[Ciências Políticas] Origens doTotalitarismo – Hannah Arendt – Lançamento PDL

Categoria: Ciências Políticas e Sociais, Técnicos e Científicos

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“Neste livro, concebido na década de 40 e publicado em 1951, Hannah Arendt realça a singularidade do totalitarismo, como uma nova forma de governo baseada na organização burocrática de massas e apoiada no emprego do terror e da ideologia. Sublinha como a ubiqüidade do medo e a descartabilidade generalizada das pessoas, que permitiu, com o nazismo na Alemanha e o stalinismo na URSS, a dominação total, não é um despotismo oriental – sempre visto pela teoria política clássica e moderna como algo que se origina de fora -, mas sim a inesperada terrível outra face da modernidade ocidental, que também ensejou a democracia, a prosperidade econômica e os direitos humanos. A incisiva e inesgotável sugestividade do abrangente pensamento de Hannah Arendt torna este livro – um marco da sua obra, que vem, com os anos, alcançando repercussão crescente – ponto de referência indispensável para a reflexão político-filosófica no mundo contemporâneo.” Celso Lafer

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Origens doTotalitarismo – Hannah Arendt

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[História] A Civilização Asteca – Jacques Soustelle – Lançamento PDL

Categoria: História Geral, Técnicos e Científicos

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América pré-colombiana tem sido o tema que mais demonstro entusiasmo dentro da história, seja pelos Astecas, Maias ou Incas. Esse livro, como o título sugere, descreve as características básicas dos Astecas, sendo assim, não é um livro para pesquisas aprofundadas.

O livro é basicamente um resumo dessa civilização que ocupou boa parte do território mexicano. A divisão dos capítulos é um tanto simplória, classificados por temas específicos, como sociedade, governo e religião. O livro em si não segue uma linha cronológica, com exceção do primeiro capítulo, que redige como sucedeu a origem dessa civilização.

Muitos povos são citados, como os Olmecas e Toltecas e os chamados pós-toltecas, e desse ultimo, só alguns são necessários ser citados para o entendimento deste livro. Após uma guerra entre o estado de Texcoco, tendo Tenochtitlán como seu aliado, contra Azcapotzalco, no qual resultou na vitória dos dois estados aliados. A partir de então, formavam a Tríplice aliança, constituída por Tenochtitlán, Texcoco e por uma cidade pertecente a tribo de Azcapotzalco, Tlacopan. A tríplice aliança tornou-se o conhecido império asteca.

A sociedade era formada por algumas classes: povo (cidadãos normais), escravos (normalmente prisioneiros de guerra e usados como sacrifícios), artesãos, negociantes, dignitários e os sarcedotes, sendo que esses dois últimos eram considerados as classes dominantes. A aritmética asteca foi menos desenvolvida em comparação com os Maias, mas não menos importante. A data de nascimento de cada pessoa afirmaria qual profissão ela seguiria.

Assim como muitos povos antigos, faziam tributos aos seus deuses, de acordo com sua capacidade de produção, fauna e flora. Como foi citado antes, muitas vezes utilizavam escravos para sacrifícios humanos, e o guerreiro que conseguisse um número maior de escravos dos povos vizinhos era tratado com um respeito maior aos demais. Homens e mulheres com caráter jovial também eram utilizados para esses tipos de sacrifício.

Embora a arquitetura asteca fosse destruída em 1520, com a chegada dos espanhóis, pode-se ter uma idéia de como se era formada através de pinturas da época. A escultura, música e literatura merecem destaque, sendo basicamente representações religiosas.

O ultimo capítulo do livro conta de forma resumida como sucedeu a conquista desse povo, considerando como um dos fatores principais a sorte que Cortez teve em chegar ao solo mexicano no período em que, segundo a crença da religião asteca, o deus Quetzalcóatl retornaria, além dos equipamentos de guerra.

Muitos historiadores vão ter certo receio ao ler esse livro, pois não apresenta nota de rodapé, embora o autor faça uma lista de bibliografia no final. Acho relevante que o autor cita um manuscrito histórico asteca, o que poderia valorizar o conteúdo apresentado. A bibliografia é pouca, mas valiosa, além do autor respeitado quando trata-se de temas relacionados aos povos da América Latina. - Resenha por Juan Filipi Garces

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A Civilização Asteca – Jacques Soustelle

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[Cultura Digital] Caderno Direito Autoral em Debate – Vários autores

Categoria: Ciências Políticas e Sociais, Direito, Técnicos e Científicos

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A Rede pela Reforma da Lei de Direitos Autorais lançou no dia 26/5, durante ato público promovido no Ministério Público Federal (MPF), o o caderno “Direito Autoral em Debate”, produzido coletivamente pelas suas 20 organizações integrantes.

O caderno trata das relações entre o direito autoral e os recursos educacionais, a produção artística, o acesso à cultura, as possibilidades digitais e os direitos do consumidor. Com ele, a Rede pela Reforma da LDA pretende contribuir com o debate público da legislação autoral e informar o cidadão sobre esse tema cada vez mais presente no seu cotidiano.

Baixe o caderno  Direito Autoral em Debate. Divulgue e participe dessa discussão!

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[Linguistica] O pai dos Burros – Humberto Werneck – Lançamento PDL

Categoria: Letras, Técnicos e Científicos

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Humberto Werneck é um colecionador. Não de borboletas, como explica na apresentação deste livro, mas de lugares-comuns e frases feitas. Há quase quatro décadas ele mantém o hábito de anotar, no cantinho do papel que estiver à mão, aquelas expressões que, de tanto uso, tornaram-se gastas. É o caso de “a escola da vida”, “abraçar uma causa” e “acreditar piamente”, apenas três exemplos entre as mais de 4.500 expressões espalhadas pelos 2.000 verbetes da obra.

Tamanha obsessão tem uma razão: Werneck sempre se preocupou com a funcionalidade da linguagem. A necessidade de que cada palavra ou sentença seja usada precisamente. “Se escrever vale a pena, deve ser para enunciar algo que se pretende novo — e me parece um contrassenso, sobretudo no jornalismo, tentar passar o novo com linguagem velha”, escreve Werneck. O que não significa que os lugares-comuns devam, necessariamente, ser banidos. “O que se quer com este livro é apenas recomendar desconfiança diante de tudo aquilo que, no ato de escrever, saia pelos dedos com demasiada facilidade. Porque nada de verdadeiramente bom costuma vir nesse automatismo”.

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O pai dos Burros – Dicionário de lugares-comuns e frases feitas – Humberto Werneck

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[Comucação] Indústria Cultural e Sociedade – Theodor Adorno

Categoria: Comunicação, Técnicos e Científicos

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O conceito de Indústria Cultural, cunhado por Theodor W. Adorno (1903-1969) na década de 1950, permanece essencial para a compreensão das características e contradições fun-damentais da moderna sociedade capitalista. Nos três importantes ensaios reunidos neste livro, A Indústria Cultural – o Iluminismo como Mistificação das Massas, de 1947 (em co-autoria com Max Horkheimer), Crítica Cultural e Sociedade, de 1949, e Tempo Livre, de 1969, a arguta capacidade de observação e a inteligência crítica de Adorno iluminam, de maneira muitas vezes surpreendente, as diversas faces da relação entre economia, política e cultura no mundo contemporâneo.

Indústria Cultural e Sociedade – Theodor Adorno

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