[Leia Mais] Propaganda de audiobooks para Crianças – Virgin

Postado por: PDL  /  Category: Informação e Cultura, Leia mais (propagandas de leitura)

Campanha muito bacana para vender os audiobooks infantis da Virgin Megastore. Os anúncios  Pinóquio, Chapeuzinho Vermelho e Branca de Neve foram criados pela JWT de Dubai. Veja também outras propagandas de leitura e aproveite para ouvir um audiobook.

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Agência: JWT, Dubai, UAE
Diretor de Criação: Chafic Haddad
Redator: Elias Haddad
Diretor de Arte: Rayyan Aoun
Fotógrafo: Jeremy Wong, Nemesis Pictures
Ilustradores: Baiju Natarajan, Tarek Samaan

[Papo Cabeça] Jabor entra no twitter – “Estou nascendo hoje na internet”

Postado por: PDL  /  Category: Informação e Cultura, Papo Cabeça

jabor [Papo Cabeça] Jabor entra no twitter   Estou nascendo hoje na internet

Afinal, quem sou eu? Descobri que há vários jabores dando sopa na web. Uma vez, disse aqui que jamais entraria nos twitters da vida, nos orkuts do pedaço, nos facebooks das quebradas… Claro que dá pra ficar fora dessas “redes sociais”, mas sinto-me isolado como aqueles caras que se recusam a ver televisão, para defender sua “individualidade”. No entanto, que individualidade, que “eu” se manteria “puro” e protegido longe da TV ou fora da web hoje? Que “eu” sobraria? Não há um “eu” sozinho – esse sonho de pureza e originalidade acabou. O “eu” é feito de detritos de lembranças, de sonhos, de traumas, mas também é fabricado pelas coisas. A pílula fez mais pelo feminismo que mil livros de militância. A internet criou um “eu” que muda dia a dia como uma máquina que vai se modernizando, recebendo novas engrenagens. Em vez de aniversários, em breve, vamos comemorar aperfeiçoamentos: “Estou comemorando mais 8 gigabytes em minha alma!”

Aliás, acho bom que a internet acabe com as ilusões individualistas que sempre tivemos – de sermos puros e únicos. A verdade é que somos parte de um processo de mutação permanente, e não por “autoanálise”, mas pelos avanços da tecnociência. Assim como a biotecnologia cria seres híbridos, somos cada vez mais híbridos… Somos de carne, osso, chips e tocados por milhões de “outros eus” em rede. Rimbaud escreveu: “O eu é um outro.” E o grande Mario de Sá Carneiro, poeta português, melhor do que os uivos lamentosos de Fernando Pessoa, também escreveu:

“Eu não sou eu nem o outro/ sou qualquer coisa de intermédio/ pilar da ponte de tédio/ que vai de mim para o outro.” Sujeito e objeto se confundem cada vez mais. Além disso, eu também achava que a cultura humana era uma galáxia infinita de pensamentos e obras. O Google acabou com este sonho infinito. Tudo se arquiva, se ordena. O futuro, como um lugar a que chegaríamos um dia, também morreu. Só há um presente incessante, um futuro minuto a minuto, e não temos ideia de onde chegaremos, porque não há onde chegar…

Bem, amigos, todo este “showzinho” de reflexões individualistas é, na verdade, para comunicar que estou entrando no twitter. Resolvi. “Não quero mais ser eterno, quero ser moderno.” Eu, que até pouco tempo só ia até o micro-ondas (que sempre me puniu com apitinhos da porta aberta), eu, que tremo diante de um celular, mudei muito. Saibam que comprei um iPhone e que vou postar coisas no twitter, que se chamará “realjabor”. O nome será este porque já existe no twitter um cara que usa meu nome… Existe um “jabor” imaginário com, pasmem, 121.000 seguidores… Não o digo por gabar-me, mas há um jabor com milhares de amigos que não conheço. E aí me pergunto: quem sou eu? E esse cara no twitter – com 121 mil seguidores enganados – por que botou meu nome? Não é por inveja, nem tietagem… Ele parece ser um bom sujeito pelas coisas que fala por mim; não há insultos nem frases que possam me incriminar com meus “seguidores”… (se bem que ele “posta” também bobagens apócrifas que rolam na web, que me matam de vergonha). E ele? Quem será? Será que ele ama alguém? Quem lhe mandará flores se ele morrer de amores? Por que time ele torce? Como é seu rosto? Vejam meu drama: eu, que não existo, acho boa-praça um cara que não sei quem é… Por que ele não se assume? Eu estava nesta dúvida, quando se fez a luz e entendi: tanto faz ele ser ele ou ser eu. Esta terceira pessoa, meio eu, meio ele, existe no espaço virtual e assim não importa o nome, pois, como disse acima, sujeito e objeto se confundem. Ser eu ou ele é um detalhe desprezível.

Aliás, suponho que esses milhares de seguidores sejam ao menos meus amigos… E aí me ocorre a pergunta: o que é um amigo hoje? Como posso ser amigo de pessoas que nunca vi? Antes, amigos tomavam chope com a gente, davam conselhos, faziam confidências: “Pô, cara, minha mulher me traiu… que que eu faço?” Era assim. Hoje, os amigos você não vê, não toca; os amigos são algoritmos.

As redes sociais estão mudando o conceito de amizade, de amor… A pior forma de solidão talvez seja o sexo virtual, a masturbação a longa distância… Nada mais triste que o post-coitum na internet: gozos, escape e “log off” com os orgasmos se esvaindo na velocidade da luz e a realidade manchando o papel higiênico e as mãos pecadoras.

Assim aprendemos que temos de celebrar as parcialidades; só o fortuito é gozoso. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que não chega nunca.

Aceitar a “incompletude” talvez seja a nova forma de felicidade. E isso é bom. A web nos mostra que enquanto sonharmos com a plenitude, seremos infelizes. Nunca seremos acompanhados nem totalmente amados. As redes nos trazem uma desilusão fecunda. As redes sociais unem os homens em uma grande solidão.

Outra coisa que me intriga: dizer o que nos tweets? O que é importante? Antigamente se dizia: este filme é importante, este texto é importante… Mas, hoje, para quê? As revoluções clássicas já não existem, a ideia de reunir objetos para um museu do futuro já era. Não há mais algo a ser preservado para amanhã. A importância do futuro foi substituída pelas “conexões” no presente.

A própria ideia de “profundidade” ficou estranha… O que é profundo? Hegel ou o frisson de informar a 121 mil pessoas que acordei com dor de cabeça ou que detestei A Origem?… As irrelevâncias em rede ganham uma densidade horizontal, uma superficialidade útil, ao invés de uma grandeza definitiva. Quantidade é qualidade, hoje.

Mas, é óbvio que há uma grande vitória para a democracia nas redes sociais. Há pouco, o massacre de dissidentes no Irã escapou pela internet. As redes denunciam crimes, alavancam negócios, expandem a educação política.

Por isso, resolvi nascer. Estou nascendo hoje na web. Meus primeiro gemidos de recém-nascido começam hoje. Chamo-me agora www.twitter.com/realjabor e vou competir com o outro jabor, o falso, que me criou sem me consultar.

Fonte: Publicado no Estadão e diversos outros jornais

[Curiosidades] Depois do arco-íris de livros, um livro arco-íris

Postado por: PDL  /  Category: Curiosidades, Informação e Cultura

Depois que publicamos o post arco-iris de livros, recebemos do blog Repertório Criativo esse interessante “livro arco-iris”. Trata-se de um “flipbook”, ou seja, uma daquelas publicações que trazem uma animação que é “tocada” quando se passa as páginas (você com certeza já brincou disso). Só que a ideia criada pelo japonês Masashi Kawamura usa a mecânica para projetar no ar um bonito arco-íris. Uma ideia simples e original.

Desde que foi publicado, ele apareceu a TV japonesa, em jornais, blogs como o Yahoo News, coolhunting e fffffound. Além disso, já ganhou vários prêmios. Não deixe de ver também o vídeo, para conferir o brinquedo em ação.

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[Notícias] Livro de Monteiro Lobato é a primeira publicação interativa do iPad no Brasil

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ipad narizinho [Notícias]  Livro de Monteiro Lobato é a primeira publicação interativa do iPad no Brasil

O livro “A menina do narizinho arrebitado”, da editora Globo Livros, é a primeira publicação interativa brasileira para o iPad. Lançado 90 anos após a primeira edição, o livro permite que o leitor interaja com elementos na tela e terá uma versão gratuita, que será disponibilizada nas próximas semanas, e uma paga, que deverá chegar à AppStore até o final do ano.

“Esta é a primeira obra brasileira no iPad que permite a interatividade. Em uma das passagens, durante a noite, o leitor clica com a ponta dos dedos na tela do tablet, em cima do desenho de um vagalume, e ao arrastar o personagem, ilumina as áreas onde está o texto”, explica o diretor da Globo Livros, Mauro Palermo. Embora a interatividade seja nova, trazendo recursos gráficos e participação do leitor, a editora optou por manter os mesmos traços da publicação original.

A Globo Livros apresenta na 21º Bienal Internacional de São Paulo 12 títulos eletrônicos que estarão disponíveis na AppStore do iPad e nas livrarias virtuais Saraiva e Gato Sabido.

Fonte: G1

[Curiosidades] Arco-íris de livros, experimente!

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Todo mundo que gosta de livros sabe que o prazer de ler e o de montar uma bela estante são complementares. É nessa hora que seu senso estético vale mais que seu gosto literário e uma ajudinha pode cair muito bem. Há algum tempo publicamos uma interessante matéria com 10 dicas de organização e decoração para sua biblioteca. Também já mostramos como transformar sua enciclopédia velha em mosaicos criativos e divertidos. Hoje, você vai aprender a fazer um arco-iris de livros, uma forma muito bonita de organizar seus livros e dar um visual novo para qualquer ambiente.

Livros podem ser classificados assunto, autor, editora ou até por tamanho, mas nenhuma dessas formas é tão legal quanto organizá-los por cores.

Primeiro, retire todos os seus queridos da estante. Separe os volumes pela cor e pelo tom. Depois comece a recolocá no lugar, iniciando pelas cores mais quentes, passando pelos tons mais claros e chegando aos tons mais escuros das cores frias. Ficará mais ou menos assim: Vermelhos, Laranjas, Amarelos, Brancos, Azuis, Verdes. Você também pode fazer uma seção só para pretos e tons de cinza, um imprimir capas personalizadas de várias cores, como mostramos no post do mosaico.

No flickr tem um grupo só de arco-iris de livros (rainbow of books). Confira abaixo algumas das fotos que encontramos por lá. Se você quiser experimentar e mandar para a gente o resultado, adicionaremos a sua foto na nossa galeria!

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[Notícias] Aberta hoje a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

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bienal2 [Notícias] Aberta hoje a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, inaugurada hoje (foto acima) oferecerá a seus visitantes a programação cultural mais extensa, diversificada e representativa de sua história. Ao longo de seus 11 dias de duração – de 12 a 22 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, zona norte da capital paulista -, a 21ª edição da feira promoverá centenas de atividades destinadas a entreter, gerar conhecimento e estimular o hábito da leitura entre crianças, jovens e adultos.

No total, serão cerca de 1.100 horas de atividades somadas dentro da programação cultural. A Bienal do Livro ocupará 60 mil metros quadrados do Pavilhão de Exposições do Anhembi, área equivalente a quase 10 campos de futebol. Participam do evento 350 expositores. Entre eles estão editoras que representam 900 selos editoriais, que devem levar cerca de 2,2 milhões de exemplares de suas publicações para exposição e venda ao público, de 220 mil títulos diferentes. Também promoverão 4.200 lançamentos, alguns deles com a participação dos autores em sessões de autógrafos e bate-papos com o público.

Para as atividades da programação cultural oficial da feira, por exemplo, a Bienal do Livro convidou mais de 250 conceituadas personalidades e profissionais do Brasil e do exterior, entre escritores, acadêmicos, artistas, representantes de variados setores e, também, do mercado editorial. Eles participarão de debates, apresentações e workshops, sempre com a presença do público.

Isso sem contar as programações paralelas e aquelas realizadas pelos expositores da feira, como as tardes de autógrafos com escritores, lançamentos de livros, cursos e palestras oferecidas aos visitantes. O slogan do evento, definido em concurso cultural  aberto ao público, é: “21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo – Ponto de Encontro da Cultura e do Lazer”

Realizada pela CBL (Câmara Brasileira do Livro) e organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a Bienal do Livro de São Paulo tem o objetivo de ampliar a base de leitores e democratizar o acesso ao livro. Nesse sentido, foi criado um comitê para repensar o evento e um conselho de curadores. O primeiro discutiu melhorias ao público e expositores; o segundo se dedicou à definição e montagem da programação cultural da feira.

Release/Divulgação

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[Curiosidades] Livros geram lucros anuais de R$ 140 milhões em Buenos Aires (vídeo)

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No começo do ano, o PDL fez uma visita a livrarias na Argentina e no Uruguai, mostrando um pouco dos hábitos de leitura desses países, em especial da capital da Argentina, Buenos Aires. Na cidade existe uma livraria para cada 6 mil habitantes, número superior à recomendação da Unesco, que é de uma livraria pra cada 10 mil. No Brasil, temos uma para cada 70 mil.

Nessa reportagem do programa Mundo S/A vamos conhecer mais sobre esta paixão portenha pelos livros. Quais as suas origens históricas? Como esse hábito se mantém geração após geração, movimentando mais de R$140 milhões de reais por ano?

Descubra porque Buenos Aires foi eleita capital mundial do livro em 2011 pela UNESCO, conheça a “Noite das Livrarias” – um encontro de livros e ideias promovido por 20 livrarias que ficam uma ao lado da lado uma única rua, e faça uma nova visita à Livraria Ateneu, a maior da cidade e uma das mais belas do mundo.

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