[Sociologia] Os Intelectuais e a organização da cultura – Antonio Gramsci

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capa1 [Sociologia] Os Intelectuais e a organização da cultura   Antonio Gramsci

Partindo da tese de que as classes sociais criariam seus “intelectuais orgânicos”, Gramsci reforça o papel crucial da vanguarda revolucionária nos processos de transformação político-sociais.

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[Sociologia] O Ócio Criativo – Domenico de Masi

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ocio criativo [Sociologia] O Ócio Criativo   Domenico de Masi


Porque a maioria das pessoas não consegue melhorar o nível de vida com sua profissão? E por que não são felizes com aquilo que fazem profissionalmente?

A resposta pode estar na forma pelo qual a maioria empresas e pessoas são gerenciadas, isto é, por um modelo de negócio do início do século 20, na qual as pessoas não se sentem a vontade. As pessoas precisam de um novo ambiente onde possam ser felizes e produtivas.

Em seu novo livro, De Masi demonstra sua insatisfação com o modelo social centrado na idolatria do trabalho. Para ele, o futuro pertence a quem sabe mesclar trabalho, estudos, atividades lúdicas e tempo livre.

O Ócio Criativo – Domenico de Masi

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[Ciências Sociais] A Arte da Felicidade – Zygmunt Bauman

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artedavidabaumann [Ciências Sociais] A Arte da Felicidade   Zygmunt Bauman

O que há de errado com a felicidade? A pergunta pode desconcertar – e é essa a intenção de Zygmunt Bauman. Um dos mais originais e influentes pensadores em atividade, Bauman reflete, neste novo livro, sobre os parâmetros que norteiam nossa busca pela felicidade – busca que, muitos concordarão, preenche a maior parte de nossas vidas.

Na sociedade atual, somos levados a acreditar que o propósito da arte da vida pode e deve ser a felicidade, embora não seja claro o que ela é. A imagem de um estado de felicidade muda constantemente e permanece como algo ainda a ser atingido.

Espera-se, acertadamente ou não, que todos nós daremos sentido e forma às nossas vidas usando nossos próprios recursos, mesmo se não tivermos as ferramentas mais adequadas. E somos elogiados ou censurados pelos resultados, o que alcançamos ou deixamos de alcançar.

A arte da vida não é um catálogo de opções de vida nem um guia prático. O que se espera para a vida e como alcançá-lo são, necessariamente, uma responsabilidade individual. Esse livro é antes uma exposição brilhante das condições sob as quais escolhemos nossos projetos de vida, das limitações que podem ser impostas a essas escolhas e do entrelaçamento de planejamento, casualidade e caráter que molda sua implementação. Não menos importante, esse é também um estudo de como nossa sociedade – a sociedade moderna de consumidores, líquida e individualizada – influencia a forma como construímos e narramos nossas trajetórias.

A Arte da Felicidade – Zygmunt Bauman

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[Semiótica] Semiótica e Filosofia da Linguagem – Umberto Eco

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umbertoecosemiotica [Semiótica] Semiótica e Filosofia da Linguagem   Umberto Eco

Como se orientar no labirinto secular, o da Biblioteca de Babel? A reflexão organiza-se em torno de uma série de termos clássicos (como signo, metáfora, símbolo, código, significado) que foram estudados quer pela filosofia da linguagem quer pela semiótica. A unidade do propósito é assegurada por duas teses principais: uma semiótica geral representa a forma contemporânea de uma filosofia das linguagens (e poderemos defender que muitos filósofos, de Aristóteles aos estóicos, de Santo Agostinho a Locke, de Leibniz a Husserl, fizeram semiótica, e da melhor); a actual crise deste campo teórico pode ser compreendida e ultrapassada através de uma reconstrução histórica. Um tema fundamental sustem todas as investigações: as teorias em forma de “dicionário” devem ser reconsideradas por uma semiótica em forma de “enciclopédia” e a noção de signo como equivalência pode ser substituída por uma representação do signo como inferência e sistema de instruções contextuais.

Semiótica e Filosofia da Linguagem – Umberto Eco

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[Ciências Sociais] Na Pele de um Dalit – Marc Boulet

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napeledeumdalitboutet [Ciências Sociais] Na Pele de um Dalit   Marc Boulet

Está decidido. Daqui a três dias, vou me metamorfosear. Quero ser confundido com a massa, tornar-me um dalit qualquer; por isso, vou escurecer a pele com uma tintura para cabelo e, depois, com nitrato de prata.

Já escolhi meu nome indiano. Eu me chamarei Ram Munda. Para a minha metamorfose ser bem-sucedida, estudei com cuidado o comportamento do povo. Devo comer com a mão direita e não me esquecer de usar a esquerda quando for fazer minhas necessidades.

Esta tarde comecei a minha metamorfose. Assim como os indianos, unto cuidadosamente o cabelo despenteado e então visto as roupas de mendigo. Agora penso que estou peonto e me dirijo ao grande espelho que fixei na parede. Não ouso levantar os olhos; tremo, sinto medo. Mas não há como voltar atrás. Decido relaxar para poder encontrar Ram Mundo. Olho.

Lá está um indiano bem moreno, de bigode e pele cor de chocolate, vestido com um lungi e uma camisa suja. Ele usa um tecido fedendo a urina enrolado ao pescoço e me encara. Não sorri; parece triste e cansado. Não o reconheço.
Como acreditar que sou eu?

Na Pele de um Dalit – Marc Boulet

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[Direito Autoral] Cultura Livre – Lawrence Lessig

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culturalivre [Direito Autoral] Cultura Livre   Lawrence Lessig

Em Cultura Livre, Lawrence Lessig nos convida a rever a história do direito autoral, desde sua criação até sua simples adoção de forma universal nos dias de hoje. Citando casos que variam de experimentos técnicos dentro de grandes corporações aos primeiros dias da aviação, o professor de direito na Stanford Law School mostra como as empresas multinacionais usaram de artifícios legais e tecnológicos partindo do copyright para impedir o nascimento de obras de arte que, em outras épocas, foram consideradas obras-primas ou revolucionárias. Cultura Livre foi o estudo que deu origem ao projeto Creative Commons, ONG liderada por Lessig que visa rever os conceitos de direito autoral e copyright através de um conjunto de licenças.

O livro foi lançado no Brasil durante o II Encontro de Mídia Universitária, quando a Agência de Notícias TU lançou a Licença para a Integração das Mídias Universitárias. A Licença, baseada nos preceitos do Creative Commons, permite que veículos de comunicação independentes e produtores culturais possam publicar suas obras em quaisquer TVs, rádios, revistas, jornais ou sites universitários, criando assim um ambiente de mídia universitária no país. Além de distribuído para os representantes de mídia que participaram do evento e para bibliotecas universitárias do país, o Cultura Livre também está disponível para download em PDF no link abaixo.

Cultura Livre – Como a mídia usa a tecnologia e a lei para barrar a criação cultural e controlar a criatividade – Lawrence Lessig

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[Mercado] A Economia da Cadeia Produtiva do Livro – Fábio Sá Earp e George Kornis

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economiacadeiaprodutiva [Mercado] A Economia da Cadeia Produtiva do Livro   Fábio Sá Earp e George Kornis

Este trabalho, realizado entre março e outubro de 2004, reúne informações básicas acerca da economia da cadeia produtiva do livro no Brasil e no exterior. Ele resulta de uma encomenda feira pelo BNDES ao Grupo de Pesquisa em Economia do Entretenimento da UFRJ, que alocou seus pesquisadores e consultores no desenvolvimento desse trabalho.

O interesse suscitado pela pesquisa pode ser explicado por duas vertentes. A primeira tem sua origem na ausência de análises econômicas com forte base estatística acerca do assunto no Brasil. Uma conseqüência desse fato é o desconhecimento da profundidade da crise que afeta as vendas de livros neste país por muitos percebida porém ainda não mensurada. A segunda causa é a precariedade das comparações entre a situação do Brasil e a do resto do mundo, o que contrasta com a literatura encontrada em outros campos da economia industrial.

O primeiro capítulo trata da questão fundamental da economia do livro: a imensa diversidade da oferta de títulos e a dispersão dos leitores possivelmente interessados em cada um. A partir daí se esboça uma aplicação das categorias da economia industrial às condições de operação das firmas que produzem, distribuem e comercializam livros.

O segundo capítulo apresenta dados acerca da economia do livro no Brasil. Aí estão panoramas da edição, da indústria gráfica e de suas relações com as editoras, da distribuição, das livrarias, das vendas porta-a-porta e das bibliotecas. Para finalizar apresenta-se um modelo elementar que elaboramos para estimativa da receita total gerada pela cadeia produtiva do livro.

O terceiro capítulo apresenta dados sobre a economia do livro em outros países. Em uma primeira parte aparecem sucessivamente informações sobre o volume de vendas nos maiores mercados, a difusão dos livros e seu preço com destaque para os índices que criamos para medir a difusão do consumo do produto na população, o papel das compras institucionais, a distribuição, os problemas da cadeia produtiva e as grandes firmas internacionais. Ainda nesse capítulo, em uma segunda parte são apresentadas as principais políticas de apoio ao livro, como a taxação, as políticas de preço único, a questão dos direitos autorais e da pirataria e as políticas para o fomento do livro aplicadas em países selecionados: Estados Unidos, França, Canadá, Alemanha, Espanha e Índia.

No Anexo apresentamos uma análise sobre uma questão que não tivemos oportunidade de examinar separadamente em cada um dos países estudados, mas que não podemos deixar de lado: as novas tecnologias e seu impacto sobre a economia do livro.

A Economia da Cadeia Produtiva do Livro – Fábio Sá Earp e George Kornis

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[Comportamento] Sempre às Vezes Nunca – Fábio Arruda (Etiqueta)

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O livro de Fabio Arruda nos relembra que regras de convivência social e boas maneiras nunca se tornarão obsoletas. O guia ensina o leitor a colocar em prática todas as normas importantes e atualizadas de etiqueta em várias situações e eventos. Oferece dicas e sugestões na organização de eventos, recepção de convidados, elaboração de cardápios, entre outras informações relevantes e curiosas sobre etiqueta e comportamento. Um guia indispensável para quem sabe que boas maneiras e educação nunca saíram – nem sairão – de moda.

[Comportamento] Sempre às Vezes Nunca – Fábio Arruda (Etiqueta)

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[História/Política] História das Idéias e Movimentos Anarquistas Vol. 1 e 2 – George Woodcock

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Este é um dos livros mais completos e esclarecedores sobre as origens e a história do movimento Anarquista através dos tempos.
Uma obra fundamental para o conhecimento profundo da doutrina Anarquista, desde seu nascimento até sua expressão como movimento,
expondo o pensamento de seus principais teóricos como Proudhon, Bakunin, Kropotkin, Godwin, Stirner, Tolstoi e tantos outros.

A partir do momento em que Proudhon bradou que “A propriedade é um roubo!” foram estabelecidos os fundamentos doutrinários
para a criação de sistemas antigovernamentais, substituindo o Estado autoritário por um tipo de cooperação
não-governamental entre indivíduos livres.

“Todo aquele que contesta a autoridade e luta contra ela é Anarquista”, diz Sebastien Faure. A definição é tentadora em sua simplicidade,
mas é justamente dessa simplicidade que devemos nos precaver ao escrever uma história do Anarquismo.
Poucas doutrinas ou movimentos foram tão mal-entendidos pela opinião pública e poucos deram tantos motivos para confusão.
É por isso que, antes de traçar a evolução histórica do Anarquismo, como teoria e movimento este livro começa com uma definição:
o que é o Anarquismo? O que não é? Estas são as questões que devemos examinar em primeiro lugar.

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[Ciências Políticas] A verdadeira história do Clube Bilderberg – Daniel Estulin

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Durante os últimos cinqüenta anos, um grupo seleto de políticos, empresários, banqueiros e poderosos em geral tem se reunido secretamente para tomar as grandes decisões que movem o mundo. Se você quer saber quem aciona os controles por detrás da fachada das organizações internacionais conhecidas, não tenha dúvidas: leia este livro. Após treze anos de investigação, o autor conseguiu compor uma lista de participantes do lobby formado pelos homens mais ricos,
poderosos e influentes do Ocidente, que se reúnem secretamente todo ano para lançar as estratégias de dominação no mundo. Ganhador do prêmio The Kingston Eye Opener de melhor livro estrangeiro de não ficção.

A verdadeira história do Clube Bilderberg – Daniel Estulin

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