![[Sociologia] O Ócio Criativo Domenico de Masi ocio criativo [Sociologia] O Ócio Criativo Domenico de Masi](http://toniinfocorp.files.wordpress.com/2009/03/ocio_criativo.jpg)
Porque a maioria das pessoas não consegue melhorar o nível de vida com sua profissão? E por que não são felizes com aquilo que fazem profissionalmente?
A resposta pode estar na forma pelo qual a maioria empresas e pessoas são gerenciadas, isto é, por um modelo de negócio do início do século 20, na qual as pessoas não se sentem a vontade. As pessoas precisam de um novo ambiente onde possam ser felizes e produtivas.
Em seu novo livro, De Masi demonstra sua insatisfação com o modelo social centrado na idolatria do trabalho. Para ele, o futuro pertence a quem sabe mesclar trabalho, estudos, atividades lúdicas e tempo livre.
O Ócio Criativo – Domenico de Masi
Tamanho: 1.16mb | Formato: pdf | Enviado por Professora
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![[Ciências Sociais] A Arte da Felicidade Zygmunt Bauman artedavidabaumann [Ciências Sociais] A Arte da Felicidade Zygmunt Bauman](http://img8.imageshack.us/img8/2001/artedavidabaumann.jpg)
O que há de errado com a felicidade? A pergunta pode desconcertar – e é essa a intenção de Zygmunt Bauman. Um dos mais originais e influentes pensadores em atividade, Bauman reflete, neste novo livro, sobre os parâmetros que norteiam nossa busca pela felicidade – busca que, muitos concordarão, preenche a maior parte de nossas vidas.
Na sociedade atual, somos levados a acreditar que o propósito da arte da vida pode e deve ser a felicidade, embora não seja claro o que ela é. A imagem de um estado de felicidade muda constantemente e permanece como algo ainda a ser atingido.
Espera-se, acertadamente ou não, que todos nós daremos sentido e forma às nossas vidas usando nossos próprios recursos, mesmo se não tivermos as ferramentas mais adequadas. E somos elogiados ou censurados pelos resultados, o que alcançamos ou deixamos de alcançar.
A arte da vida não é um catálogo de opções de vida nem um guia prático. O que se espera para a vida e como alcançá-lo são, necessariamente, uma responsabilidade individual. Esse livro é antes uma exposição brilhante das condições sob as quais escolhemos nossos projetos de vida, das limitações que podem ser impostas a essas escolhas e do entrelaçamento de planejamento, casualidade e caráter que molda sua implementação. Não menos importante, esse é também um estudo de como nossa sociedade – a sociedade moderna de consumidores, líquida e individualizada – influencia a forma como construímos e narramos nossas trajetórias.
A Arte da Felicidade – Zygmunt Bauman
Tamanho: 1.3mb | Formato: pdf | Digitalização: Papyrus Digitais e Toca da Coruja
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![[Semiótica] Semiótica e Filosofia da Linguagem Umberto Eco umbertoecosemiotica [Semiótica] Semiótica e Filosofia da Linguagem Umberto Eco](http://img85.imageshack.us/img85/5646/umbertoecosemiotica.jpg)
Como se orientar no labirinto secular, o da Biblioteca de Babel? A reflexão organiza-se em torno de uma série de termos clássicos (como signo, metáfora, símbolo, código, significado) que foram estudados quer pela filosofia da linguagem quer pela semiótica. A unidade do propósito é assegurada por duas teses principais: uma semiótica geral representa a forma contemporânea de uma filosofia das linguagens (e poderemos defender que muitos filósofos, de Aristóteles aos estóicos, de Santo Agostinho a Locke, de Leibniz a Husserl, fizeram semiótica, e da melhor); a actual crise deste campo teórico pode ser compreendida e ultrapassada através de uma reconstrução histórica. Um tema fundamental sustem todas as investigações: as teorias em forma de “dicionário” devem ser reconsideradas por uma semiótica em forma de “enciclopédia” e a noção de signo como equivalência pode ser substituída por uma representação do signo como inferência e sistema de instruções contextuais.
Semiótica e Filosofia da Linguagem – Umberto Eco
Tamanho: 682kb | Formato: pdf | Enviado por carolzinhabull
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![[Ciências Sociais] Na Pele de um Dalit Marc Boulet napeledeumdalitboutet [Ciências Sociais] Na Pele de um Dalit Marc Boulet](http://img188.imageshack.us/img188/7807/napeledeumdalitboutet.jpg)
Está decidido. Daqui a três dias, vou me metamorfosear. Quero ser confundido com a massa, tornar-me um dalit qualquer; por isso, vou escurecer a pele com uma tintura para cabelo e, depois, com nitrato de prata.
Já escolhi meu nome indiano. Eu me chamarei Ram Munda. Para a minha metamorfose ser bem-sucedida, estudei com cuidado o comportamento do povo. Devo comer com a mão direita e não me esquecer de usar a esquerda quando for fazer minhas necessidades.
Esta tarde comecei a minha metamorfose. Assim como os indianos, unto cuidadosamente o cabelo despenteado e então visto as roupas de mendigo. Agora penso que estou peonto e me dirijo ao grande espelho que fixei na parede. Não ouso levantar os olhos; tremo, sinto medo. Mas não há como voltar atrás. Decido relaxar para poder encontrar Ram Mundo. Olho.
Lá está um indiano bem moreno, de bigode e pele cor de chocolate, vestido com um lungi e uma camisa suja. Ele usa um tecido fedendo a urina enrolado ao pescoço e me encara. Não sorri; parece triste e cansado. Não o reconheço.
Como acreditar que sou eu?
Na Pele de um Dalit – Marc Boulet
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Digitalizado pelo grupo Papyrus Digitais
![[Ciências Sociais] Na Pele de um Dalit Marc Boulet bannerpapyrus [Ciências Sociais] Na Pele de um Dalit Marc Boulet](http://i6.photobucket.com/albums/y243/Yuna_pdl/bannerpapyrus.gif)
![[Direito Autoral] Cultura Livre Lawrence Lessig culturalivre [Direito Autoral] Cultura Livre Lawrence Lessig](http://img209.imageshack.us/img209/8409/culturalivre.jpg)
Em Cultura Livre, Lawrence Lessig nos convida a rever a história do direito autoral, desde sua criação até sua simples adoção de forma universal nos dias de hoje. Citando casos que variam de experimentos técnicos dentro de grandes corporações aos primeiros dias da aviação, o professor de direito na Stanford Law School mostra como as empresas multinacionais usaram de artifícios legais e tecnológicos partindo do copyright para impedir o nascimento de obras de arte que, em outras épocas, foram consideradas obras-primas ou revolucionárias. Cultura Livre foi o estudo que deu origem ao projeto Creative Commons, ONG liderada por Lessig que visa rever os conceitos de direito autoral e copyright através de um conjunto de licenças.
O livro foi lançado no Brasil durante o II Encontro de Mídia Universitária, quando a Agência de Notícias TU lançou a Licença para a Integração das Mídias Universitárias. A Licença, baseada nos preceitos do Creative Commons, permite que veículos de comunicação independentes e produtores culturais possam publicar suas obras em quaisquer TVs, rádios, revistas, jornais ou sites universitários, criando assim um ambiente de mídia universitária no país. Além de distribuído para os representantes de mídia que participaram do evento e para bibliotecas universitárias do país, o Cultura Livre também está disponível para download em PDF no link abaixo.
Cultura Livre – Como a mídia usa a tecnologia e a lei para barrar a criação cultural e controlar a criatividade – Lawrence Lessig