[Humor] Stella Florence – Hoje acordei gorda

Categoria: Infanto-Juvenil e Entretenimento, Literatura Nacional, Teatro, Contos e Biografias

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Ao contrário do que se pode imaginar, nem todas as personagens desse livro são gordas: umas não são, mas se sentem; outras não se sentem, mas são; umas emagrecem, outras engordam; umas confundem suas fontes, outras sabem exatamente quais são; umas acusam o marido, outras, o endocrinologista; umas vão à luta, outras descambam; umas tomam laxante, outras deitam no divã do analista; umas se detestam, outras se adoram.
São todas habilmente delineadas pela mão de uma das poucas — e boas — escritoras cômicas que têm despontado na literatura nacional. Com humor sutil e apurado, Stella Florence promete conduzir os leitores a um agradável universo de entretenimento, que nos nossos dias se faz indispensável freqüentar.

Hoje acordei gorda – Stella Florence

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[Crônicas] Eu, minhas tias, meus gatos e meu cachorro – Mauro Rasi

Categoria: Literatura Nacional, Teatro, Contos e Biografias

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Mauro Rasi se tornou conhecido por suas peças teatrais. Como dramaturgo, conseguiu uma façanha rara no Brasil: agradar simultaneamente público e crítica.
Mas há um outro Mauro Rasi que deixou inúmeros fãs. O Mauro que aparece aqui, neste livro: o cronista, com seu humor mordaz, expondo seu próprio universo (as famosas tias, os gatos, o cachorro, o dia-a-dia no Leblon), com a mesma inteligência afiada com que comentava os acontecimentos nacionais e internacionais, vistos sem condescendência e com aguda ironia.
Ao saber de sua morte, centenas de leitores que já se haviam acostumado a encontrar o cronista, durante oito anos, todas as segundas-feiras em O Globo, escreveram para o jornal lastimando que nunca mais aquele dia da semana seria o mesmo, sem o brilho de Mauro. Para amenizar essa falta, a saudade do seu olhar aguçado sobre as nossas mazelas — do Rio de Janeiro (onde o autor, paulista de Bauru, morava há muitos anos), do Brasil e do mundo – aqui está uma seleção com suas melhores crônicas. Um sonho que Mauro Rasi alimentou durante muitos anos, mas que só começou a tomar forma pouco tempo antes de sua morte, em parceria com a amiga e jornalista Anna Accioly. Um sonho que se realiza agora, para a alegria e o aplauso de seu público.

Eu, minhas tias, meus gatos e meu cachorro – Mauro Rasi

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[Memórias] Nelson Rodrigues – A Menina sem Estrela

Categoria: Literatura Nacional, Teatro, Contos e Biografias

meninasemestrelaol1 [Memórias] Nelson Rodrigues   A Menina sem Estrela

Este livro traz as famosas Memórias que Nelson Rodrigues publicou no Correio da Manhã entre fevereiro a maio de 1967. Reunidas em livro na época (com o subtítulo A menina sem estrela), a edição original das Memórias continha apenas os primeiros 39 capítulos. Agora, pela primeira vez, os 80 capítulos são enfeixados num volume completo. Na visão e no estilo únicos de Nelson Rodrigues, desfilam por estas páginas sua iniciação sexual, o assassinato de seu irmão Roberto, a consagração com Vestido de noiva, o suicídio de Getúlio Vargas, o drama de sua filha Daniela e outros episódios marcados pela tragédia, aos quais ele empresta a sua humanidade e até a pungência do seu humor. Ao fundo, um fabuloso painel do Brasil da metade do século – como só Nelson Rodrigues conseguiria pintar.

A Menina sem Estrela – Nelson Rodrigues

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[Contos] Livro A Vida como ela é… O homem Fiel, e outros contos – Nelson Rodrigues

Categoria: Literatura Nacional, Teatro, Contos e Biografias

avidacomoelaejf6 [Contos] Livro A Vida como ela é... O homem Fiel, e outros contos   Nelson RodriguesDurante dez anos, de 1951 a 1961, Nel­son Rodrigues escreveu sua coluna A vida como ela é… para o jornal Última Hora, de Samuel Wainer. Seis dias por sema­na, chovesse ou fizesse sol. A chuva podia ser como “a do quinto ato do Rigoletto” e o sol, daqueles “de derreter catedrais”, se­gundo ele. Todo dia, com uma paciência chinesa e uma imaginação demoníaca, Nelson escrevia uma história diferente. E quase sempre sobre o mesmo assunto: adultério. Desse tema tão simples e tão eterno, ele extraiu quase 2 mil histórias. Os ficcionistas que fingem se levar a sé­rio precisam de toda uma aura de misté­rio para criar. Nelson dispensava esse mis­tério. Chegava cedinho à redação, acendia um cigarro e, na frente dos colegas, entre miríades de cafezinhos, escrevia A vida como ela é… As histórias saíam de casos que lhe contavam, da sua própria obser­vação dos subúrbios cariocas ou das cabe­ludas paixões de que ele ouvira falar em criança. Mas principalmente da sua me­ditação sobre o casamento, o amor e o desejo.

O cenário dos contos de A vida como ela é… é o Rio de Janeiro dos anos 50. Uma cidade em que casanovas de plantão e mulheres fabulosas flertavam nos ônibus e bondes; em que poucos tinham carro, mas esse era um Buick ou um Cadillac; em que os vizinhos vigiavam-se uns aos ou­tros; e em que maridos e mulheres viviam sob o mesmo teto com as primas e os cunhados, numa latente volúpia incestuo­sa. Uma cidade em que, como não havia motéis, os encontros amorosos se davam em apartamentos emprestados por amigos — donde o pecado, de tão complicado, tor­nava-se uma obsessão. E uma época em que a vida sexual, para se realizar, exigia o vestido de noiva, a noite de núpcias, a lua-de-mel. E em que o casal típico — e, de certa forma, perfeito — compunha-se do marido, da mulher e do amante.

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A Vida como ela é… O homem Fiel, e outros contos – Nelson Rodrigues

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[Biografia] Dercy Golçalves – De Cabo a Rabo – Maria Adelaide Amaral

Categoria: Literatura Nacional, Teatro, Contos e Biografias

dercy goncalves [Biografia] Dercy Golçalves   De Cabo a Rabo   Maria Adelaide Amaral

A atriz Dercy Gonçalves, que no último dia 23 de junho completou 101 anos (ou 103, de acordo com sua versão), morreu na tarde deste sábado (19) no Hospital São Lucas, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. Dercy Gonçalves foi uma das pioneiras da teledramaturgia brasileira, e atuou em novelas até 1992, com “Deus Nos Acuda”, da TV Globo. Sua estréia no teatro aconteceu em 1929, na cidade de Leopoldina (MG), em dueto com o ator Eugênio Pascoal. No Rio de Janeiro, faz carreira no teatro de revista na década de 30 e nos anos 40.

No ano de 1943, estréia no cinema com o filme “Samba em Berlim”, e desde então participou em mais de 30 filmes. O último lançado em vida foi o curta-metragem “Célia & Rosita”, de 2000. Dercy ainda participou de “Nossa Vida Não Cabe Num Opala”, longa de Reinaldo Pinheiro premiado no Cine PE em maio deste ano, que ainda não foi lançado comercialmente.

Conhecida por seu humor debochado e pelos palavrões, tornou-se sinônimo de improviso e irreverência. Nascida Dolores Costa Gonçalves, em Santa Maria Madalena, no Rio de Janeiro, adotou em 1927 o nome artístico de Dercy Gonçalves para tentar a carreira de cantora.

O PDL presta uma homenagem, divulgando sua biografia.

Dercy Golçalves – De Cabo a Rabo – Maria Adelaide Amaral

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