Lembra do livro que virava um banquinho? Pois é, TRICK é uma estante que também brinca com uma funcionalidade parecida, afinal, ninguém gosta de ler em pé. Desenvolvida pela designSakura Adach e fabricada pela Campeggi Srl, a Trick Bookcase pode se transformar em uma mesa com duas cadeiras. Além de guardar seus livros favoritos, ela pode ser usada para ler, escrever, trabalhar, jantar e todas as coisas interessantes que as pessoas conseguem fazer com uma mesa. Um toque de criatividade e bom gosto, principalmente para apartamentos pequenos!
Antes de começar oficialmente o post, gostaria de me apresentar. Sou o André Fantin, do blog Repertório Criativo e vou assinar alguns posts por aqui.
Ler livros certamente é o hábito da maioria das pessoas que passa por aqui e quando se têm muitos, não dá para deixá-los em qualquer canto escondido da casa.
Não sei se Hussein Jarouche acessa muito o EBooks Grátis, mas ele tem gosto forte pela leitura e fez questão de mostrar isso em seu apartamento. Para decoração, ele contratou a Triptyque que, após um ano de trabalho, entregou ao dono um dos apartamentos mais criativos que já vi.
Pelas paredes da casa, estende-se um gigantesco móvel ornamentado com vários livros e objetos comprados em viagem. Na visão dos arquitetos do projeto, isso criou um ambiente inspirador e que reflete a imagem do dono. Outros objetos incomuns também podem ser encontrados, como miniaturas, moto (uma de verdade), caixas de som, um ventilador amarelo e um telefone público. Antigo.
Alguns passos dentro do apartamento e percebe-se que não há portas de um cômodo para o outro, inclusive o banheiro.
Quem gosta de ler certamente já passou por isso. Você está na parte mais emocionante da história, quando seu colega de quarto, sua esposa ou simplesmente algum chato que mora com você lhe pede para apagar as luzes, pois está querendo dormir. O que você faz? Para de ler? Claro que não!
Para deixar todos felizes apresentamos hoje alguns gadgets muito interessantes para ler no escuro sem incomodar ninguém, ou quem sabe continuar a ler quando faltar energia no planeta inteiro. O painel luminoso para leitura é uma das opções mais criativas. Ele possui luzes laterais que se espalham pelo seu corpo de acrílico, iluminando apenas a página. Além disso, tem regulagem de brilho e funciona sem parar durante dezenas de horas, com apenas 3 pilhas palito. Está custando apenas R$29,90 (em promoção), com frete grátis.
Já a luminária portátil para livros e kindle é perfeita para libertar suas mãos, pois se encaixa bem na capa de qualquer livro ou até do Kindle. Dobrada, ela é pequena suficiente para caber no bolso. Ao apertar o botão de abrir, o aparelho se desdobra e acende sua luz brilhante. A cabeça é ajustável e funciona com 3 baterias, que duram muito (inclusas). Em promoção, está custando 16,50, com frete grátis. Corra para não perder.
Vídeos do Painel Luminoso para Leitura e da Luminária para Livros:
Fiquemos com a resposta da maior autoridade no mundo, a UNESCO. Para o setor da ONU que cuida de educação e cultura, só há leitura onde: 1) ler é uma tradição nacional, 2) o hábito de ler vem de casa e 3) são formados novos leitores. O problema é antigo: muitos brasileiros foram do analfabetismo à TV sem passar na biblioteca. Para piorar, especialistas culpam a escola pela falta de leitores. ” Os professores costumam indicar clássicos do século 19, maravilhosos, mas que não são adequados a um jovem de 15 anos”, diz Zoara Failla, do Instituto Pró Livro. “Apresentado só a obras que considera chatas, ele não busca mais o livro depois que sai do colégio.” Muitos educadores defendem que o Brasil poderia adotar o esquema anglo-saxão, em que os clássicos são um pouco mais próximos, dos anos 50 e 60, e há menos livros, que são analisados a fundo. mas aí teria de mudar o vestibular, e isso já é outra história.
Raphael Soeiro – Revista Super Interessante – edição 284 – novembro 2010
Talvez essa seja a mais misteriosa de todas as espadas da literatura mundial. Suas histórias e lendas já renderam livros, filmes, jogos, desenhos e muito mais. Apesar das versões divergentes, Excalibur foi desde muito cedo ligada à mitologia do Rei Arthur, grande herói da Bretanha que teria vivido no século V.
Nos relatos mais conhecidos, Excalibur é uma espada presa a uma pedra. Sua posse daria ao lutador grandes poderes em batalha, mas apenas o legítimo herdeiro do trono poderia retirá-la.
Em As Brumas de Avalon, Excalibur é um presente da Dama do Lago, sacerdotisa de Avalon, e era acompanhada por uma bainha que protegia o usuário contra ferimentos letais.
Na trilogia Crônicas do Rei Arthur, de Bernard Cornwell, Excalibur é um dos 13 tesouros antigos da Bretanha, forjada no outro mundo e entregue por Merlin a Arthur, para ajudar a expulsar os invasores saxões.
Narsil (Anduril, A Chama do Oeste)
Na obra de Tolkien, as espadas ocupam um papel mágico e fundamental, e Narsil provavelmente é a maior de todas elas. Seu nome, originário do idioma Quenya, vem da união de fogo e luz branca (nar e thil), referindo-se ao sol e a lua.
Narsil foi forjada em uma época remota, mas foi com Elendil, Rei dos Dúnedain, que a arma ganhou fama. Durante a batalha da última aliança, em que os povos da terra média se uniram para derrotar Sauron, o senhor do escuro partiu a lâmina. Mesmo assim, Elendil, já praticamente derrotado, consegue cortar o Um Anel dos dedos do vilão, vencendo a guerra.
Esildur, filho e herdeiro de Elendil, levava os pedaços da espada para casa quando o Um Anel acendeu sua cobiça, levando-o à morte e ruína. Os fragmentos foram guardados, mas o um anel se perdeu no rio e não havia um herdeiro legítimo ao trono.
Muito mais tarde, Sauron recupera parte de seu poder e inicia a busca pelo Um Anel, acontecimentos que são descritos na trilogia O Senhor dos Anéis. Em O Retorno do Rei, a espada é reforjada com o nome de Anduril, e dada a Aragorn, legítimo herdeiro de Isildur. O rei usa a arma para cobrar do exército de mortos vivos o juramento feito a seus ancestrais. Veja acima trechos do filme.
A Espada Flamejante (espada de Deus)
A espada flamejante, como o próprio nome diz, é uma lâmina envolta em fogo por poderes sobrenaturais. Esse tipo de arma tem existido em mitos e lendas há milhares de anos. Segundo a Bíblia, um querubim com uma espada flamejante foi colocada por Deus nos portões do Paraíso após Adão e Eva serem expulsos (Gênesis 3:24).
E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.
(Gênesis 3:24).
Uma espada de fogo com um imenso poder destrutivo aparece na mitologia nórdica, empunhada por Surtur, o líder dos demônios de Muspelhein. A maçonaria também incorporou o simbolismo, e uma espada está sempre presente na mesa do mestre, referência direta à espada flamejante bíblica.
A tradição ortodoxa cristã diz que desde a vinda de cristo a espada foi retirada dos Jardins do Éden, tornando possível que a humanidade retorne ao paraíso.