[Português] Concordância nominal e verbal sem segredos – Sérgio Simões – Série Palavra Final 04

Postado por: PDL  /  Categoria: Comunicação, Didáticos, Didáticos, Cursos e Apostilas, Letras, Técnicos e Científicos

Neste volume, apresentamos os principais casos de concordância nominal e verbal para auxiliar nossos amigos a redigir um texto sem erros banais que, por falta de domínio dos rudimentos da língua, tiram o brilho da comunicação.Não é nossa pretensão esgotar o assunto, mas, sim, facilitar a vida de quem faz da Língua Portuguesa seu instrumento de trabalho.

Volume da Série Palavra Final.

Crase sem Segredos – Sérgio Simões – Série Palavra Final 04

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[Português] Crase sem Segredos – Sérgio Simões – Série Palavra Final 03

Postado por: PDL  /  Categoria: Comunicação, Didáticos, Didáticos, Cursos e Apostilas, Letras, Técnicos e Científicos

Quantas vezes deparamos com placas e cartazes orientadores que nos deixam perplexos com as ‘sutilezas’ linguísticas lamentáááveis que agridem nossos olhos e nossa inteligência, não é mesmo?

Sabemos que nossos amigos não seriam capazes de produzir essas pérolas da língua; no entanto, não nos custa alertar para esse saboroso “caldo” da displicência linguística ou ignorância no que se refere ao uso do sinal indicativo da crase.
Bom entretenimento!

Volume da Série Palavra Final.

Crase sem Segredos – Sérgio Simões – Série Palavra Final 03

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[Português] Regência nominal e Verbal sem Segredos – Sérgio Simões – Série Palavra Final 02

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Neste volume, trataremos da regência de alguns verbos e nomes (substantivos e adjetivos).A regência cuida das relações de dependência que se estabelecem entre os termos na frase. Tais relações se dão direta ou indiretamente entre os termos regentes (que pedem complemento) e os regidos (que os completam). Quando a dependência é direta, o verbo é transitivo direto, pois exige que a ele se ligue um objeto direto (sem o auxílio de uma preposição). Se indireta, o verbo é transitivo indireto, o que nos obriga a completá-lo com um objeto indireto (com o auxílio de uma preposição).

Volume da Série Palavra Final.

Regência nominal e Verbal sem Segredos – Sérgio Simões – Série Palavra Final 02

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[História] História Geral da Africa – 8 volumes – Unesco

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Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.

Relação de volumes da Coleção História Geral da Africa:

Volume I: Metodologia e Pré-História da África (PDF, 8.8 Mb)

Volume II: África Antiga (PDF, 11.5 Mb)

Volume III: África do século VII ao XI (PDF, 9.6 Mb)

Volume IV: África do século XII ao XVI (PDF, 9.3 Mb)

Volume V: África do século XVI ao XVIII (PDF, 18.2 Mb)

Volume VI: África do século XIX à década de 1880 (PDF, 10.3 Mb)

Volume VII: África sob dominação colonial, 1880-1935 (9.6 Mb)

Volume VIII: África desde 1935 (9.9mb)

História Geral da Africa – 8 volumes – Unesco

Tamanho Total: 85mb | Formato: pdf | Distribuído livremente pela Unesco

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[Didáticos] Especial Coleção Primeiros Passos – diversos livros para download grátis!

Postado por: PDL  /  Categoria: Ciências Políticas e Sociais, Coletânias Especiais, Didáticos, Didáticos, Cursos e Apostilas, Técnicos e Científicos

A Coleção Primeiros Passos é um sucesso editorial da Editora Brasiliense, com centenas de volumes sobre os mais diversos assuntos, e só aqui você encontra uma coletânia de todas as edições existentes na internet para download gratuito! Um especial que só o PDL e seu Blog Ebooks Grátis poderia proporcionar aos estudantes! Caso você encontre algum livro que não esteja aqui, envie pra gente que aos poucos iremos atualizando.

A história do homem é marcada pela coexistência de múltiplas culturas. Essa variedade é muito importante, pois observando as práticas e tradições de outros povos somos levados a refletir sobre a coletividade à qual pertencemos. Afinal, será que são gratuitas as diferentes formas de organizar a vida social, de conceber e expressar a realidade?

O que é cultura – José Luiz dos Santos

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É um breve relato sobre a História do Rock.Existem vários rocks. Do mais harmonioso e melódico como os dos Beatles, passando pelo progressivo do Genesis e do Yes, até o mais “pauleira” do Deep Purple ou do Led Zeppelin. Tudo, na verdade, são 7 notas. Negar o rock dos anos 60 em diante é o mesmo que existir dos jovens dos anos 50 que não andem de carro porque ele gera poluição. Negar o rock é negar os tempos… Dê-se uma chance; relaxe e goze, leitor renitente, que ninguém é de ferro!

O que é Rock – Paulo Chacon

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Nosso modo de agir é determinado pelo grupo social ao qual pertencemos.

Como, nesta convivência, definimos nossa identidade e peculiaridades? A Psicologia Social, área da Psicologia que estuda o comportamento de indivíduos enquanto seres socialmente influenciados, mostra como se forma nossa concepção de mundo, sua vinculação à linguagem que aprendemos e aos valores que assimilamos. Discutindo o desenvolvimento da consciência social na escola e no trabalho, a autora nos faz compreender o que transforma os indivíduos em agentes da história de sua sociedade.

O que é Psicologia Social – Silvia T. Maurer Lane

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A maior dificuldade, numa apresentação do Direito, não será mostrar o que ele é,  mas dissolver as imagens falsas ou distorcidas que muita gente aceita como retrato fiel. Se procurarmos a palavra que mais freqüentemente é associada a Direito, veremos aparecer a lei, começando pelo inglês, em que law designa as duas coisas. Mas já deviam servir-nos de advertência, contra esta confusão, as outras línguas, em que Direito e lei são indicados por termos distintos: lus e lex (latim), Derecho e léy (espanhol), Diritto e legge  (italiano), Droit e loí (francês), Recht e gesetz (alemão), Pravo e zakon (russo), Jog e tõrveny (húngaro) e assim por diante.

O Que é Direito – Roberto Lyra Filho

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Há 30 anos ninguém imaginava que a palavra Marketing pudesse se incorporar com tanta força ao vocabulário brasileiro. Mesmo tímida, ela causou espanto e revolta, tentaram substituí-la por mercadologia… Teimosa, ela fincou pé e está aí até hoje, firme e forte, certa de que é a dona do mercado. Atualmente, é a grande arma da economia no Estado Moderno. Aqui você vai conhecer os fundamentos, as táticas e os planos do marketing, este poderoso aliado ao temível inimigo na guerra nossa de cada dia.

O que é Marketing – Raimar Richers

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O livro começa assimilando ética ao comportamento humano em suas diversas ações e costumes, trazendo uma série de questionamentos.

O primeiro capítulo, o autor mostra os problemas, a maneira tradicional e a moderna em que os povos agiam diante da ética e da moral, já que o assunto gerava polêmica. Como foi no caso de Sócrates, filósofo grego, condenado a beber veneno, acusado de induzir a juventude a questionar as leis. Enquanto isso Kant achava que ética dependia da igualdade humana, estava sempre em busca da moral racional entre os povos, ou seja, todos deveriam agir segundo a razão.

A ética é um conceito que sempre esteve presente em todas as sociedades e hoje se resume em uma ética individual, onde cada pessoa define o que prefere seguir e idealizar. Define como praticar o bem e qual caminho seguir. Aprendem a lidar com as diferenças e diversos costumes de um povo a outro. A forma como a ética e a moral vai ser explorada, varia, pois enquanto uma se torna dever, a outra tende para a obrigação.

O que é Ética – Álvaro L.M. Valls

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Nunca a ciência foi tão importante, nunca os cientistas foram tão prestigiados, como a Física e os físicos após a 2° Guerra Mundial. Tinham sido os principais responsáveis pelo desenvolvimento do radar inglês e americano, dos foguetes V-2 alemães e, finalmente, das bombas atômicas americanas jogadas no Japão. As verbas dos governos para pesquisas em Física Nuclear foram dadas generosamente em todos os países, a Física passou a ser assunto de segurança nacional e muitos físicos tornaram-se gerentes de grandes projetos de construção de aceleradores, de reatores ou de novas armas….

O que é Física – Ernst Hamburguer

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Os exercícios devem ser executados por todos os discípulos ao mesmo tempo e do mesmo modo. A marcação do rythmo começará logo depois de dado o commando executivo: 1, 2, 3, 4, 1, 2, 3, 4. .. Terminada uma lição de gymnastica, o professor não mandará debandar antes de executar a formatura inicial (fileira). A quebra da disciplina acarretará a quebra da força moral.

Não fosse pela ortografia, denotando uma época remota, talvez acreditássemos estar diante de um moderno tratado de metodologia sobre ginástica. Arthur Higgins foi um dos mais importantes professores de Educação Física do então Distrito Federal, no começo do século. As recomendações citadas datam de 1911 e manifestam uma atualidade incontestável para o momento em que foram escritas…

O que é Educação Física – Vitor Marinho de Oliveira

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Da harmonia grega ao kitsch de todos os tempos. Da Monalisa à Marilyn de Andy Warhol. Afinal, quem decide o que é e o que não é arte? Todos que tentaram definí-la criaram concepções parciais, limitadas no seu tempo e no seu espaço. Neste texto simples e direto Jorge Coli desvenda o enigma. Livro da Coleção Primeiros Passos.

O que é Arte – Jorge Coli

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Quantas vezes eu, você, passamos numa banca de jornal, numa farmácia, numa livraria, e sentimos um impulso irresistível de comprar um romance policial para ler antes de dormir? Quantas vezes num domingo de inverno tudo o que a gente quer é ficar sentado quietinho e quentinho devorando romances policiais? Não se preocupe. Assim como eu e você, muitas e muitas pessoas no mundo inteiro têm esta atração pela leitura de policiais. A tal ponto que este tipo de literatura é um dos mais vendidos de todos os tempos. Mas será que já paramos e pensamos: Afinal de contas, por que compramos um romance policial? Por que nos entretemos tantas e tantas horas com este tipo de leitura? Como a literatura policial pode ser caracterizada? Quais de suas características fazem com que tantas e tantas pessoas gostem tanto deste tipo de leitura?

Toda narrativa em que aparece um crime ou um delito e alguém disposto a desvendá-lo pode ser considerado policial? Afinal, o que é uma narrativa policial? Toda narrativa policial apresenta um crime, um delito, e alguém disposto a desvendá-lo, mas nem toda narrativa em que esses elementos aparecem pode ser classificada como policial. Isto porque além da presença destes elementos é preciso uma determinada forma de articular a narrativa, de construir a relação do detetive com o crime e com a narração etc.

Voltemo-nos um “pouco para a historia” e tentemos entender como foi a criação desta forma básica. Esta forma foi criada por Edgar Allan Poe, que a inaugura em seus contos que apresentam como personagem central o Chevalier Dupin, e é a esses textos que devemos nos voltar, em primeiro lugar, para começarmos a pensar possíveis respostas para as questões levantadas acima.

Vamos, pois, juntos, tentar pensar um pouco, primeiro, na “invenção” do gênero policial com Edgar Allan Poe: quais as propostas básicas de Poe, no que este gênero difere dos demais etc. A seguir vamos nos deter em dois dos seguidores mais populares e conhecidos de Poe: Conan Doyle com seu detetive Sherlock Holmes e Agatha Christie com seus vários investigadores, mas, principalmente, com Hercule Poirot. Por fim, tentaremos localizar uma outra vertente do romance policial, o chamado romance série negra. E, a seguir, retornaremos às questões iniciais, vendo se já podemos esclarecê-las ou melhor colocá-las em determinados pontos. No final deste percurso, talvez consigamos entrever que no período em que estamos quietinhos e quentinhos lendo narrativas policiais podem estar acontecendo coisas que normalmente passam despercebidas e que valem a pena ser pensadas.

O que é Romance Policial – Sandra Lúcia Reimão

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Imagens não são coisas concretas mas são criadas como parte do ato de pensar. Assim a imagem que temos de um objeto não é o próprio objeto, mas uma faceta do que nós sabemos sobre esse objeto externo. Por exemplo, a imagem que fazemos de uma pessoa que conhecemos na atualidade ou no passado de nossa existência, não corresponde ao que ela é para si, ou para outrem que também a tenha conhecido, pois sempre é uma imagem marcada pelos sentimentos e experiências que tivemos em relação a elas. O imaginário em liberdade, que rompe os limites do real, consiste na explosão que propicia o início de uma nova época ou apenas o tempo efêmero e extraordinário de uma festa; questões que serão abordadas.

O que é Imaginário – François Laplantine e Liana Trindade

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Da incrível Sherazade e suas mil e uma noites às fantásticas histórias de Edgar Allan Poe, passando pelos mestres nacionais Machado de Assis e Clarice Lispector, o conto é um dos mais populares estilos literários.

Quem é que nunca se arriscou a escrever algum? E quem ainda não se confundiu ao tentar definir esse Gênero? Mário de Andrade tentou – “Conto será sempre aquilo que seu autor batizou de conto”-e, assim, aumentou um pouco mais a popularidade dessas pequenas histórias.

O que é conto – Luzia de Maria

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Ideologia: um mascaramento da realidade social que permite a legitimação da exploração e da dominação. Por intermédio dela, tomamos o falso por verdadeiro, o injusto por justo. Como ocorre essa ilusão, essa fabricação de uma história imaginária? Qual sua origem? Quais seus mecanismos, seus fins e efeitos sociais, econômicos e políticos?

O que é ideologia – Marilena Chauí

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“Na minha terra …” ele dizia. “O povo, lá, na minha terra …” dizia um búlgaro em Pirenópolis. Uma vez encontrei um, leitor. Você já imaginou um búlgaro em Pirenópolis? Um real, falante, de carne e osso, dizendo: “Eu sou búlgaro, vim da Bulgária”? E tudo isso no sertão de Goiás? Vamos por partes. Você já imaginou Pirenópolis? É uma pequena cidade goiana do século XVIII, do “tempo do ouro” como diz a gente do lugar. Uma cidadezinha que já se chamou Meia Ponte e fica na beira de uns montes chamados Pireneus, nas margens do rio das Almas, um dos que mais ao norte formam o Tocantins. Do mesmo modo como Vila Boa de Goiás, os riachos da região deram ouro no passado, mas hoje a gente do lugar vive de arroz, milho, gado e algumas festas.

O que é folclore – Carlos Rodrigues Brandão

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Todas as civilizações de todos os tempos tiveram suas formas de expressão cultural. Hoje, contudo, fala-se em produção de cultura – o que pressupõe, assim, a existência de uma indústria cultural. Sob esse ponto de vista, a cultura é tida não como um instrumento de crítica, expressão ou conhecimento, mas como um produto a ser consumido. Afinal, a indústria cultural é um bem ou um mal? Qual seria sua verdadeira função?

O que é indústria Cultural – Teixeira Coelho

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Este livro é um convite para você deixar de lado uma idéia preconcebida: a Idade Média não é a idade das trevas, do obscurantismo clerical, do dogmatismo religioso. Percorrendo junto com o autor o pensamento de filósofos medievais, você descobrirá que o pensamento daquela época é um conjunto de esforços e tentativas tão interessantes e apaixonantes quantos os da antiguidade grega ou os do mundo moderno.

O que é Filosofia Medieval – Carlos Arthur Nascimento

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De modo claro e didático, este livro discute o que é capitalismo a partir das obras clássicas de Karl Marx e Max Weber e de estudos mais recentes. Além de analisar o desenvolvimento e as crises do sistema no âmbito internacional, mostra também como o capitalismo evoluiu no Brasil desde a Colônia até os dias de hoje.

O que é capitalismo – Afrânio Mendes Catani

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Durante séculos os filósofos tentaram responder às questões: O que é a mente? O que caracteriza os fenômenos mentais? O mesmo ocorre com quase todas as religiões que conhecemos. Todas elas referem-se à mente às vezes como “espírito” ou como “alma” – algo que teria propriedades especiais e que continuaria subsistindo mesmo após a nossa morte. Na verdade, falar de “mente” ou de “fenômenos entais” ainda é uma coisa que nos causa tanta estranheza quanto falar de OVNIs ou da existência de criaturas extraterrestres. A mente sempre foi um enigma, talvez pelo fato de os fenômenos mentais serem invisíveis e inacessíveis para nós. A ciência de que dispomos até hoje não parece ter auxiliado muito na tentativa de encontrar uma resposta para essas questões…

O que é Filosofia da Mente – João de Fernandes Teixeira

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A trajetória da dialética – de sua origem, na Grécia antiga, quando era a arte do diálogo e da discussão, até hoje. Um modo de pensar que, ao privilegiar as contradições da realidade, permite que o sujeito se compreenda como agente e colaborador do processo de transformação constante através do qual todas as coisas existem. Heráclito, Diderot, Rousseau, Hegel, Marx, Lukács, Gramsci e Walter Benjamin são alguns dos pensadores que você vai encontrar neste livro.

O que é Dialética – Leandro Konder

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Para alguns, ela representa uma poderosa arma a serviço dos interesses dominantes; para outros, é a expressão teórica dos movimentos revolucionários. Como compreender as diferentes avaliações que a sociologia recebe? Debatendo a dimensão política dessa ciência, o autor reflete em que medida as teorias sociológicas contribuem para manter ou alterar as relações de poder da sociedade.

O que é Sociologia – Carlos Benedito Martins

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Pensar a democracia tornou-se, no nosso século, uma questão vital para todos aqueles que se interessam pela construção de uma sociedade livre e justa. Num país que vive a experiência de manifestações políticas caracterizadas por exigências democráticas – exigências de um governo da maioria e de um governo regido por leis –, a democracia é mais do que nunca uma pergunta – e uma resposta – que diz respeito ao nosso futuro, futuro de homens livres e responsáveis. Denis L. Rosenfield mostra, em seu livro, como a democracia, no mundo moderno, terminou por confundir-se com o próprio destino da humanidade.

O que é Democracia – Denis L. Rosenfield

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A loucura como parte integrante da própria razão: eis uma proposição tão espantosa que se resiste a aceitar. Mais fácil defini-la como doença mental ou desvio social. Pois é da relação loucura/razão que trata João Frayze-Pereira, demonstrando que a determinação dos estados “normal” e “patológico” depende menos da ciência que da cultura e da sociedade.

O que é loucura – João Frayze-Pereira

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Afinal, pra que é que se aprende? E por que se inventou a educação e, depois, a escola? Como é que isso aconteceu e o que é que se faz ali? Já que “ninguém escapa da educação”, seria bom ao menos compreendê-la. Nem sempre houve escola e nem sempre ela foi do jeito que a conhecemos. Em vários momentos da história, tipos diversos de sociedades criaram diferentes caminhos para percorrer a estranha aventura de lidar com o saber e os poderes que ele carrega consigo..

O que é Educação – Carlos Rodrigues Brandão

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Houve tempo em que os descrentes, sem amor a Deus e sem religião, eram raros. Tão raros que os mesmos se espantavam com a sua descrença e a escondiam, como se ela fosse uma peste contagiosa. E de fato o era. tanto assim que não foram poucos os que foram queimados na fogueira, para que sua desgraça não contaminasse os inocentes. Todos eram educados para ver e ouvir as do mundo religioso, e a conversa cotidianamente, este ténue fio que sustenta visões de mundo, confirmava, por meio de relatos de milagres, aparições, visões, experiências místicas, divinas e demoníacas, que este é um universo encantado e maravilhoso no qual, por detrás e através de cada coisa e cada evento, se esconde e se revela um poder espiritual. O canto gregoriano, a música de Bach, as telas de Hieronymus Bosch e Pieter Bruegel, a catedral gótica, a Divina Comédia, todas estas obras são expressões de um mundo que vivia a vida temporal sob a luz e as trevas da eternidade. O universo físico se estruturava em torno do drama da alma humana. E talvez seja esta a marca de todas as religiões, por mais longínquas que estejam umas das outras: o esforço para pensar a realidade toda a partir da exigência de que a vida faça sentido.

O que é Religião – Rubem Alves

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O livro expõe os principais aspectos e problemas tratados pela inteligência artificial. A primeira parte (capítulos I e II) traçam uma pequena história desta disciplina e fornecem alguns conceitos essenciais. A segunda parte (capítulos III e IV) abordam as relações entre inteligência artificial e problemas filosóficos.

Escrito em linguagem humanística, simples e clara, destinado àqueles que querem ter uma visão inicial deste tema.

O que é Inteligência Artificial – João de Fernandes Teixeira

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Vivemos num mundo em tradução. Os progressos tecnológicos no campo da comunicação viabilizaram a troca de informações entre os pontos mais remotos da Terra com rapidez jamais vista. Sem o recurso da tradução, isso não seria possível e dificilmente os seres humanos chegariam a compreender-se.

O mundo precisa agora, mais do que nunca, do diálogo entre os povos. A tradução é um dos caminhos para esse desejável entendimento.

O que é Tradução – Geir Campos

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O mito há de ser sempre um desafio, uma abertura, um enigma. De sentido múltiplo e difuso, é através dele que as sociedades exprimem suas contradições, dúvidas e inquietações. Quase indefinível, pode designar desde o mito de Édipo até o de Michael Jackson, passando pelo mito da mulher amada ou da eterna juventude. Que “verdade” podemos encontrar nele? Quais suas possíveis origens e interpretações?

O que é Mito – Everardo P.G. Rocha

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O século XIX e a França são os dois marcos do positivismo, nome com que foi batizado o pensamento filosófico de Augusto Comte-, que pregava a implantação de um Estado, autoritário como a única via para o desenvolvimento de uma sociedade e para a construção de uma ordem social harmônica. Esta pensamento polêmico difundiu-se rapidamente na Europa e logo alcançou o Brasil, onde influenciou decisivamente os pensadores republicanos.

O que é Positivismo – João Ribeiro Jr.

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Que ligação existe entre o micro-computador e a sex-shop? Por que a massa consumista tem no rosto um misto de fascinação e melancolia? O que ocorreu nas artes com o fim das vanguardas? Por que o niilismo voltou à boca dos filósofos: Há qualquer coisa nova, mas indefinível, no ar. Cabeças mais sensitivas a chamam de pós-modernismo, mescla de purpurina com circuito integrado, liberação dos costumes com pós-industrialismo. Um bem? Um mal? Quem viver verá…

O que é pós-moderno – Jair Ferreira dos Santos

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Brochura com sinais de desgastes naturais do tempo, leve sujidade – pigmentos amarelados – bom estado de leitura – nome da antiga proprietária do livro escrito na primeira página – 124p. – Estado – Poder – Politica – Filosofia – Caricaturas – Emilio Damiani – Tradução: Renato Janine Ribeiro e Silvia Lara Ribeiro – Qual o siginificado de poder, potência, dominação, poder politico? A submissão civil se reduz à aceitação da autoridade? O que significa soberania? O poder e o Estado: o Estado burguês, o liberalismo, o individuo diante do poder estatal. Os pensadores e o debate teórico sobre o poder: Aristóteles, Hobbes, Locke, Kant, Hegel, Marx, Max Weber, Parsons, Aron, Foucault …

O que é Poder – Gérard Lebrun

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Atenção: olha o passarinho… Click! – Quantas vezes você já ouviu esta frase? Mais manjada impossível. Justamente como a fotografia, uma invenção que só existe há 150 anos, mas que faz parte integrante de nossas vidas. Presente na imprensa, no mundo publicitário, nos bancos escolares, no cinema e na arte, nosso primeiro contato com ela se dá na infância, folheando o álbum de família. Ali estão as memórias, imagens preservadas de outras épocas e de outras pessoas. Uma grande invenção.

O que é Fotografia – Cláudio A. Kubrusky

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Não precisamos buscar na infinidade de conceitos de “Filosofia” , talvez um para cada autor de certa expressão, e que à vagueza das formulações acrescentam às vezes até posições contraditórias, não precisamos procurar aí a incerteza e imprecisão que reinam e, sobretudo em nossos dias, no que concerne o objeto da especulação filosófica. Muito mais ilustrativa é a consulta aos, textos filosóficos ou qualquer exposição ou análise do desenvolvimento histórico do assunto. De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “Filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável.

O que é Filosofia – Caio Prado Jr.

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Alguns tentam provar que as diferenças sociais são determinadas por fatores biológicos. Outros explicam que o racismo surgiu da necessidade de justificar a agressão. Seria verdade? Faria o racismo parte da natureza humana? Neste livro, os primeiros passos para a compreensão deste fenômeno universal, suas modalidades e suas implicações sociais.

O que é Racismo – Joel Rufino dos Santos

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Se comparássemos o Brasil com os Estados Unidos, e o parâmetro de comparação fosse o futebol, teríamos o Brasil como o mais ‘desenvolvido’ e os Estados Unidos como o mais ‘atrasado’. Se, por outro lado, o referencial fosse o número de grupos de rock, a ordem já seria outra. Cada sociedade possui sua própria cultura, sua própria visão do mundo. A comparação e o confronto entre as diversas identidades é o objetivo de estudo do Etnocentrismo. Com isso, busca compreender melhor o próprio ser humano e sua relação com o mundo que o cerca.

O que é Etnocentrismo – Everardo Rocha

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Neste livro caracterizamos então o comunismo como o movimento político que surge com a Revolução Russa e que se espalha por todo o mundo, possuindo como base teórica o corpo teórico do marxismo-leninismo. Uma rápida visão desta base teórica e o breve resumo da história deste movimento constituem, portanto, o objeto deste livro. Na parte final, mostramos também o desenvolvimento do movimento comunista no cenário político nacional.

O que é Comunismo – Arnaldo Spindel

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Um final de campeonato no Maracanã. O primeiro dia de sessão no Congresso Nacional. Uma feira livre de bairro. A hora da novela numa família qualquer. Esses são alguns dos cenários imaginados pelo autor para descortinar o amplo e dinâmico mundo da Comunicação. Um mundo de signos e símbolos, da denotação e da conotação, dos códigos analógicos e digitais. É o mundo das novas tecnologias que aceleram e multiplicam as mensagens, transformando o planeta na “aldeia global”…

O que é comunicação – Juan E. Díaz Bordenave

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