[Notícias] Cartunistas homenageiam Glauco na internet

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O site Universo HQ está organizando em seu blog uma homenagem on-line para o cartunista Glauco Villas-Boas, morto a tiros em sua casa na madrugada desta sexta-feira (12). Artistas como Bira Dantas, Mário Cau e Caio Zouk publicam desenhos em tributo ao criador de personagens como Geraldão, Casal Neuras e Doy Jorge. Veja abaixo algumas das imagens.

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[Antropologia] Evolucionismo Cultural – Morgan, Tylor e Fraser

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evolucionismocultural [Antropologia] Evolucionismo Cultural   Morgan, Tylor e Fraser

Este livro contém três textos clássicos da história do antropologia. A iniciativa de Celso Castro de reunir Morgan, Tylor e Frazer é uma contribuição valiosa para o ensino antropológico nos países de língua portuguesa. Em geral, há uma grande dificuldade de acesso a trabalhos fundadores das ciências sociais. Assim, fica-se dependendo de manuais para obter informações de segunda mão. Ou então saberemos desses textos através das leituras e interpretações de outros autores, com todos os riscos inevitáveis de parcialidade., ou mesmo preconceito.

O evolucionismo cultural, em particular, tende a ser empobrecido e muito simplificado na divulgação da história da antropologia, reduzido muitas vezes a uma visão etnocêntrica utilizada para justificar pretensas superior idades culturais ou até raciais. Não há dúvida de que chavões evolucionistas foram e são usados, abundantemente, para manipulações político-ideológicas de diferentes tipos. No entanto, alguns dos textos produzidos na segunda metade do século XIX e início do século XX levantaram questões e apontaram caminhos que se revelaram fundamentais para o desenvolvimento do pensamento antropológico. Efetivamente fornecem, até hoje, importante contribuição a a leitura crítica e renovação de nossos estudos.

Evolucionismo Cultural – Morgan, Tylor e Fraser

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[Quadrinhos] Danger Girl – Andy Hartnell e J. Scott Campbell – 7 edições

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dgpst [Quadrinhos] Danger Girl   Andy Hartnell e J. Scott Campbell   7 edições

Danger Girl é uma série em quadrinhos criada por J. Scott Campbell e Andy Hartnell. A história mostra um grupo de lindas agentes secretas lideradas por um mentor chamado Deuce.

Danger Girl – Andy Hartnell e J. Scott Campbell – Edições 01 a 07

Tamanho médio: 5mb | Formato: cbr | Enviado por TailsApnea

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[Papo Cabeça] A grande peleja autoral

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Em abril, o governo vai dispor para consulta pública o novo texto da Lei dos Direitos Autorais, que atinge novas tecnologias e é combatido por entidades arrecadadoras

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Dramaturgos, compositores, músicos, atores, diretores, pintores, escultores: todos os que têm direito de receber por eventuais reproduções de suas obras estão em compasso de espera. Sairá no início do próximo mês, da Casa Civil, o novo texto que altera a Lei do Direito Autoral no País. Ainda em meados de abril, segundo o Ministério da Cultura, a legislação será disposta para consulta pública na internet e depois vai ao Congresso.

A maior mudança, como já foi adiantado pelo Estado em novembro, é a criação do Instituto Brasileiro do Direito Autoral (IBDA), órgão público destinado a fiscalizar e dar transparência à atuação das entidades arrecadadoras.

Mas o documento aborda também questões criadas pela tecnologia e pelos novos processos de reprodução de obras. Pela legislação atual (Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998), por exemplo, copiar um livro inteiro não é permitido (apenas trechos). A nova lei vem com mecanismos de flexibilização – se a pessoa faz a cópia para uso privado ( “de qualquer obra legitimamente adquirida”), pode reproduzir um livro inteiro, que não estará mais cometendo crime. Também será permitida a cópia de livro ou disco com edições esgotadas (há muito fora de catálogo e que não se encontre no mercado por no mínimo 5 anos).

A fotocópia terá um capítulo específico na lei. O download de discos, filmes e livros, se feito de uma fonte não legalizada, continua passível de criminalização. A legislação deve incluir a possibilidade do sample musical – a permissão do uso de trechos de uma obra para a construção de novas obras. “É inexorável. O sample veio para ficar, já se utiliza largamente isso em várias linguagens”, disse Marcos Alves, diretor de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura (MinC), que coordena a mudança.

As empresas de comunicação também entram na lei. Entre as novas regras, consta a seguinte: um jornal só terá direitos sobre um artigo publicado de um jornalista durante 20 dias (a menos que o autor tenha assinado contrato específico).

Novos marcos legais são defendidos no mundo todo. No Japão, a cada quatro anos a legislação é revisada. “Há um descompasso entre o que as pessoas fazem e o que a lei prevê”, diz o advogado americano Lawrence Lessig, criador do Creative Commons – entidade que defende menos rigidez e uma “território livre” no direito autoral. Mas o Ministério da Cultura já não é mais um entusiasta do Creative Commons desde que Gilberto Gil saiu da pasta. “O apoio ao Creative Commons era uma posição de Gil enquanto artista, não ministro”, explica Juca Ferreira, atual ocupante do cargo. “A internet não é território livre, demanda autorização dos titulares, assim como o print”, diz Marcos Alves, do MinC.

O advogado Roberto Corrêa de Mello, presidente da Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus, entidade com 23 mil associados, entre eles Ivete Sangalo, Caetano e Tom Zé) e diretor da Associação Brasileira de Direito Autoral (ABDA), fala em “dirigismo”, “intervencionismo” e “ideologia governamental”. Corrêa acusa a política de direitos intelectuais defendida pelo governo de estar “claramente atrelada aos interesses das empresas de conteúdo”.

“O que a gente vê é uma voracidade danada do Estado de entrar no negócio do direito privado. Tudo pelo que a gente lutou durante 30 anos cai por terra. Porque tudo que era nitidamente antropocêntrico, de direito privado, está sofrendo uma ingerência, como se isso fosse público”, diz Corrêa.

“Essa proposta de alteração representa a evolução do retrocesso”, afirma Dalton Morato, consultor jurídico da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). Segundo ele, a atual lei, de 1998, foi fruto de uma recomendação internacional, após assinatura de acordo com a Organização Mundial do Comércio (OMC), “tendo em vista o ambiente de desrespeito ao direito autoral que vigorava na época”. Segundo Morato, que defende 126 associados, “a relação entre autor e editor não carece de intervenção do Estado. E os autores não querem.”

“A maior queixa dos artistas junto ao ministério é o fato de a arrecadação dos direitos autorais ser feita sem nenhum controle. Quase todos se sentem lesados nesse processo. Pode até não ser, mas a falta de transparência cria um clima de desconfiança e falta de transparência no processo”, disse ao Estado o ministro da Cultura, Juca Ferreira. “A gente não quer fazer arrecadação, existem estruturas para fazer isso. Existia o Conselho Nacional dos Direitos Autorais, que acompanhava, dava garantias ao artista de que o direito autoral era transparente, era justa a coleta e a redistribuição do pagamento do trabalho. Hoje isso não tem. Então é preciso criar esse mecanismo”, defendeu.

O Que Vai Mudar

SEDE: A criação do Instituto Brasileiro do Direito Autoral (IBDA), com sede em Brasília, ocorrerá 120 dias após a sanção da lei, para fiscalizar e para disciplinar a arrecadação de recursos

XEROCAR: Se uma pessoa faz uma cópia de um livro inteiro, para uso privado, desde que a obra tenha sido legitimamente adquirida, não estará mais cometendo um crime

ESGOTADOS: Também será permitida a cópia de livro ou disco com edições esgotadas (fora de catálogo e do mercado por no mínimo 5 anos)

TEMPO PROTEGIDO: O prazo de proteção de obra coletiva será de 70 anos, mas não a partir da morte dos autores, e sim de sua publicação

Fonte: Estadão

[Notícias] Veja agora o Primeiro Trailler de Eclipse, terceiro filme da Saga Crepúsculo!

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Depois de muita espera, finalmente saiu o primeiro trailer de “Eclipse”, terceiro filme da saga Crepúsculo. Nos 90 segundos de imagens, vemos mais uma vez o dilema de Bella – se aventurar ao lado de Edward ou ter uma vida mais tranquila com Jacob. E em meio a esse turbilhão de emoções ela ainda é perseguida pela vampira Victoria e pelo clã Volturi

O clipe começa com Edward e Bella juntos quando os Volturi chegam para procurá-los. Quem viu “Lua Nova” se lembra que a condição para que Bella não fosse morta é que ela se transformasse em vampira, pois sabia demais sobre eles. Pois bem, Edward não quer morder sua amada ainda e é mais uma vez questionado por ela. “Eu sei as consequências da escolha que você fez”, diz o vampiro.

Em seguida, Bella está com Jacob, que promete amá-la por toda sua vida e oferece uma alternativa. “Você não precisa mudar por minha causa. Estou apaixonado por você e você deveria ficar comigo e não com ele. Eu vou lutar por você até que seu coração pare de bater”, diz o lobisomem. Ele ainda tem uma conversa séria com Edward, “você precisa considerar a ideia de que eu possa ser melhor para ela do que você”.

Em seguida, Victoria aparece, querendo matar Bella. É de tirar o fôlego! Assista abaixo:

Trailer de Eclipse, em primeira mão!

[Juvenil] A Cruzada do Ouro – David Gibbins (Trilogia David Gibbins – Volume 02)

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acruza11 [Juvenil] A Cruzada do Ouro   David Gibbins (Trilogia David Gibbins   Volume 02)

O experiente arqueólogo Jack Howard está de volta. Nas águas da Turquiaele procura os tesouros perdidos durante as cruzadasentre os quais uma preciosa menorá – o candelabro que é símbolo da fé judaica – de ouro maciço. Mas o que ele descobre é algo bem diferente…

Lutando contra o relógioJack Howard arrisca a vida para decifrar segredos que podem mudar a história. A Cruzada do Ouro combina fato e ficção num thrillrer que vai fazer você repensar tudo o que aprendeu.

A Cruzada do Ouro – David Gibbins

Tamanho: 680kb | Formato: doc | Créditos: Lucia Garcia

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[Juvenil] Atlantis – David Gibbins (Trilogia David Gibbins – Volume 01)

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atlantis1 [Juvenil] Atlantis   David Gibbins (Trilogia David Gibbins   Volume 01)

Publicado em 26 países, Atlantis reacende o fascínio pelo mito da Atlântida, a fabulosa ilha que desapareceu no mar sem deixar rastros nos primórdios da história.

Neste romance carregado de dados reais e atualizados sobre um dos maiores mistérios da humanidade, o experiente arqueólogo Jack Howard depara-se com pistas que podem levar à cidade perdida, mencionada ainda na Antiguidade pelo filósofo grego Platão, e que representa a utopia do ideal de sociedade, de harmonia e de fartura.

Durante milhares de anos, pesquisadores vêm tentando encontrar Atlântida. Um dia o arqueólogo marinho Jack Howard e sua equipe tiveram sorte. Enquanto mergulhavam em busca de um naufrágio do tempo de Homero, encontraram ruínas submersas que pareciam ser de Atlântida. Mas a informação vazou e um grupo de terroristas e mercenários fica sabendo que os segredos da Atlântida estavam prestes a ser revelados. Repentinamente, Jack e sua equipe se vêem envolvidos em um jogo de vida e morte. A revelação teria um alto preço.

Atlantis – David Gibbins

Tamanho: 1.1mb | Formato: doc | Créditos: Lucia Garcia

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[Romance] O Castelo Medieval – Barbara Cartland

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OCasteloMedieval [Romance] O Castelo Medieval   Barbara Cartland

Como num sonho, a bela desconhecida dançava quase nua nos salões do velho castelo…

Tendo no bolso o pequeno revólver russo, cravejado de diamantes, Arletta desceu até as masmorras do castelo, sem se lembrar das proféticas palavras da velha bruxa do povoado: “Cuidado, você está correndo perigo de vida!” Mas como temer o duque de Sauterre? Como acreditar que ele, o homem por quem estava apaixonada, havia assassinado friamente duas mulheres? Não! Arletta não imaginava que seu amor tão puro iria condená-la a uma cruel morte nas masmorras do belo castelo medieval!

A mais famosa e perfeita autora de romances históricos, com 350 milhões de livros vendidos em todo o mundo..

O Castelo Medieval – Barbara Cartland

Tamanho: 171kb | Formato: doc | Créditos: Projeto Revisoras

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[História] O Mundo de Ponta-Cabeça – Christopher Hill – Lançamento PDL

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Dentro da revolução inglesa do século XVII, que resultou no triunfo da ética protestante — a ideologia da classe proprietária — houve a ameaça de uma outra revolução, completamente diferente. Seu sucesso poderia ter estabelecido a propriedade comunal e uma democracia mais ampla, poderia ter derrubado a Igreja estatal e rejeitado a ética protestante.

Os grupos radicais que apresentaram essas propostas — diggers, ranters, levellers, quacres e outros — eramformados por homens e mulheres pobres, sem sofisticação ou educação, e, talvez por isso, raramente suas opiniões foram consideradas a sério. Porém muitas de suas exigências, tradicionalmente descartadas como fantasias impraticáveis, aproximam-se do radicalismo de nosso próprio tempo.

O Mundo de Ponta-Cabeça é um retrato não da evolução burguesa que ocorreu na Inglaterra do século XVII, mas sim dos impulsos para uma radical reviravolta da sociedade, violentamente desejada e temida.

CarimboPDL100PX [História] O Mundo de Ponta Cabeça   Christopher Hill   Lançamento PDL

O Mundo de Ponta-Cabeça – Christopher Hill – Lançamento PDL

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[Leia Mais] Livraria Rayuela – Rei / Lobo

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rayuelaking500 [Leia Mais] Livraria Rayuela   Rei / Lobo

Agência: MAYO DRAFT FCB – Quito, Equador
Diretor de Criação: Carlos Serrano
Diretores de Arte: Alejandro Muñoz ,Andres Santos
Redatores: Carlos Serrano, Alejandro Muñoz, Andres Santos

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