realidade

Imaginemos um plano. Um plano infinito sobre o qual a realidade objetiva se manifesta. Imaginemos que um véu negro oculte este plano. Imaginemos também que nesse véu haja alguns buracos. O véu negro representa, para o homem comum, a impossibilidade de captar a realidade inteira. Os buracos são o meio através do qual o homem se põe em contato efetivo.

Assim, um buraco representa os limites da percepção sensorial, a incapacidade de colher mais do que uma das infinitas manifestações possíveis. Para alcançar vários aspectos da realidade, deveríamos poder enxergar por vários buracos e, para isso, deveríamos nos afastar da superfície.

Mas há um perigo!

Afastando-nos do plano perceberemos de maneira indistinta aquilo que os buracos revelam.E então? Então faz-se necessário um mago.

Em sonhar talvez…. Mago Milara permite-nos alcançar uma história através de três buracos, três das infinitas representações de um mesmo acontecimento, narradas transcendendo as dimensões do tempo e do espaço.

O prodígio acabou sendo feito com o auxílio de um instrumento mágico, “Lápis”, e de “Nanquim”, uma pitonisa negra que se apaixonou pelo Mago.

Temos também a modesta contribuição de um dos personagens: “Steve”.

O Mago confiou a um cavalheiro sem mácula e sem medo a tarefa de viver alguns sonhos-visões do bruxo aprendiz. Visões obtidas pelo uso de drogas especiais (entre as quais o mítico amargão) ciosamente ocultas nos subterrâneos do laboratório de Mago Milara.

Franco Mescola


Sonhar Talvez… as aventuras orientais de Giuseppe Bergman
(com a colaboração de Franco Mescola)

Scans: Grimm
Tamanho: 41mb
Servidor: Rapidshare

O italiano Milo Manara não faz apenas desenhos, mas clássicos, com as mulheres mais perfeitas dos quadrinhos. “Sonhar talvez…” traz estórias pra lá de picantes, onde as mulheres do “papa” do quadrinho erótico italiano mexe, mesmo, com a libido dos leitores.

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O nosso blog já publicou outras hqs de Milo Manara, confira: Revolução, Série O Clic, Bolero


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