Lançamento PDL – SuperInteressante, Especial: Cabala – Exclusivo!

Postado por: Newton  /  Category: Revistas Semanais e Mensais, Superinteressante

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Uma exclusividade PDL, sempre lançando com qualidade!

Cabala – Os Segredos do Misticismo Judaico
Primeiros passos
Todos os nomes da cabala
A um passo da eternidade
Por dentro do Zohar
Códigos Secretos
Safed, cidade sagrada
Sabedoria para todos
Em defesa da Cabala Pop
Em nome da tradição
Cabalistas em fuga
Rituais mágicos
O caminho das pedras
Os códigos escondidos na bíblia hebraica
Como funciona a Árvore da Vida
Porque as celebridades adoram a cabala

PDL

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Revista Super Interessante, Especial – O Livro das Mitologias

Tamanho: 34,14mb | Formato: PDF | Digitalização: Newton PDL / EbooksGratis

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[Leia Mais] Propaganda de audiobooks para Crianças – Virgin

Postado por: PDL  /  Category: Informação e Cultura, Leia mais (propagandas de leitura)

Campanha muito bacana para vender os audiobooks infantis da Virgin Megastore. Os anúncios  Pinóquio, Chapeuzinho Vermelho e Branca de Neve foram criados pela JWT de Dubai. Veja também outras propagandas de leitura e aproveite para ouvir um audiobook.

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Agência: JWT, Dubai, UAE
Diretor de Criação: Chafic Haddad
Redator: Elias Haddad
Diretor de Arte: Rayyan Aoun
Fotógrafo: Jeremy Wong, Nemesis Pictures
Ilustradores: Baiju Natarajan, Tarek Samaan

[Auto-Biografia] Walden ou A vida nos bosques – Henry David Thoreau

Postado por: PDL  /  Category: Literatura Estrangeira, Teatro, Contos e Biografias

7789094 [Auto Biografia] Walden ou A vida nos bosques   Henry David Thoreau

Walden é um livro escrito por Henry David Thoreau, escritor estadunidense. No livro, o autor relata dois anos de solidão vividos nas proximidades do lago Walden, na zona rural da cidade de Concord. Durante esse período, Thoreau não foi propriamente um ermitão, visto que frequentava sua aldeia e também recebia muitas visitas.

Publicado em 1854, Walden é um manifesto poético contra a civilização industrial que ganhou força nos Estados Unidos do século XIX. Diante da maior complexidade da vida social estadunidense derivada do crescimento da industrialização e urbanização, Thoreau propõe o retorno ao simples.

“Walden” é uma proposta prática sobre as possibilidades de uma vida simples. Thoreau retira-se para a floresta, onde constrói sua própria casa e móveis e vive com o mínimo necessário à sobrevivência – sem luxos e em contato intenso com a natureza. Ao mesmo tempo que prova em termos financeiros que uma vida simples é viável, propõe uma nova visão de homem quase mística: em contato com a natureza e com os livros.

Walden ou A vida nos bosques – Henry David Thoreau

Tamanho: 1,49mb | Formato: pdf | Enviado por Afa

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[Romance] O Verão de Katya – Trevanian

Postado por: PDL  /  Category: Literatura Estrangeira, Romances

katyac [Romance] O Verão de Katya   Trevanian

Jean-Marc, recém formado em medicina é contratado como assistente do velho médico da pequena cidade basca francesa de Salies. Uma tarde descansando a sombra de uma árvore que margeava o rio, uma bela moça se aproxima e lhe pede que vá ver o irmão gêmeo, que sofrera uma fratura no braço. Dai nasce um convívio que da origem a kuma profunda paixão. Embora perceba que há no passado da família de Katya um segredo que os atormenta, Jean insiste em dar continuidade ao romance. Os encontros e acontecimentos posteriores, no entanto, transformarão aquele idílio num pesadelo sem fim.

CarimboPDL100PX [Romance] O Verão de Katya   Trevanian

O Verão de Katya – Trevanian

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[Papo Cabeça] Jabor entra no twitter – “Estou nascendo hoje na internet”

Postado por: PDL  /  Category: Informação e Cultura, Papo Cabeça

jabor [Papo Cabeça] Jabor entra no twitter   Estou nascendo hoje na internet

Afinal, quem sou eu? Descobri que há vários jabores dando sopa na web. Uma vez, disse aqui que jamais entraria nos twitters da vida, nos orkuts do pedaço, nos facebooks das quebradas… Claro que dá pra ficar fora dessas “redes sociais”, mas sinto-me isolado como aqueles caras que se recusam a ver televisão, para defender sua “individualidade”. No entanto, que individualidade, que “eu” se manteria “puro” e protegido longe da TV ou fora da web hoje? Que “eu” sobraria? Não há um “eu” sozinho – esse sonho de pureza e originalidade acabou. O “eu” é feito de detritos de lembranças, de sonhos, de traumas, mas também é fabricado pelas coisas. A pílula fez mais pelo feminismo que mil livros de militância. A internet criou um “eu” que muda dia a dia como uma máquina que vai se modernizando, recebendo novas engrenagens. Em vez de aniversários, em breve, vamos comemorar aperfeiçoamentos: “Estou comemorando mais 8 gigabytes em minha alma!”

Aliás, acho bom que a internet acabe com as ilusões individualistas que sempre tivemos – de sermos puros e únicos. A verdade é que somos parte de um processo de mutação permanente, e não por “autoanálise”, mas pelos avanços da tecnociência. Assim como a biotecnologia cria seres híbridos, somos cada vez mais híbridos… Somos de carne, osso, chips e tocados por milhões de “outros eus” em rede. Rimbaud escreveu: “O eu é um outro.” E o grande Mario de Sá Carneiro, poeta português, melhor do que os uivos lamentosos de Fernando Pessoa, também escreveu:

“Eu não sou eu nem o outro/ sou qualquer coisa de intermédio/ pilar da ponte de tédio/ que vai de mim para o outro.” Sujeito e objeto se confundem cada vez mais. Além disso, eu também achava que a cultura humana era uma galáxia infinita de pensamentos e obras. O Google acabou com este sonho infinito. Tudo se arquiva, se ordena. O futuro, como um lugar a que chegaríamos um dia, também morreu. Só há um presente incessante, um futuro minuto a minuto, e não temos ideia de onde chegaremos, porque não há onde chegar…

Bem, amigos, todo este “showzinho” de reflexões individualistas é, na verdade, para comunicar que estou entrando no twitter. Resolvi. “Não quero mais ser eterno, quero ser moderno.” Eu, que até pouco tempo só ia até o micro-ondas (que sempre me puniu com apitinhos da porta aberta), eu, que tremo diante de um celular, mudei muito. Saibam que comprei um iPhone e que vou postar coisas no twitter, que se chamará “realjabor”. O nome será este porque já existe no twitter um cara que usa meu nome… Existe um “jabor” imaginário com, pasmem, 121.000 seguidores… Não o digo por gabar-me, mas há um jabor com milhares de amigos que não conheço. E aí me pergunto: quem sou eu? E esse cara no twitter – com 121 mil seguidores enganados – por que botou meu nome? Não é por inveja, nem tietagem… Ele parece ser um bom sujeito pelas coisas que fala por mim; não há insultos nem frases que possam me incriminar com meus “seguidores”… (se bem que ele “posta” também bobagens apócrifas que rolam na web, que me matam de vergonha). E ele? Quem será? Será que ele ama alguém? Quem lhe mandará flores se ele morrer de amores? Por que time ele torce? Como é seu rosto? Vejam meu drama: eu, que não existo, acho boa-praça um cara que não sei quem é… Por que ele não se assume? Eu estava nesta dúvida, quando se fez a luz e entendi: tanto faz ele ser ele ou ser eu. Esta terceira pessoa, meio eu, meio ele, existe no espaço virtual e assim não importa o nome, pois, como disse acima, sujeito e objeto se confundem. Ser eu ou ele é um detalhe desprezível.

Aliás, suponho que esses milhares de seguidores sejam ao menos meus amigos… E aí me ocorre a pergunta: o que é um amigo hoje? Como posso ser amigo de pessoas que nunca vi? Antes, amigos tomavam chope com a gente, davam conselhos, faziam confidências: “Pô, cara, minha mulher me traiu… que que eu faço?” Era assim. Hoje, os amigos você não vê, não toca; os amigos são algoritmos.

As redes sociais estão mudando o conceito de amizade, de amor… A pior forma de solidão talvez seja o sexo virtual, a masturbação a longa distância… Nada mais triste que o post-coitum na internet: gozos, escape e “log off” com os orgasmos se esvaindo na velocidade da luz e a realidade manchando o papel higiênico e as mãos pecadoras.

Assim aprendemos que temos de celebrar as parcialidades; só o fortuito é gozoso. Temos de parar de sofrer por uma plenitude que não chega nunca.

Aceitar a “incompletude” talvez seja a nova forma de felicidade. E isso é bom. A web nos mostra que enquanto sonharmos com a plenitude, seremos infelizes. Nunca seremos acompanhados nem totalmente amados. As redes nos trazem uma desilusão fecunda. As redes sociais unem os homens em uma grande solidão.

Outra coisa que me intriga: dizer o que nos tweets? O que é importante? Antigamente se dizia: este filme é importante, este texto é importante… Mas, hoje, para quê? As revoluções clássicas já não existem, a ideia de reunir objetos para um museu do futuro já era. Não há mais algo a ser preservado para amanhã. A importância do futuro foi substituída pelas “conexões” no presente.

A própria ideia de “profundidade” ficou estranha… O que é profundo? Hegel ou o frisson de informar a 121 mil pessoas que acordei com dor de cabeça ou que detestei A Origem?… As irrelevâncias em rede ganham uma densidade horizontal, uma superficialidade útil, ao invés de uma grandeza definitiva. Quantidade é qualidade, hoje.

Mas, é óbvio que há uma grande vitória para a democracia nas redes sociais. Há pouco, o massacre de dissidentes no Irã escapou pela internet. As redes denunciam crimes, alavancam negócios, expandem a educação política.

Por isso, resolvi nascer. Estou nascendo hoje na web. Meus primeiro gemidos de recém-nascido começam hoje. Chamo-me agora www.twitter.com/realjabor e vou competir com o outro jabor, o falso, que me criou sem me consultar.

Fonte: Publicado no Estadão e diversos outros jornais

[Terror] Obscura – Dark Gero

Postado por: PDL  /  Category: Ficção, Policial, Terror e Suspense, Literatura Nacional

obscura [Terror] Obscura   Dark Gero

Medo.  Essencial  à  sobrevivência,  parte  de  nossas  vidas.  Temos  medo  de  elevador;  medo  de  animais  peçonhentos  como  aranhas,  ou  simplesmente  nojentos  como sapos; medo do ridículo; medo da solidão; medo de  dirigir; medo de assaltos; medo de morrer; medo do que  não conhecemos… O desconhecido.  O  sobrenatural.  O  além.Basta sermos confrontados com algo que não possamos explicar  para que o velho medo venha à tona. Haveria vida após a morte ou espíritos vingativos presos em nosso plano de existência? Haveria magia negra capaz de nos fazer mal?  Haveria  demônios  ao  nosso  redor  prontos  para  acabar  com nossas vidas?

Sentimos  até  prazer  com  o  medo  quando  vemos  filmes de terror ou andamos de montanha russa. O medo  nos  faz  sentir  vivos…  Mas  até  que  ponto  gostamos  de  sentir medo? Até que ponto uma simples história de terror  pode  ultrapassar os  limites da  razão  e alimentar  nossos  piores pesadelos?

Descubra neste livro de contos incrível que explora  as  várias  facetas  do  medo  e  do  sobrenatural.  Mergulhe  nesta apavorante viagem ao mundo dos mortos – e pior – dos vivos!

Obscura – Dark Gero

Tamanho: 894kb |Formato: pdf | Arquivo cedido pelo autor

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Compre aqui o livro impresso e incentive o autor!

[Curiosidades] Depois do arco-íris de livros, um livro arco-íris

Postado por: PDL  /  Category: Curiosidades, Informação e Cultura

Depois que publicamos o post arco-iris de livros, recebemos do blog Repertório Criativo esse interessante “livro arco-iris”. Trata-se de um “flipbook”, ou seja, uma daquelas publicações que trazem uma animação que é “tocada” quando se passa as páginas (você com certeza já brincou disso). Só que a ideia criada pelo japonês Masashi Kawamura usa a mecânica para projetar no ar um bonito arco-íris. Uma ideia simples e original.

Desde que foi publicado, ele apareceu a TV japonesa, em jornais, blogs como o Yahoo News, coolhunting e fffffound. Além disso, já ganhou vários prêmios. Não deixe de ver também o vídeo, para conferir o brinquedo em ação.

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